Tag: Habitação popular

  • Governo anuncia EXCELENTE NOTÍCIA para famílias de classe média

    Governo anuncia EXCELENTE NOTÍCIA para famílias de classe média

    Governo anuncia EXCELENTE NOTÍCIA para famílias de classe média | O governo Lula está se preparando para implementar um dos programas emblemáticos de suas primeiras gestões, o Minha Casa, Minha Vida. Após o sucesso do relançamento do programa Mais Médicos, o objetivo agora é oferecer habitação acessível não apenas para famílias de baixa renda, mas também para a classe média. O anúncio foi feito pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Paulo Pimenta, durante entrevista ao Grupo Diário, na última terça-feira (23).

    Durante uma entrevista, Paulo Pimenta destacou que a nova edição do programa habitacional tem como um dos objetivos conceder linhas de financiamento habitacional também para famílias com renda de até 8 salários mínimos e não somente para as famílias de baixa renda. Atualmente, essas famílias enfrentam dificuldades para obter empréstimos a juros baixos, o que limita seu acesso à casa própria.

    Governo planeja lançar três grandes programas

    O ministro enfatizou que o governo Lula planeja lançar três grandes programas, sendo um deles o Plano Safra, que envolve também o estado do Rio Grande do Sul. Além disso, a extensão do Minha Casa, Minha Vida para abranger faixas de renda de 3 a 5 e de 5 a 8 salários mínimos representa um avanço significativo, alcançando também o setor da classe média que atualmente não tem acesso a financiamentos habitacionais competitivos.

    Paulo Pimenta enfatizou que a responsabilidade desses grandes eventos será da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), já que o presidente Lula transferiu essas atribuições para a pasta. A expectativa é de que o relançamento do programa Minha Casa, Minha Vida seja parte de uma estratégia mais ampla para acolher a economia do país, gerar empregos e promover a inclusão social.

    Sobre o Minha Casa, Minha Vida

    O programa Minha Casa, Minha Vida foi criado durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva em 2009 e teve como objetivo principal facilitar o acesso à moradia digna para a população de baixa renda. Ao longo dos anos, o programa passou por diversas características e teve sua continuidade em governos posteriores. Agora, com o relançamento e extensão para beneficiar também a classe média, espera-se que um maior número de famílias possa realizar o sonho da casa própria e, ao mesmo tempo, levando o setor da construção civil e a economia como um todo.

    Veja também: Minha Casa Minha Vida retoma a construção de 11 mil moradias; saiba como se inscrever

  • Uma PÉSSIMA NOTÍCIA para quem quer financiar imóveis pelo Minha Casa Minha Vida

    O programa federal de habitação Minha Casa, Minha Vida, no Brasil, passou por modificações após ser relançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).

    No entanto, as novas regras impostas estão gerando preocupação ao secretário municipal da Habitação da Prefeitura de São Paulo, João Faria, que alega que algumas exigências podem tornar inviável a produção de moradias na capital paulista. De acordo com informações divulgadas pelo Metrópoles, o secretário está pleiteando uma alteração no texto do novo programa.

    Uma das principais questões levantadas por Faria é o crédito total oferecido para residências destinadas aos beneficiários do Bolsa Família, que possui um limite máximo de R$ 170 mil de repasse por parte do governo. O secretário argumenta que essa restrição poderá resultar em um aumento significativo na fila de espera por moradias na capital paulista. É importante ressaltar que a cidade de São Paulo já enfrenta um déficit habitacional alarmante, estimado em 369 mil domicílios.

    Valor do subsidio do programa é menor que o devido

    Faria enfatiza que o valor devido deveria ser, no mínimo, de R$ 210 mil por unidade habitacional, considerando as particularidades e os custos envolvidos na construção no centro da cidade de São Paulo, assim como em outras grandes cidades.

    Essa demanda do secretário municipal reflete a necessidade de adequar as regras do programa Minha Casa, Minha Vida à realidade de São Paulo, levando em conta a escassez de terras disponíveis no centro e os altos custos de construção na região. Ele ressalta que é crucial buscar alternativas que viabilizem a produção de moradias adaptadas, acessíveis e em quantidade suficiente para atender às demandas da população.

