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  • Surpresa: Salário mínimo tem reajuste acima da média nacional

    Surpresa: Salário mínimo tem reajuste acima da média nacional

    Algo mudou no bolso do trabalhador paranaense em 2025 — e para melhor. Um novo valor do salário mínimo foi definido, e ele superou expectativas.

    Com um reajuste inesperado, o novo piso regional chega a R$ 1.984,16, trazendo alívio e também muitas dúvidas. Mas o que realmente significa esse aumento? E quem pode se beneficiar?

    Salário mínimo reajuste acima da média
    Surpresa: Salário mínimo tem reajuste acima da média nacional – Foto: Freepik

    Surpresa: Salário mínimo tem reajuste acima da média nacional

    Antes de tudo, é importante entender que o salário mínimo regional não é o mesmo valor praticado em todo o Brasil. Embora o governo federal tenha estipulado o piso nacional em R$ 1.518,00 para 2025, estados como o Paraná têm autonomia para definir valores superiores, desde que aprovados por órgãos específicos e respeitando as leis trabalhistas.

    Esse valor regional serve como referência obrigatória para os empregadores locais, especialmente quando não há convenções coletivas específicas. Assim, dependendo do setor em que atua, o trabalhador pode ter um salário base bem maior do que o federal.

    Reajuste no Paraná: quanto subiu e por quê?

    O reajuste salarial foi aprovado pelo Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (Ceter), que é formado por representantes dos trabalhadores, empregadores e dos governos estadual e federal. O novo piso regional, agora entre R$ 1.856,94 e R$ 2.275,36, representa um aumento médio de cerca de 6,7% em relação ao ano anterior.

    Esse aumento visa acompanhar o custo de vida local, garantir o poder de compra e valorizar os profissionais de diferentes setores. O valor de R$ 1.984,16 aparece como uma média entre os pisos aplicados aos diferentes grupos ocupacionais.

    Quais setores terão direito ao novo salário mínimo?

    O reajuste no Paraná não é único para todos. Ele varia conforme o grupo de atividades do trabalhador. Veja como ficou:

    Grupo I – Agropecuária, pesca e florestas

    Trabalhadores desses setores receberão R$ 1.918,16, com reajuste de 6,85%. A hora de trabalho foi fixada em R$ 8,72.

    Grupo II – Serviços e comércio

    Empregados de áreas como serviços administrativos, manutenção e vendas passam a ganhar R$ 2.057,59, com reajuste de 6,78%, e valor hora de R$ 9,35.

    Grupo III – Produção industrial

    Indústrias e áreas de produção garantem o valor de R$ 2.123,42, com aumento de 6,71% e hora de trabalho em R$ 9,65.

    Grupo IV – Técnicos de nível médio

    Para esses profissionais, o novo mínimo é de R$ 2.275,36, um acréscimo de 6,58%, com hora trabalhada a R$ 10,34.

    Por que o Paraná lidera com o maior piso regional?

    O Paraná tem mantido historicamente um dos maiores salários mínimos regionais do Brasil. Essa postura se deve à valorização do trabalhador, à forte atuação dos sindicatos e à política estadual de incentivo ao desenvolvimento social.

    Além disso, o custo de vida em regiões metropolitanas como Curitiba exige rendimentos mais altos para manter a qualidade de vida da população.

    Qual o impacto para empregadores e trabalhadores?

    Para os trabalhadores, o impacto é claro: mais dinheiro no bolso, maior motivação e, muitas vezes, melhor qualidade de vida. Já para os empregadores, há um desafio de ajustar as finanças, mas também a oportunidade de reter talentos e melhorar a produtividade.

    Além disso, empresas que não cumprirem o piso estabelecido podem ser penalizadas, o que reforça a importância do cumprimento da legislação trabalhista vigente.

    E o restante do Brasil?

    Embora o Paraná esteja na frente, outros estados também podem implementar salários mínimos regionais. No entanto, muitos ainda seguem o valor federal. Isso reforça a importância de acompanhar a legislação estadual e sindical para saber os direitos trabalhistas conforme a localidade.

    O aumento do salário mínimo para R$ 1.984,16 no Paraná mostra como políticas regionais podem fazer a diferença na vida do trabalhador. Essa valorização não só fortalece o mercado interno, como também reconhece o esforço de quem move a economia.

