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  • DINHEIRO ESQUECIDO: parentes de quem morreu podem sacar? Entenda

    DINHEIRO ESQUECIDO: parentes de quem morreu podem sacar? Entenda

    style=”font-weight: 400;”>O Banco Central lançou o Sistema Valores a Receber (SVR) para que os brasileiros pudessem encontrar dinheiro esquecido em contas bancárias antigas. Os motivos que levaram os valores a ficarem parados na conta podem ser os mais variados possíveis. A primeira retirada desses valores ocorreu ainda no início de 2022, mas uma nova fase deve ser inaugurada em 2023.

    style=”font-weight: 400;”>Por hora, as consultas ao dinheiro esquecido por parte dos brasileiros estão suspensas, mas em breve o Banco Central (BC) deverá divulgar as novas datas e grupos que podem ter direito aos novos montantes.

    style=”font-weight: 400;”>Contudo, ainda restam algumas dúvidas sobre o assunto, já que existem casos em que o dono do dinheiro faleceu e a quantia permanece parada. Neste caso, será que os herdeiros e parentes podem sacar os valores a receber? Entenda melhor como funciona o assunto.

    Dinheiro Esquecido: parentes de quem morreu podem sacar? Entenda
    Dinheiro Esquecido: parentes de quem morreu podem sacar? Entenda | Foto: Freepik

    style=”font-weight: 400;”>Quando o BC vai liberar nova rodada de consulta ao dinheiro esquecido?

    style=”font-weight: 400;”>Primeiramente, saiba que qualquer pessoa física (CPF) ou jurídica (CNPJ) pode ter acesso à consulta do dinheiro esquecido em bancos, bem como tem o direito de reaver o dinheiro. Depois de encontrar os valores a receber, o contribuinte ou empresa deve solicitar o pagamento por meio de Pix, por exemplo.

    style=”font-weight: 400;”>Como informado anteriormente, ainda não existe nenhuma data para que o BC libere lima nova rodada de consultas, Contudo, espera-se que isso ocorra entre os meses de março e abril de 2023. Assim que o sistema for disponibilizado novamente, ele ficará disponível no endereço eletrônico: valoresareceber.bcb.gov.br.

    style=”font-weight: 400;”>Cuidado com golpes envolvendo o SVR

    style=”font-weight: 400;”>O governo brasileiro divulgou informações para proteger os cidadãos, pois inúmeros golpes já foram aplicados a cerca do SVR. Veja quais são as orientações para se proteger dos ataques que foram divulgadas no portal gov.br:

    • style=”font-weight: 400;”>- O sistema não está disponível no momento.
    • style=”font-weight: 400;”>- O Banco Central não envia links nem entra em contato com você para tratar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais.
    • style=”font-weight: 400;”>- Ninguém está autorizado a entrar em contato com você em nome do Banco Central ou do Sistema Valores a Receber.
    • style=”font-weight: 400;”>- Portanto, nunca clique em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram.
    • style=”font-weight: 400;”>- Não faça qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores. É golpe!

    style=”font-weight: 400;”>Dinheiro esquecido pode ser sacado pelos herdeiros?

    style=”font-weight: 400;”>Na situação questionada aqui, devemos recorrer ao que o BC afirmou ainda no início de 2022, já que a regra deve se manter a mesma neste ano.

    style=”font-weight: 400;”>Segundo o banco, terceiros legalmente autorizados poderão sacar o dinheiro esquecido na conta do proprietário. Sendo assim, as pessoas que têm esse direito são:

    • style=”font-weight: 400;”>- Procuradores da pessoa;
    • style=”font-weight: 400;”>- Tutores de quem tem o dinheiro esquecido;
    • style=”font-weight: 400;”>- Curadores;
    • style=”font-weight: 400;”>- Herdeiros;
    • style=”font-weight: 400;”>- Inventariantes;
    • style=”font-weight: 400;”>- Responsáveis por menor não emancipado.

    style=”font-weight: 400;”>Todas essas pessoas têm a permissão de resgatar o dinheiro esquecido caso haja algum valor na conta pessoal ou empresariam. Resta apenas aguardar a liberação da nova fase de consultas e transferências.

  • BC alerta para golpes relativos a dinheiro esquecido no banco

    BC alerta para golpes relativos a dinheiro esquecido no banco

    O aumento no número de consultas sobre falsas mensagens relativas ao sistema Valores a Receber fez o Banco Central (BC) emitir um alerta. A autoridade monetária recomendou uma série de medidas para evitar cair em golpes.

    BC alerta para golpes relativos a dinheiro esquecido no banco

    Segundo o BC, os serviços de atendimento ao cidadão têm recebido volume quatro vezes maior que a média de consultas sobre informações inverídicas. De acordo com a autoridade monetária, grande parte das falsas mensagens passaram a circular na internet nos últimos dias.