    Implementação de políticas públicas

    As discussões em torno dessas mudanças no programa de habitação evidenciam a importância de considerar as particularidades e as necessidades de cada região ao implementar políticas públicas, especialmente no setor habitacional. O desafio consiste em encontrar um equilíbrio entre o valor do bônus e os custos reais de construção, garantindo que as iniciativas de moradia popular sejam efetivas e contribuam para reduzir o déficit habitacional no país.

    Veja também:  Minha Casa Minha Vida retoma a construção de 11 mil moradias; saiba como se inscrever

  • Minha Casa Minha Vida retoma a construção de 11 mil moradias; saiba como se inscrever

    Minha Casa Minha Vida retoma a construção de 11 mil moradias; saiba como se inscrever

    Minha Casa Minha Vida retoma a construção de 11 mil moradias; saiba como se inscrever | Durante uma audiência pública no Senado, realizada nesta terça-feira (16/5), o ministro das Cidades, Jader Filho, anunciou que mais de 11 mil lares do programa Minha Casa Minha Vida tiveram suas obras retomadas. O programa, que visa a redução do déficit habitacional no Brasil, está sendo executado em parceria com a Caixa Econômica Federal.

    De acordo com o ministro, nos últimos 120 dias, já foram entregues 6.774 unidades habitacionais, e outras 11 mil estão em processo de retomada das obras. Essa intensificação no ritmo das entregas foi uma ordem direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT). Jader Filho enfatizou que a pasta está empenhada em assumir o maior número possível de obras, como determinado pelo governo.

    Faixa 1 do programa

    Uma das principais preocupações do ministro é garantir que o orçamento da União seja exclusivamente destinado às unidades habitacionais da faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida, que são direcionados às famílias com renda de até R$ 2.640.

    Jader Filho enfatizou que estão sendo combinados modelos para permitir que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também possa financiar unidades dessa faixa. Além disso, estão sendo realizadas atualizações e parcerias com governos estaduais e prefeituras, para que possam contribuir conjuntamente com o governo federal no aspecto dos méritos.

    O programa Minha Casa Minha Vida é uma iniciativa que busca proporcionar moradia digna para a população de baixa renda. Ao longo dos anos, tem sido uma importante ferramenta de inclusão social e de estímulo à economia, gerando impulsos e impulsionando o setor da construção civil. Com a retomada das obras e a entrega dessas unidades habitacionais, espera-se que mais famílias brasileiras tenham acesso à casa própria, efetivamente sua qualidade de vida e esperança para o desenvolvimento social do país.

    Como se inscrever no Minha Casa Minha Vida

    Para as famílias da Faixa 1

    1. O primeiro passo é se inscrever no plano de moradias do governo na prefeitura da cidade em que moram;
    2. Em seguida, a Caixa Econômica Federal valida os dados das famílias, e as que forem aprovadas recebem informações sobre a data em que ocorrerá o sorteio das residências;
    3. É importante ressaltar que os sorteios são realizados apenas quando a cidade não possui moradias suficientes para todas as famílias cadastradas no programa.

    Famílias das Faixas 2 e 3

    1. É necessário ter uma renda bruta mensal de até R$ 8 mil para se inscrever no programa;
    2. A contratação pode ser realizada por meio de uma entidade participante do programa ou diretamente com a Caixa Econômica.

    No caso das faixas acima, a família precisa escolher um imóvel antes de fazer a simulação de financiamento no site da Caixa, informando o tipo de financiamento requerido, o valor e a localização do imóvel, além de fornecer dados pessoais e a renda familiar.

    É importante realçar que, no caso das faixas 2 e 3, o site do programa habitacional mostra as opções de financiamento e oferece comparação de cenários de juros. Se aprovado, a família entrega a documentação em uma agência Caixa ou correspondente, e a Caixa examina a documentação pessoal e do imóvel. Por fim, após a aprovação, a família assina o contrato de financiamento.

    Veja também: Já ouviu falar no Minha Casa Minha Vida Retrofit? Governo estuda implementar programa

  • Minha Casa Minha Vida: essas regras podem te levar a perder seu imóvel

    Minha Casa Minha Vida: essas regras podem te levar a perder seu imóvel

    O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, aprimorado pelo Governo Federal, surge como uma iniciativa importante para tentar reduzir o déficit habitacional, oferecendo títulos e financiamentos a juros abaixo do mercado para famílias carentes. As inscrições já estão sendo feitas e contemplando muitas famílias.