    Ficar atento aos reajustes, entender a qual grupo profissional se pertence e cobrar os direitos trabalhistas são atitudes essenciais para quem quer garantir o que é justo. Afinal, salário digno é o primeiro passo para uma vida mais equilibrada.

  • Novo cálculo do Salário Mínimo vai te surpreender!

    Novo cálculo do Salário Mínimo vai te surpreender!

    O salário mínimo em 2025 trouxe uma mudança inesperada que chamou a atenção dos brasileiros. Fixado em R$ 1.518, o novo valor representa um aumento de R$ 106 em comparação ao ano anterior — um reajuste de 7,5%, que superou a inflação.

    No entanto, por trás desse crescimento aparente, há uma mudança significativa na fórmula de cálculo, que pode afetar profundamente a economia e a vida de milhões de cidadãos.

    Novo cálculo do Salário Mínimo
    Novo cálculo do Salário Mínimo vai te surpreender! – Foto: Freepik

    Novo cálculo do Salário Mínimo vai te surpreender!

    Tradicionalmente, o reajuste do salário mínimo considerava dois fatores principais: a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos anteriores. Essa fórmula buscava garantir um ganho real ao trabalhador, especialmente em períodos de crescimento econômico.

    Contudo, em 2025, foi introduzido um novo componente: o teto de crescimento de despesas públicas limitado a 2,5%, mesmo que o PIB ultrapasse esse percentual. Por exemplo, mesmo com um crescimento econômico de 3,2% em 2023, o reajuste do salário mínimo foi limitado por essa nova regra fiscal.

    O Impacto do Teto Fiscal

    A nova fórmula tem como objetivo conter os gastos da União e manter o equilíbrio fiscal do país. Ao impor esse teto, o governo busca evitar aumentos excessivos que possam pressionar as contas públicas, especialmente em um cenário onde o salário mínimo influencia diretamente benefícios como aposentadorias, pensões e programas sociais vinculados ao INSS.

    Porém, essa trava fiscal pode restringir os ganhos reais dos trabalhadores, mesmo em momentos de bonança econômica. O resultado é uma tensão constante entre a necessidade de valorização do trabalho e a responsabilidade com as finanças públicas.

    Como isso afeta a população?

    O reajuste do salário mínimo afeta muito mais do que o salário do trabalhador formal. Estima-se que mais de 60 milhões de brasileiros têm alguma forma de rendimento atrelado ao piso nacional. Isso inclui aposentados, pensionistas, beneficiários de programas sociais e trabalhadores informais.

    Portanto, qualquer mudança no cálculo impacta diretamente o poder de compra da população e, consequentemente, o consumo e o crescimento da economia. Se o reajuste for contido artificialmente, o risco é de desaceleração econômica, especialmente em setores que dependem da demanda interna.

    Projeções para 2026: Novo reajuste e desafios

    De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, o salário mínimo deve chegar a R$ 1.630. No entanto, para atingir essa meta dentro do novo regime fiscal, o governo projeta um superávit de R$ 34,3 bilhões, o que exigirá cortes significativos em despesas discricionárias até 2029. Isso inclui reduções em investimentos públicos, obras e até emendas parlamentares.

    Além disso, a partir de 2027, os precatórios voltarão a pesar no orçamento, aumentando ainda mais a pressão sobre as contas públicas. O governo terá que encontrar formas de equilibrar o aumento do salário mínimo com a sustentabilidade fiscal — um desafio que exigirá planejamento e diálogo.

    Equilíbrio necessário: Crescimento x Responsabilidade fiscal

    A nova fórmula representa uma tentativa de conciliar a valorização do trabalho com a responsabilidade fiscal. Em um país com desigualdades históricas e grande dependência do salário mínimo, qualquer mudança na política de reajuste tem um efeito multiplicador. A medida pode contribuir para a estabilidade econômica e controle da inflação, mas também precisa ser acompanhada de políticas que compensem possíveis perdas de poder de compra.

    O que esperar nos próximos anos?

    Ainda é cedo para avaliar todos os efeitos da nova fórmula de cálculo. No entanto, é possível que ajustes sejam feitos conforme os impactos fiquem mais evidentes. O cenário econômico global, a arrecadação de impostos e o comportamento do mercado de trabalho também influenciarão as decisões futuras.