    A primeira dica diz respeito a mensagens recebidas pelo WhatsApp para resgatar valores esquecidos no Banco Central imediatamente via PIX. Nesse caso, o órgão orienta o cidadão a ignorar o conteúdo mensagens e a não clicar em links.

    Esses links, informou o BC, roubam senhas em redes sociais e pode instalar vírus e programas espiões no celular do usuário. Informações oficiais sobre valores a receber e sobre a consulta ao sistema são divulgadas apenas no site do Banco Central e nas redes oficiais do órgão, jamais por aplicativos de mensagens ou SMS.

    O Banco Central esclareceu que a consulta a valores esquecidos está suspensa desde abril. Apesar de as instituições financeiras recomeçarem a enviar dados em janeiro, a reabertura das consultas e dos saques continua sem previsão de retorno. Em dezembro, o BC anunciou que, quando o sistema voltar a funcionar, passará a permitir o saque por herdeiros e representantes legais de falecidos.

  • PIX: Novas regras de transações entram em vigor

    PIX: Novas regras de transações entram em vigor

    Sistema de transferências instantâneas em vigor desde novembro de 2020, o Pix entra em 2023 com novas regras. Na última segunda-feira (2/01), o limite individual por transação deixou de existir, o horário noturno passou a ser personalizado e os valores das modalidades Pix Saque e Pix Troco aumentaram.

    As mudanças haviam sido anunciadas pelo Banco Central (BC) no início de dezembro. Segundo a autoridade monetária, as novas regras oferecerão mais segurança e flexibilidade ao mecanismo de pagamento, que bateu recorde de 104,1 milhões de transações por dia com o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro, em 20 de dezembro.

    Segundo o BC, a sugestão para abolir o limite por operação foi feita em setembro pelo Fórum Pix, grupo de trabalho coordenado pelo órgão e secretariado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que reúne as instituições participantes do Pix. Assim, o grupo revela que o valor máximo por transação era pouco efetivo porque o usuário pode fazer diversas operações pelo valor do limite, desde que respeite a quantia fixada para o período diurno ou noturno.

    Confira as novas regras do Pix

    Fim do limite por transação

    O Pix deixa de ter um limite individual por transação, passando a valer apenas os limites diários por período (diurno ou noturno). Dessa forma, o cliente poderá transferir de uma vez todo o limite do período ou fazê-lo em diversas vezes. As regras para o cliente personalizar os limites do Pix não mudaram. As instituições financeiras terão de 24 a 48 horas para acatar a ampliação dos limites e deverão aceitar imediatamente os pedidos de redução.

    Flexibilização do limite noturno

    Até agora, o período noturno, em que os limites de transferência são mais baixos, começavam às 20h e iam até as 6h do dia seguinte. Com a mudança, o correntista pode escolher se o período noturno começará às 22h, terminando às 6h.

    Pix Saque e Troco

    Aumento dos valores disponíveis nas modalidades. Até agora, era possível sacar ou receber como troco R$ 500 via Pix durante o dia e R$ 100 à noite. As quantias passaram para R$ 3 mil no período diurno e R$ 1 mil no período noturno.

    Transferências a empresas

    BC retirou limite para transferências a contas de pessoas jurídicas pelo Pix. Caberá a cada instituição financeira determinar o valor máximo.

    Compras com Pix

    Os limites das operações Pix com finalidade de compra passarão a ser iguais aos da Transferência Eletrônica Disponível (TED). Antes, eram atrelados aos limites dos cartões de débito.

    Aposentadorias e pensões

    Tesouro Nacional poderá pagar aposentadorias, pensões e salários ao funcionalismo por meio de conta salário associada ao Pix. Até agora, o PagTesouro, sistema da Secretaria do Tesouro Nacional que permite pagamentos pelo Pix, estava disponível apenas para receber taxas e multas, substituindo a Guia de Recolhimento à União (GRU).

    Correspondentes bancários

    O BC facilitará o recebimento de recursos por correspondentes bancários por meio do Pix. Cada correspondente bancário poderá ter uma conta em seu nome para movimentação de valores relativos à prestação de serviços, desde que usada apenas para receber recursos.

    Todas essas regras valem desde segunda-feira(2). Na instrução normativa editada em dezembro, o BC estabeleceu que, a partir de 3 de julho de 2023, as instituições financeiras estarão obrigadas a oferecer, no aplicativo associado ao Pix, uma funcionalidade para o cliente gerir os limites e personalizar o início do horário noturno. A maioria das instituições já oferece o recurso aos usuários, de forma facultativa.