    No entanto, é importante lembrar que, mesmo o programa tendo uma função social, é preciso cumprir com algumas regras, sob pena de perder a residência. Neste artigo, você vai conhecer algumas dessas regras e as consequências de não cumpri-las, especialmente no que diz respeito à modificação irregular dos imóveis e ao atraso das parcelas. Vamos lá!

    Reformas e ampliações nos imóveis do Minha Casa, Minha Vida

    Ao adquirir um imóvel através do programa Minha Casa, Minha Vida, é importante ter em mente que tanto a Caixa Econômica Federal quanto a construtora não serão responsáveis ​​pelas alterações feitas em sua moradia. Portanto, é necessário analisar bem antes de realizar qualquer modificação, pois você pode perder a garantia do imóvel como um todo.

    A Caixa estabelece algumas diretrizes a serem seguidas para manter uma casa segura e dentro das normas. No que diz respeito a ampliações, é proibido realizar qualquer modificação nos apartamentos. Já nas casas, se desejar fazer uma reforma, é necessário procurar um profissional com registro no Conselho de Classe e ter uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART/RRT). Além disso,  o projeto deve ser aprovado na prefeitura antes de iniciar as obras.

    Nos imóveis construídos com alvenaria estrutural ou paredes de concreto, é proibida a retirada ou mudança, mesmo que parcial, de qualquer parede ou laje para a abertura de vãos, portas, janelas ou escadas. Essas alterações podem comprometer a estrutura do imóvel, colocando em risco a segurança dos moradores. Portanto, é essencial consultar o projeto estrutural e contar com a presença de um engenheiro ou arquiteto responsável ao realizar qualquer modificação ou ampliação na casa.

    Cuidados com pisos, paredes externas e gases

    Além das restrições relacionadas às ampliações, existem algumas regras específicas para os pisos, paredes externas e instalações de gás nos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida.

    No que diz respeito aos pisos, é importante não cortar o piso ou a laje para encaixar as instalações e não tampar os ralos. Em vez de lavar o piso com mangueira ou jogar água com balde, recomenda-se limpar os pisos de cerâmica com um pano molhado ou úmido. Essa prática além de economizar água, evita vazamentos que podem causar danos ao imóvel.

    No caso das paredes externas, é proibido fazer aberturas para instalar portas ou janelas, bem como instalar cabeamento externo para antena de TV; não é permitido a instalação de antenas de TV nas fachadas dos prédios; nem o fechamento permanente dos vãos de portas e janelas, isso prejudica a iluminação e ventilação do seu imóvel.

    Atrasos nos pagamentos das parcelas

    Já no caso de atraso no pagamento das prestações, os valores serão acrescidos de multa e de juros. Se não houver pagamento das parcelas em atraso, a Caixa poderá leiloar seu imóvel. Por isso, quando tiver qualquer problema para pagar as prestações, procure a Caixa imediatamente.

    O atraso no pagamento das prestações permite à Caixa incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros.

    Veja também: Famílias de baixa renda podem comemorar essa GRANDE NOVIDADE do Minha Casa Minha Vida

  • Famílias de baixa renda podem comemorar essa GRANDE NOVIDADE do Minha Casa Minha Vida

    Famílias de baixa renda podem comemorar essa GRANDE NOVIDADE do Minha Casa Minha Vida

    Famílias de baixa renda podem comemorar essa GRANDE NOVIDADE do Minha Casa Minha VidaVocê já ouviu falar do Minha Casa Minha Vida? Esse programa habitacional do governo federal brasileiro tem associado muitas pessoas a realizarem o sonho da casa própria. Agora, uma novidade promete deixar os contemplados ainda mais felizes: as moradias oferecidas pelo Minha Casa Minha Vida serão ainda melhores, proporcionando mais qualidade de vida para as famílias contempladas. Quer saber mais sobre essa novidade? Continue lendo!

    Contemplados no Minha Casa Minha Vida terão moradias melhores

    O relator da medida provisória do Programa Minha Casa, Minha Vida, deputado Marangoni (União-SP), afirmou em audiência pública realizada nesta quinta-feira (4) que deve incluir em seu parecer medidas para garantir a melhoria das moradias existentes, principalmente aquelas nos bairros da periferia. O objetivo é garantir uma melhoria habitacional, que foi incluída na nova versão do programa, mas que precisa ser mais detalhada no texto da medida provisória.