    A discussão sobre o salário mínimo em 2025 mostrou que o tema vai além dos números. Trata-se de um instrumento essencial de justiça social e redistribuição de renda, mas que agora também carrega o peso do equilíbrio fiscal. A grande pergunta que permanece é: como garantir um salário digno sem comprometer a saúde financeira do país?

  • De fazer chorar: Planos de saúde têm reajuste e valor CHOCA usuários

    Você já parou para pensar quanto pode ser impactante um simples anúncio sobre o reajuste dos planos de saúde? Pois bem, prepare-se para essa novidade que promete mexer com o bolso e a curiosidade de milhares de brasileiros.

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nesta segunda-feira (12) que o reajuste máximo permitido para os planos de saúde individual e familiar será de 9,63%. A decisão foi tomada durante uma reunião dos diretores da agência e terá validade a partir de 1º de maio de 2023, retroativamente, até 30 de abril de 2024.

    Segundo a ANS, como diferença no valor das mensalidades reajustadas nos meses de maio e junho serão cobrados nos meses de julho e agosto, juntamente com o reajuste já previsto para esses períodos. O calculado do reajuste leva em consideração a variação dos custos médico-hospitalares, a herança do setor de saúde e a variação da receita das operadoras.

    Índice de reajuste maior do que o acumulado em 12 meses

    É importante destacar que o índice de reajuste máximo de 9,63% é mais que o dobro do acumulado em 12 meses até maio, que foi de 3,94% de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Essa medida afeta os planos médico-hospitalares contratados a partir de janeiro de 1999 ou aqueles que foram adaptados à Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor.

    No entanto, é válido ressaltar que o aumento no valor dos planos de saúde é aplicado pelas operadoras na data de aniversário de um ano do contrato do serviço. Vale mencionar também que essa decisão não envolve os planos coletivos, sejam eles empresariais ou por adesão.

    De acordo com dados da ANS referentes a dezembro de 2022, o setor de planos de saúde contabilizou um total de 50.493.061 usuários em planos de assistência médica, sendo 8,9 milhões deles em planos familiares ou individuais. A agência disponibiliza em seu site um guia para que os consumidores possam pesquisar todos os planos de saúde comercializados no país.

    Reclamações e denúncias

    Para reclamações sobre irregularidades e dificuldades de atendimento, a ANS oferece canais de comunicação como o Disque ANS, através do número 0800 701 9656, o Fale Conosco no site www.gov.br/ans e a Central de Atendimento a Deficientes Auditivos no número 0800 021 2105.

    Com esse reajuste, os beneficiários de planos individuais e familiares devem estar atentos às mudanças nos valores de suas mensalidades e avaliar se a nova taxa é compatível com seu orçamento. É recomendável comparar os diferentes planos oferecidos pelas operadoras e analisar as coberturas e serviços disponíveis antes de tomar qualquer decisão.

    Veja também: 7 ganhadores levaram R$ 100 mil da Nota Fiscal Paulista mas ainda não retiraram o prêmio

  • Trabalhadores desta categoria vão ganhar REAJUSTE de 17% no abono salarial

    Trabalhadores desta categoria vão ganhar REAJUSTE de 17% no abono salarial

    O abono salarial no Estado de São Paulo está prestes a passar por um reajuste significativo, com uma proposta de valorização de 17%. O responsável pela iniciativa é o governador do Estado, Tarcísio de Freitas, que encaminhou um Projeto de Lei Complementar, o nº 87/2023, à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

    A proposta de reajuste abrange os servidores públicos de diversas secretarias do estado, como a Procuradoria Geral do Estado (PGE SP) e a Controladoria Geral do Estado (CGE SP), além de outras autarquias.

    A expectativa é que o reajuste no abono salarial seja debatido pela Alesp já nesta segunda-feira, 5 de junho, e a tramitação pode acontecer com urgência. A ideia é que o texto seja apreciado rapidamente pelas comissões da Casa Legislativa e, posteriormente, seja votado no Plenário.