  • Com novas regras, Banco Central tornará o Pix mais seguro

    Com novas regras, Banco Central tornará o Pix mais seguro

    O Banco Central (BC) anunciou que fará novas mudanças nas regras do Pix, implementado em 2020, com o intuito de diminuir as ocorrências de vazamento de dados e golpes relacionados à forma de pagamento instantânea. Em outubro de 2021, foi colocada em prática a regra que limita o valor do Pix para mil reais entre 20h e 6h para pessoas físicas.

    Com isso, o objetivo do BC é tornar as instituições financeiras mais responsáveis pela segurança do consumidor quando opta pelo uso do Pix, assim como, monitorar contas suspeitas de serem utilizadas em fraudes.

    Com novas regras, Banco Central tornará o Pix mais seguro

    De acordo com relatório da empresa de cibersegurança PSafe, no primeiro semestre de 2022, foram contabilizadas cerca de 840 mil tentativas de golpes envolvendo o pix, um aumento de 1.200% em comparação com relação ao mesmo período do ano anterior.

    “Algumas medidas práticas que poderiam ser imediatamente implementadas, sem grandes custos para as organizações envolvidas são: colocar limites para o uso do Pix por dia, por CPF/ por CNPJ e por valor; bloquear o repasse imediato de valores relevantes e a criação de um Banco de Dados de CPFs e CNPJs suspeitos”, comenta Ivo Cairrão, fundador e conselheiro no Grupo IAUDIT, especialista com mais de 45 anos de atuação em auditoria, tecnologia e consultoria empresarial, sendo 22 na empresa.

    Além disso, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) aponta que os bancos são responsáveis por evitar que os golpes por meio do Pix ocorram, o que vai de acordo com o posicionamento do BC no debate para implementação de novas medidas para o Pix.

    Cairrão também ressalta a importância de melhorar os programas de auditoria interna das instituições financeiras, até mesmo com eventual responsabilização do diretor da auditoria, em caso de reconhecida ineficiência destes programas. Assim como reforçar o controle de onboarding de clientes, conforme indica o Art. 2º da resolução nº 4.753/19, que regula a adoção de processos e controles que permitam validar a identidade dos titulares das contas.

    Nesse cenário, a checagem de antecedentes ganha mais relevância, afinal, de acordo com órgãos de defesa do consumidor – Procon SP e Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) –, existem falhas no sistema de segurança dos bancos, atreladas ao entendimento do perfil de consumo de cada conta bancária.

    Checagem de antecedentes para diminuir golpes

    Existem dois tipos principais de checagem de antecedentes, também conhecida como background check ou due diligence: o personalizado e o massificado. Segundo o especialista, a checagem de antecedentes personalizada é mais utilizada para casos de menor volume, no qual a empresa contratante deseja receber um dossiê completo do analisado e, a partir dessas checagens, tomar as decisões necessárias.

    Já o background check massificado é feito para analisar um volume maior de checagens via API, sigla em inglês para Interface de Programação de Aplicações. Nessa checagem, se encaixam as empresas que já possuem um sistema de aceite ou recusa de clientes, colaboradores, fornecedores, dentre outros parceiros, como bancos, bigtechs, aplicativos de serviços, etc.

    “A checagem de antecedentes pode ser aplicada em bancos para reduzir o risco de “contas laranjas”, usadas por fraudadores para receberem o dinheiro e realizar saques ou repasses. Para isso, pode ser estabelecido um prazo mínimo para saques e repasses de valores altos e caso algum cliente necessite de repasse imediato do valor, antes do prazo, seria feito pelo aval de um gerente de contas, como acontece com o TED”, exemplifica Cairrão.

    Historicamente, o especialista explica que é natural haver uma “sanfona” entre bons produtos e fraudes decorrentes destes produtos porque os fraudadores estão sempre procurando brechas para novos tipos de fraudes.

    No início, o cartão de crédito era com trilhas e aconteciam compras fraudulentas usando o carbono do cartão original. Para solucionar, mudaram para chip – reduzindo o uso do carbono – e os fraudadores passaram a usar o “chupa-cabra”, inclusive em caixas eletrônicos com tecnologia para prender o cartão nestes caixas para retirar posteriormente o cartão e cometer fraudes.

    Com a chegada da internet, surgiram os programas para fraudar os bancos, programas de phishing e com o Pix não é diferente, assim como, certamente não será diferente com futuros produtos eletrônicos.

    “Com os mais de 45 anos de atividades relacionadas à governança corporativa do segmento financeiro, acredito que com as medidas propostas o Brasil pode ter um grande avanço na segurança, controle e rastreabilidade de ações financeiras decorrentes do Pix para tornar a forma de pagamento cada vez mais protegida”, finaliza ele.