    Segundo Marangoni, o déficit qualitativo é três vezes maior do que o déficit quantitativo, o que significa que a precariedade das moradias é um problema mais grave do que a falta de moradias em si. “Seria fechar os olhos para o problema mais grave que temos hoje, que são os domicílios rústicos, improvisados”, afirmou o relator.

    A comissão é presidida pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), que defendeu o programa lançado pelo governo federal e afirmou que um dos pecados maiores cometidos nos últimos anos foi ter desidratado ou quase extinto um programa habitacional de tamanha envergadura e necessidade para o povo brasileiro.

    Lei de assistência técnica para garantir moradias dignas

    Durante uma audiência, a presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU), Nadia Somekh, sugeriu a inclusão das medidas da Lei de Assistência Técnica de Habitação de Interesse Social (Athis), de 2008, na MP. A lei garante às famílias de baixa direito à assistência técnica pública e renda gratuita para o projeto e a construção de habitações de interesse social.

    Somekh destacou que 82% das habitações no Brasil são feitas sem arquiteto ou engenheiro, o que mostra a importância da assistência técnica para garantir moradias dignas e seguras para uma população de baixa renda.

    Sobre o Minha Casa Minha Vida

    O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é um programa de habitação federal do Brasil criado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março de 2009. Sob gestão do Ministério das Cidades, o Programa oferece subsídio e taxa de juros abaixo do mercado para facilitar a aquisição de moradias populares e conjuntos habitacionais na cidade ou no campo até um determinado valor.

    Para serem atendidas pelo MCMV, as famílias selecionadas precisam preencher alguns requisitos sociais e de renda, além de não possuir imóvel em seu nome.

    Veja também: PROTEÇÃO SOCIAL: Mulheres vítimas de violência devem ter prioridade no Minha Casa Minha Vida

  • PROTEÇÃO SOCIAL: Mulheres vítimas de violência devem ter prioridade no Minha Casa Minha Vida

    PROTEÇÃO SOCIAL: Mulheres vítimas de violência devem ter prioridade no Minha Casa Minha VidaMulheres vítimas de violência e população de baixa renda devem ter prioridade no Minha Casa, Minha Vida, segundo representantes dos movimentos sociais ouvidos pela comissão que analisam a medida provisória MP 1.162/2023 do programa habitacional, nesta quarta-feira (3).

    Os debatedores apontaram que é possível seguir em frente, aliando política habitacional com proteção social. O programa Minha Casa, Minha Vida é um dos principais programas habitacionais e de renda do país, que busca oferecer moradia digna para a população de baixa renda. No entanto, os representantes de movimentos sociais argumentaram que o programa precisa ser aprimorado para atender às necessidades específicas das mulheres vítimas de violência.

    Segundo os debatedores, as mulheres que sofreram violência domestica, por exemplo,  muitas vezes enfrentam dificuldades para acessar moradia segura após deixarem seus agressores. Nesse sentido, é fundamental que o programa Minha Casa, Minha Vida priorize a oferta de moradia para essas mulheres, garantindo a sua segurança e independência.

    População negra e de baixa renda

    Além disso, os representantes de movimentos sociais destacam que a população de baixa renda muitas vezes vive em situações precárias, sem acesso a serviços básicos como saneamento, saúde e educação. Por isso, é importante que o programa habitacional seja aliado à política social, garantindo não apenas moradia, mas também serviços públicos de qualidade para essas famílias.

    Os debatedores também apontaram que é necessário um olhar específico para a população negra, que historicamente foi excluída dos programas habitacionais. Para combater essa desigualdade, é importante que o Minha Casa, Minha Vida priorize a oferta de moradia para essa população, garantindo o acesso à cidade e aos serviços básicos.

    Política social no Minha Casa Minha Vida

    A medida provisória 1.162/2023 foi elogiada pelos representantes dos movimentos sociais, mas eles ressaltaram que é preciso avançar ainda mais para garantir o direito à moradia digna para todos. Para isso, é fundamental que o programa habitacional seja articulado com a política social e considere as necessidades específicas das mulheres vítimas de violência, da população de baixa renda e da população negra.

    É importante destacar que a garantia do direito à moradia é um dos pilares fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Por isso, é essencial que o Estado assuma o compromisso de promover políticas públicas que garantam o acesso à moradia digna para todas as pessoas, independentemente de sua condição social, de gênero ou de raça.