    Concessão de um abono salarial complementar

    De acordo com o Projeto de Lei Complementar, os servidores públicos devem receber reajustes nos benefícios pela Lei nº 1.379/22. Essa lei prevê a concessão de um abono salarial complementar sempre que a remuneração mensal for inferior a R$ 1.550 para uma jornada de trabalho completa. O mesmo se aplica a remunerações equivalentes ou inferiores a R$ 1.162,50 para uma jornada de trabalho comum, e um salário de R$ 775 para uma jornada parcial de trabalho.

    O governador ressaltou que a medida está prevista no orçamento de 2023 e não comprometerá o equilíbrio fiscal do Estado, seguindo os princípios da Lei de Responsabilidade Fiscal.

    Pagamento do PIS/PASEP

    Enquanto isso, o Governo Federal continua pagando o abono salarial por meio do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) a funcionários de empresas privadas e servidores públicos de todo o país.

    Estima-se que mais de 23 milhões de trabalhadores brasileiros serão beneficiados pelo abono salarial em 2023. O calendário de pagamentos já está em vigor desde o dia 15 de fevereiro e vai até 28 de dezembro.

    No dia 15 de junho, serão contemplados quatro novos grupos de trabalhadores. São eles: os aniversariantes dos meses de setembro e outubro, assim como os servidores cujo número da inscrição termina em 6 e 7. Esses trabalhadores poderão receber quantitativos que variam de R$ 109 a R$ 1.320, desde que comprem as garantias protegidas.

    Veja também: MEI poderá ter direito ao abono salarial em 2023? veja o que diz a legislação

  • Gás de cozinha fica MAIS CARO e novo preço pesa no bolso dos brasileiros; veja valor

    Gás de cozinha fica MAIS CARO e novo preço pesa no bolso dos brasileiros; veja valor

    Desde segunda-feira (1º), o preço médio do gás de cozinha acumula alta de 11,9%. A elevação ocorre devido a uma alteração que estabelece a cobrança de uma alíquota única de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), segundo o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo).

    Com a medida, o valor do tributo deve passar de R$ 14,60 para R$ 16,34, afetando 21 dos 27 estados brasileiros. O impacto será sentido no preço final do botijão de gás de 13 kg, utilizado nas residências.

    Antes, cada estado tinha uma alíquota própria do ICMS a ser cobrado pelo botijão de gás de cozinha, o que resultava em valores diferentes em cada região. Agora, a mudança significará a cobrança de R$ 1,2571 por quilo em grande parte do país.

    Média do preço do gás por estado

    Os brasileiros que moram no Mato Grosso do Sul sentirão a maior alta no preço do gás de cozinha, com impacto de 84,5%. Por outro lado, no Ceará e no Espírito Santo, não haverá mudança de preço. Já nos estados do Acre, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Santa Catarina, o preço do botijão de gás terá queda.

    Veja o preço do gás em cada estado e Distrito Federal:

    • Acre – R$ 120,34
    • Alagoas – R$ 101,24
    • Amapá – R$ 115,49
    • Amazonas – R$ 124,63
    • Bahia – R$ 111,32
    • Ceará – R$ 109,44
    • Distrito Federal – R$ 101,38
    • Espírito Santo – R$ 101,40
    • Goiás – R$ 111,06
    • Maranhão – R$ 103,87
    • Mato Grosso – R$ 124,90
    • Mato Grosso Do Sul – R$ 104,04
    • Minas Gerais – R$ 110,84
    • Pará – R$ 113,44
    • Paraíba – R$ 111,20
    • Paraná – R$ 106,61
    • Pernambuco – R$ 97,86
    • Piauí – R$ 109,40
    • Rio De Janeiro – R$ 95,10
    • Rio Grande Do Norte – R$ 111,36
    • Rio Grande Do Sul – R$ 107,61
    • Rondônia – R$ 124,18
    • Roraima – R$ 129,91
    • Santa Catarina – R$ 122,77
    • São Paulo – R$ 105,22
    • Sergipe – R$ 100,46
    • Tocantins – R$ 122,07

    Impacto para as famílias de baixa renda

    A mudança tem impactado principalmente os trabalhadores e as famílias de baixa renda, que utilizam o gás de cozinha como fonte de energia para cozinhar e aquecer a água. Mesmo que a compra de um novo botijão aconteça em média a cada dois meses, o preço elevado pode pesar no orçamento das famílias.

    No ano passado, o governo federal criou o vale-gás para financiar 50% do valor do botijão de gás para famílias vulneráveis. Neste ano, o programa subiu e passou a oferecer 100% do preço do gás para essas famílias. A medida visa minimizar o impacto da alta do preço do gás de cozinha para as famílias de baixa renda.

    Veja também: Governo bate o martelo e decisão choca beneficiários do Auxílio Gás

  • AVISO GERAL para os aposentados do INSS que recebem um salário mínimo acaba de sair HOJE (01/05)

    AVISO GERAL para os aposentados do INSS que recebem um salário mínimo acaba de sair HOJE (01/05)

    Hoje é um dia de agitação para muitos aposentados que dependem do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para sobreviver. Um importante aviso foi emitido hoje e afeta positivamente a renda desses beneficiários. A notícia está se espalhando rapidamente!

    Aviso Geral para os aposentados do INSS que recebem um salário mínimo acaba de sair HOJE (01/05) Aposentados e pensionistas do INSS podem comemorar. A partir desta segunda feira, o valor das aposentadorias que recebem um salario minimo vai aumentar. Apesar de ser um aumento pequeno, não deixa de ser uma boa noticia, afinal, qualquer valor a mais é vindo, principalmente em períodos de crise. O Novo Valor Todos os aposentados que recebem um salario minimo vai receber  sai de 1.302 para R$ 1.320,00 a partir desta segunda-feira. Portanto, os beneficios pagos a partir deste mes ja vem com o novo reajuste. “A partir de amanhã, o salário mínimo passa a valer R$ 1.320,00 para trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas. É um aumento pequeno, mas real”, reconheceu Lula ao ponderar que, nos últimos seis anos, o reajuste do valor salário mínimo sempre ficou abaixo da inflação acumulada. Novo projeto vai aumentar todos os anos acima da inflação O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou, neste domingo (30), que vai enviar ao Congresso Nacional, nos próximos dias, um projeto de lei (PL) que, se aprovado, tornará obrigatório o reajuste do salário mínimo acima da inflação. Lula também se comprometeu a, até o fim de seu atual mandato, em 2026, aprovar a isenção do pagamento do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais. “Nos próximos dias, encaminharei ao Congresso Nacional um projeto de lei para que esta conquista seja permanente e o salário mínimo volte a ser reajustado todos os anos acima da inflação”, antecipou Lula ao fazer um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, por ocasião do Dia do Trabalhador, nesta segunda-feira (1º). Segundo o presidente, a “valorização do salário mínimo” é parte do projeto de governo, que busca “recompor as conquistas perdidas pelos trabalhadores e trabalhadoras” ao longo dos últimos anos. Fim do congelamento Lula também comentou a medida que eleva, a partir de maio, a faixa de isenção do Imposto de Renda cobrado de trabalhadores formais – uma promessa de campanha do presidente. A correção da tabela já tinha sido anunciada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. “Estamos mudando a faixa de isenção do Imposto de Renda, que há oito anos estava congelada em R$ 1.903,98. A partir de agora, até R$ 2.640,00 por mês não pagará mais nenhum centavo de imposto”, pontuou Lula ao classificar esta como “outra medida muito importante”. “E até o final do meu mandato, a isenção valerá para até R$ 5 mil por mês”, acrescentou Lula, voltando a se comprometer com a elevação gradual da faixa de isenção que, segundo o governo federal, passará a vigorar já a partir de maio por meio da combinação de duas medidas. Além de, na prática, elevar a faixa de isenção dos atuais R$ 1.903,98 para R$ 2.112, o governo concederá um desconto de R$ 528 sobre o imposto pago na fonte, que é retido automaticamente, todos os meses. A soma dos dois valores totaliza os R$ 2.640,00 anunciados – cifra que equivale a dois salários mínimos de R$ 1.320.
    Aviso Geral para os aposentados do INSS que recebem um salário mínimo acaba de sair HOJE (01/05)

    Aviso Geral para os aposentados do INSS que recebem um salário mínimo acaba de sair HOJE (01/05)

    Aposentados e pensionistas do INSS que recebem um salário mínimo têm um motivo para comemorar. Nesta segunda-feira, 1º de maio, foi anunciado um aumento no valor das aposentadorias, que passarão a ser de R$ 1.320, um acréscimo de R$ 18 reais em relação aos R$ 1.302 pagos anteriormente. Apesar de ser um reajuste modesto, ele traz boas notícias, especialmente em tempos de crise econômica.