    Veja também: Minha Casa Minha Vida ganha novo valor para financiamento; entenda

  • De fazer chorar: Decisão da Justiça pode acabar com o Minha Casa Minha Vida; entenda

    Os trabalhadores brasileiros de carteira assinada aguardam a segunda parte da votação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.090, que pede a substituição da Taxa Referencial (TR) por um índice de compensação na correção do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

    A votação foi interrompida após dois votos atendidos à correção, dados dos ministros André Mendonça e Luís Roberto Barroso. A decisão será retomada em 27 de abril.

    Se aprovada, a correção do FGTS terá um índice maior, o que resultará em um aumento no saldo do trabalhador. Se a decisão tiver efeito retroativo, melhor ainda: os trabalhadores terão a correção do saldo antigo, o que pode dar uma bolada de dinheiro.

    O FGTS funciona como uma espécie de poupança do trabalhador, mas desde janeiro de 1991, vem sofrendo defasagem, ficando abaixo da tolerância e do rendimento da própria poupança.

    Porém, há preocupações em relação aos possíveis efeitos da mudança na referência para a correção do FGTS no mercado imobiliário e no programa Minha Casa, Minha Vida.

    Como a correção do FGTS pode acabar com o Minha Casa, Minha Vida

    Alguns analistas acreditam que a alteração na taxa do FGTS pode reduzir ou eliminar até o programa habitacional, o que deixa apreensivos os que ainda têm o sonho da casa própria.

    A ADI 5.090 foi proposta pelo partido Solidariedade e tramita no STF desde 2014. Esta é a quarta vez que a ação entra na pauta do Supremo. Em todos esses momentos, houve uma corrida de trabalhador para abrir ações individuais e coletivas, reivindicando a correção do saldo do FGTS. Os processos estão suspensos desde 2019.

    Para Luiz Antônio França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), a correção mais alta pode encarecer o crédito para os de baixa renda, que pode perder o acesso à casa própria. Se o FGTS render mais, o custo dos recursos encarece e os juros para o crédito imobiliário. Assim, segundo estudos da Abrainc, a alteração tira o acesso à casa própria de 13 milhões de famílias de baixa renda.

    Isso porque, atualmente, o custo médio de uma parcela de crédito imobiliário consome 25% da renda dessas famílias. Com a mudança, esse percentual passa para 31%.

    Comissão mista da Medida Provisória (MP) 1162/23

    O assunto foi tratado na comissão mista da Medida Provisória (MP) 1162/23, que retoma o programa habitacional. A medida é válida até 14 de junho.

    O relator da MP, deputado Marangoni (União-SP), defendeu a manutenção da remuneração pela taxa atual (TR + 3%) que, segundo ele, garantiu, nos últimos 4 anos, “rendimento ao cotista muito semelhante à poupança”.

    “Estamos diante do fim do Minha Casa, Minha Vida, caso haja julgamento processante da ADI 5090. Caso a indexação seja pela poupança, o Fundo tem que remunerar TR mais 6%, significa o encarecimento dos empréstimos ao tomador beneficiário de 3%”, frisou o deputado.

    O senador Eduardo Braga (MDB-AM), defendeu o aumento da parcela de financiamento do União ao Minha Casa, Minha Vida, que hoje arca com metade dos recursos do programa. “O que nós não podemos é penalizar o trabalhador de baixa renda pertencente a ele do programa habitacional, porque nós não temos como subsidiá-lo. O que vai acontecer com o julgamento do STF é que o trabalhador de baixa renda ficará sem subordinado e excluído do programa habitacional, se não entrar nos recursos do Orçamento Geral da União”, disse Braga.

    Por enquanto, as discussões seguem indefinidas, mas devem ser retomadas nos próximos dias O que se sabe até agora é que o governo já estuda condições para não prejudicar o andamento do programa, caso correção do FGTS seja aprovada.

    Veja também: Minha Casa Minha Vida vai entregar 9.000 casas em abril; Veja como se inscrever

     

  • Minha Casa Minha Vida vai entregar 9.000 casas em abril; Veja como se inscrever

    Minha Casa Minha Vida vai entregar 9.000 casas em abril; Veja como se inscrever

    Minha Casa Minha Vida vai entregar 9.000 casas em abril; Veja como se inscrever

    O Ministro das Cidades, Jader Filho, informou que o governo deverá entregar 9.000 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida até o final de abril. Ele também disse que mais de 11.000 unidades habitacionais foram reativadas pelo governo.