    O novo valor será aplicado aos benefícios pagos a partir deste mês, totalizando R$ 1.320 para trabalhadores ativos, aposentados e pensionistas. O presidente Lula reconheceu que o reajuste é pequeno, mas real, e ressaltou que, nos últimos seis anos, o aumento do salário mínimo sempre ficou abaixo da inflação acumulada.

    Reajuste acima da infração será anual

    Além do aumento no salário mínimo, o presidente Lula anunciou o envio de um projeto de lei (PL) ao Congresso Nacional, que tornará obrigatório o reajuste do salário mínimo acima da inflação. Em pronunciamento feito em rede nacional de rádio e TV por ocasião do Dia do Trabalhador, Lula antecipou que a valorização do salário mínimo é parte do projeto de governo, que busca recompor as conquistas perdidas pelos trabalhadores nos últimos anos.

    Nova faixa de Isenção

    Outra medida importante anunciada pelo presidente Lula é o fim do congelamento da faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores formais. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, já havia anunciado a correção da tabela. A partir de agora, quem ganha até R$ 2.640 por mês estará isento do pagamento do imposto.

    O presidente Lula se comprometeu a aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais até o fim de seu mandato, em 2026. A medida, que entra em vigor já em maio, combina um aumento na faixa de isenção, de R$ 1.903,98 para R$ 2.112, e a concessão de um desconto de R$ 528 no imposto pago na fonte. A soma dos dois valores totaliza os R$ 2.640 anunciados, o que equivale a dois salários mínimos de R$ 1.320.

  • VALOR REAJUSTADO DO INSS em fevereiro; confira o calendário para os aposentados

    VALOR REAJUSTADO DO INSS em fevereiro; confira o calendário para os aposentados

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já divulgou o calendário completo dos pagamentos para aposentados e pensionistas em 2023. Já é possível saber quando você receberá os benefícios referentes a fevereiro.

    Valor reajustado do INSS em fevereiro; confira o calendário para os aposentados
    Valor reajustado do INSS em fevereiro; confira o calendário para os aposentados | Foto: Informe Brasil

    Pagamentos de fevereiro do INSS atualizados

    De acordo com as informações divulgadas até agora, o INSS começará os pagamentos no dia 17 de fevereiro e terminará no dia 07 de março. O cronograma segue a ordem do digito final do registro social de cada beneficiário.

    Além disso, existem dois calendários disponíveis, um para quem recebe valores de até um salário-mínimo e outro para quem ganha mais do que o piso nacional.

    Reajusta será aplicado em fevereiro; confira o valor.

    Com as atualizações referentes ao salário-mínimo brasileiro, os benefícios pagos pelo INSS aumentaram em 2023. Esse reajuste será repassado para todos os segurados do instituto no segundo mês do ano.

    Sendo assim, quem ganha até um salário mínimo conta com a correção de 7,43%, totalizando R$ 1.302 de  parcela a ser paga todos os meses. No entanto, para quem ganha o teto do INSS, o valor saltou de R$ 7 mil para R$ 7,5 mil.

    Na prática, a quantidade de dinheiro a mais fica desta forma:

    1. Valor em 2022: R$ 1.300; Valor em 2023: R$ 1.377,09;
    2. Valor em 2022: R$ 1.500; Valor em 2023: R$ 1.588,95;
    3. Valor em 2022: R$ 1.800; Valor em 2023: R$ 1.906,74;
    4. Valor em 2022: R$ 2.000; Valor em 2023: R$ 2.118,60;
    5. Valor em 2022: R$ 2.300; Valor em 2023: R$ 2.436,39;
    6. Valor em 2022: R$ 2.500; Valor em 2023: R$ 2.648,25;
    7. Valor em 2022: R$ 2.800; Valor em 2023: R$ 2.966,04;
    8. Valor em 2022: R$ 3.000; Valor em 2023: R$ 3.177,90;
    9. Valor em 2022: R$ 3.300; Valor em 2023: R$ 3.495,69;
    10. Valor em 2022: R$ 3.500; Valor em 2023: R$ 3.707,55;
    11. Valor em 2022: R$ 3.800; Valor em 2023: R$ 4.025,34;
    12. Valor em 2022: R$ 4.000; Valor em 2023: R$ 4.237,20;
    13. Valor em 2022: R$ 4.300; Valor em 2023: R$ 4.554,99;
    14. Valor em 2022: R$ 4.500; Valor em 2023: R$ 4.766,85;
    15. Valor em 2022: R$ 4.800; Valor em 2023: R$ 5.084,64;
    16. Valor em 2022: R$ 5.000; Valor em 2023: R$ 5.296,50;
    17. Valor em 2022: R$ 5.300; Valor em 2023: R$ 5.614,29;
    18. Valor em 2022: R$ 5.500; Valor em 2023: R$ 5.826,15;
    19. Valor em 2022: R$ 5.800; Valor em 2023: R$ 6.143,94;
    20. Valor em 2022: R$ 6.000; Valor em 2023: R$ 6.355,80;
    21. Valor em 2022: R$ 6.500; Valor em 2023: R$ 6.885,45;
    22. Valor em 2022: R$ 7.087,22; Valor em 2023: R$ 7.507,49.

    Confira abaixo o calendário de pagamentos do INSS para o mês de fevereiro de 2023.

    Calendário para quem recebe até um salário-mínimo do INSS

    • Final 1 – 17 de fevereiro;
    • Final 2 – 23 de fevereiro;
    • Final 3 – 24 de fevereiro
    • Final 4 – 27 de fevereiro;
    • Final 5 – 28 de fevereiro;
    • Final 6 – 01 de março;
    • Final 7 – 02 de março;
    • Final 8 – 03 de março;
    • Final 9 – 06 de março;
    • Final 0 – 07 de março.

    Calendário de fevereiro do INSS para quem recebe mais de um salário-mínimo

    • Final 1 e 6 – 01 de março;
    • Final 2 e 7 – 02 de março;
    • Final 3 e 8 – 03 de março;
    • Final 4 e 9 – 06 de março;
    • Final 5 e 0 – 07 de março.
  • AFINAL: para quanto SUBIU a minha aposentadoria do INSS? Descubra

    AFINAL: para quanto SUBIU a minha aposentadoria do INSS? Descubra

    style=”font-weight: 400;”>Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receberam uma grata notícia na última semana. O governo federal anunciou o reajuste de 5,93% no valor pago pelo instituto aos seus beneficiários. Com isso, a aposentadoria de milhões de pessoas aumentou consideravelmente, sendo que o teto do INSS subiu R$ 420,27, totalizando R$ 7.507,49.

    style=”font-weight: 400;”>O anúncio foi feito através da publicação de portaria específica na última semana dentro do Diário Oficial da União (DOU). O reajuste da aposentadoria foi assinado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pelo ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.

    style=”font-weight: 400;”>A correção dos valores da aposentadoria obedece ao  que aponta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o qual foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Afinal: para quanto subiu minha aposentadoria do INSS? Descubra
    Afinal: para quanto subiu minha aposentadoria do INSS? Descubra

    style=”font-weight: 400;”>A aposentadoria pode aumentar ainda mais em 2023? Entenda o motivo da dúvida

    style=”font-weight: 400;”>Mesmo que o aumento da aposentadoria e das pensões pagas pelo INSS tenha ocorrido recentemente, existe uma discussão sobre a possibilidade de um novo reajuste nos valores ainda este ano. Isso porque o salário-mínimo atual está em R$ 1.302, mas ele pode ser atualizado para R$ 1.320 nos próximos meses.

    style=”font-weight: 400;”>O governo federal já disse que alimenta o desejo de fazer essa manobra até o mês de maio. Se isso acontecer, o piso salarial pago pelo INSS aumentaria novamente, bem  como o teto (valor máximo) pago pela própria autarquia.]

    style=”font-weight: 400;”>Quando começa a ser pago o valor atualizado pelo INSS?

    style=”font-weight: 400;”>Atualmente, o INSS paga benefícios e aposentadoria para 37 milhões de pessoas no país. A parti de 25 janeiro, os aposentados e pensionistas que recebem o piso salarial já começarão a receber o valor reajustado por parte do governo. Os depósitos para quem ganha mais do que um salário-mínimo começam no dia 1º de fevereiro e vão até 7 de fevereiro.