    Quando o ministro assumiu a carga, havia 83.000 unidades do programa paralisadas, mas com a implementação de diversas portarias e diálogos com entes municipais e estaduais as obras foram retomadas. Até o momento, 6.000 famílias já receberam moradias.

    De acordo com o ministro, as pessoas que moram de aluguel, em situação de rua e em área de risco têm pressa e o governo está trabalhando para entregá-las o mais rápido possível.

    2 milhões de moradias até 2026

    Em 13 de abril, o governo publicou uma portaria que definiu a meta de entregar 2 milhões de moradias até 31 de dezembro de 2026. Algumas mudanças foram definidas na portaria, como no teto de créditos e na faixa de renda.

    Para a faixa 1, que inclui famílias com menor renda, o limite de renda passou de R$ 1.800 para R$ 2.640. Na faixa 2, o limite de renda foi elevado para R$ 4.400, e na faixa 3 para R$ 8.000.

    Segundo Jader Filho, essas alterações permitirão ampliar o benefício a um maior número de famílias de acordo com o reajuste do salário mínimo. Ele também afirmou que os imóveis financiados devem estar em terrenos próximos aos centros urbanos.

    Subsídios ampliados

    O governo ampliou os limites de subsídio para moradias do programa, sendo R$ 170 mil para unidades habitacionais em cidades, operadas com fundos de Arredamento Social e Desenvolvimento Social; R$ 75 mil em áreas rurais, operada com recursos da União; e R$ 40 mil para melhorias em unidades localizadas na área rural, com recursos da União.

    O subsídio é a parte do financiamento paga pelo governo com recursos da União e de fundos. O teto pode aumentar em caso de instalação de sistema de energia solar ou requalificação do imóvel para fim habitacional.

    Como se inscrever no Minha Casa, Minha Vida

    Para quem quer se inscrever no programa governamental, procure a Caixa Econômica Federal mais próxima e compareça com seus documentos pessoais: identidade, CPF, comprovante de renda, extrato do FGTS e comprovante de estado civil.

    De acordo com a Medida Provisória 1.162, terá uma ordem de prioridade para o atendimento das famílias solicitantes do programa:

    • Pessoas em situação de rua;
    • Famílias que tenham a mulher como responsável pela unidade familiar;
    • Famílias que tenham pessoas com deficiência, idosos, crianças e adolescentes;
    • Famílias em situação de risco e vulnerabilidade;
    • Em situação de emergência ou calamidade;
    • Em deslocamento involuntário em razão de obras públicas federais.

    Veja também: Minha Casa Minha Vida ganha novo valor para financiamento; entenda

  • Minha Casa Minha Vida ganha novo valor para financiamento; entenda

    Minha Casa Minha Vida ganha novo valor para financiamento; entenda

    Na última quinta-feira (13), foi oficialmente lançada a portaria com as diretrizes e metas da nova versão do programa Minha Casa Minha Vida. O financiamento popular foi relançado no último mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas faltava definir algumas regras sobre o seu funcionamento. Agora, as famílias unidas já podem saber mais sobre como o programa vai funcionar.

    Entre as novidades, o governo federal pretende atender pelo menos 2 milhões de famílias pelo Minha Casa Minha Vida até 2026, quando chegará ao fim o terceiro mandato do governo Lula.

    A primeira versão do programa foi criada em 2009, na época em que o presidente vivia seu segundo mandato. Ao assumir o comando do país, Jair Bolsonaro lançou o Casa Verde e Amarela para substituir o Minha Casa.

    145 mil novas moradias

    Nesse ano, porém, o atual chefe da União trouxe o programa habitacional de volta. Junto com ele uma série de novidades que pretendem beneficiar as famílias de diferentes faixas de renda. A intenção é de que apenas nesse ano sejam contratados cerca de 145 mil moradias com o Orçamento da União.

    Embora a prioridade do governo seja de que o Minha Casa Minha Vida beneficie famílias com renda familiar de até R$ 2.640, logo enquadradas na faixa 1, o presidente Lula afirmou que outros grupos também devem ser contemplados. Por isso, todas as faixas estão crescendo no teto de financiamento imobiliário.

    Novo valor de financiamento

    O novo valor de financiamento do Minha Casa Minha Vida também foi divulgado na portaria lançada na última quinta-feira. O programa voltou a funcionar no país por meio de uma Medida Provisória, que precisa ser votada em até 120 dias pelo Congresso Nacional. Os novos tetos são:

    • R$ 170 mil para compra ou aluguel de casas em áreas urbanas;
    • R$ 75 mil para unidades na zona rural;
    • R$ 40 para reformas em casas no campo.

    Com essas novas regras, o Minha Casa Minha Vida busca atender às necessidades das famílias brasileiras, oferecendo financiamento com juros baixos e prazos aposentados. O programa é uma iniciativa importante para reduzir o déficit habitacional do país e melhorar a qualidade de vida das pessoas, garantindo o acesso à moradia digna e segura.

    Veja também: EXCELENTE NOTÍCIA pra quem quer financiar pelo Minha Casa Minha Vida acaba de sair

  • Governo confirma EXCELENTE NOTÍCIA para quem sonha com a casa própria

    Governo confirma EXCELENTE NOTÍCIA para quem sonha com a casa própria

    Governo confirma EXCELENTE NOTÍCIA para quem sonha com a casa própria | Você sonha em adquirir a casa própria? Pois saiba que seu sonho pode estar cada vez mais próximo de se tornar realidade. Isso porque, desde que foi relançado, o Programa Minha Casa Minha Vida tem oferecido cada vez mais possibilidades para quem quer sair do aluguel. E as novidades não param de chegar!

    O Governo Federal busca zerar o valor de entrada em imóveis para beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida”. A iniciativa é uma parceria entre estados e municípios para expandir o programa e oferecer mais alternativas para as famílias que têm dificuldade em dar entrada.

    Uso do FGTS

    O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou durante evento da Abrainc que muitas famílias têm condições de pagar as parcelas do financiamento, mas ficam travadas pelo valor da entrada. A ideia é aumentar o seguro do FGTS e diluir o pagamento em mais parcelas para facilitar o acesso dos beneficiários, principalmente da “faixa 1”, que engloba famílias com renda de até R$ 2.640.

    Segundo o ministro, as regiões Norte e Nordeste enfrentam maiores dificuldades por conta da falta de empresas construtoras no setor. O desafio, portanto, é reaquecer o setor nesses locais.

    A iniciativa visa expandir o programa “Minha Casa, Minha Vida” e oferecer mais oportunidades para as famílias que têm dificuldade em adquirir uma casa própria. A parceria entre os governos federal, estadual e municipal pode ser a chave para tornar esse objetivo uma realidade.

    Mais unidades habitacionais

    O ministro das Cidades, Jader Filho, reafirmou a promessa do governo federal de entregar 2 milhões de unidades habitacionais nos próximos 4 anos, mas destacou que essa meta só poderá ser atingida com o apoio dos empresários.

    Jader Filho destacou a importância de contratar unidades para a faixa 1 do programa, que atende a famílias com renda mensal de até R$ 2.640,00. Segundo ele, nenhum imóvel dessa faixa foi contratado nos últimos 4 anos, durante o governo Bolsonaro.

    “Em um país como o nosso, com tantos problemas sociais, passar 4 anos sem contratar uma casa da faixa 1 é um crime e uma falta de sensibilidade gravíssima”, afirmou o ministro.

    Veja também: Quais os critérios para financiar pelo Minha Casa Minha Vida? Veja lista completa

    De acordo com o ministro, o programa Minha Casa Minha Vida tem 186 mil unidades habitacionais contratadas, mas 83 mil obras estavam paradas no começo deste ano. No entanto, nos primeiros 100 dias de governo, foram retomadas 11 mil obras e entregues mais de 6 mil casas.

    Prioridade para a faixa 1

    Durante um evento em Recife, o ministro também havia declarado  que 50% das unidades do programa serão reservadas para as famílias da Faixa 1 e que pessoas em situação de rua serão incluídas na lista de possíveis beneficiários.

    O programa Minha Casa Minha Vida é um dos principais programas habitacionais do governo federal e já entregou 4.785 casas desde o início da gestão, em 11 cidades de 8 estados, com investimento de R$ 491,8 milhões. O governo pretende entregar 7,4 mil casas até o fim de maio e retomar as obras de 30 mil unidades até o final do ano.