    style=”font-weight: 400;”>Vale lembrar que o calendário de depósitos conta apenas com dias úteis, ou seja, não há pagamento previsto para ocorrer aos finais de semana de cada mês. Feriados e dias em que não há expediente bancário também não existe previsão para pagar os benefícios, aposentadoria e pensões do INSS.

    style=”font-weight: 400;”>Afinal de contas, quanto realmente subiu a aposentadoria dos brasileiros?

    style=”font-weight: 400;”>A sua aposentadoria aumentou, mas você não tem certeza sobre qual foi esse reajuste, tudo bem. Lembre-se de que a correção foi realizada com a porcentagem de 5,93%, mas pode aumentar ainda mais a partir de maio.

    style=”font-weight: 400;”>Neste sentido, tudo depende de quanto o beneficiário recebe do INSS, sendo que o reajuste foi proporcional a cada caso. O valor máximo de aumento corresponde a R$ 420,27, destinado a quem recebe o teto do INSS.

  • ENTENDA por que o salário dos aposentados do INSS será menor que R$1.320

    ENTENDA por que o salário dos aposentados do INSS será menor que R$1.320. Segurados do INSS estão com dúvida em relação a esse tema.

    Os salários dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ganham um salário mínimo está abaixo do valor de R$ 1.320 anunciado pelo governo. Entenda por que isso está acontecendo.

    De acordo com o INSS, dos 36 milhões de benefícios pagos, 23 milhões recebem o valor do salário mínimo, ou seja, 36% do total ganha acima do piso nacional.

    ENTENDA por que o salário dos aposentados do INSS será menor que R$1.320
    ENTENDA por que o salário dos aposentados do INSS será menor que R$1.320

    Vale lembrar que o reajuste segue o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano passado, divulgado mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Com a definição do índice de reajuste, o teto do INSS subirá R$ 420,27. Os benefícios de valor mais alto passarão de R$ 7.087,22 no ano passado para R$ 7.507,49 em 2023.

    ENTENDA por que o salário dos aposentados do INSS será menor que R$1.320

    Leia tudo para entender: Os aposentados e pensionistas que ganham o benefício no valor de um salário mínimo, o piso nacional passou de R$ 1.212 para R$ 1.302 desde o dia 1º de janeiro – reajuste de 7,42%, acima do INPC. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo.

    No entanto, o governo anunciou que na verdade o salário mínimo será de R$ 1.320, e não de R$ 1.302 anunciado pelo INSS, ou seja, reajuste de 8,91%. Esse valor está previsto no Orçamento, que ainda não foi sancionado pelo presidente Lula. Até que a sansão do presidente Lula aconteça, fica valendo o valor de R$ 1.302 anunciado pelo INSS nesta quarta-feira (11/01).

    Acredita-se que lula sancione o Orçamento 2023 ainda este mês. Ainda não se sabe se haverá tempo hábil para os aposentados receberem esse reajuste no próximo pagamento que começam dia 25 de janeiro. Por enquanto está valendo o aumento para R$ 1.302. Mas os beneficiários do INSS podem ficar tranquilos, a lei garante que o valor não poderá ser inferior a 1 salário mínimo. Portanto, o salário dos aposentados vai subir para R$ 1.320.

    Final do dígito Data que você vai
    receber o benefício com reajuste
    1 25 de janeiro
    2 26 de janeiro
    3 27 de janeiro
    4 30 de janeiro
    5 31 de janeiro
    6 1 de fevereiro
    7 2 de fevereiro
    8 3 de fevereiro
    9 6 de fevereiro
    0 7 de fevereiro
  • AGORA É OFICIAL: INSS aumenta benefícios acima do mínimo em 5,93%

    AGORA É OFICIAL: INSS aumenta benefícios acima do mínimo em 5,93%

    Agora é oficial: INSS aumenta benefícios acima do mínimo em 5,93%. Veja os detalhes do reajuste!

    Os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acima de um salário mínimo subirão 5,93% neste ano, confirmou hoje (10/01) o Ministério da Previdência Social.

    O reajuste seguirá o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano passado, divulgado mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Aposentadoria e Pensão benefícios INSS O grande golpe em aposentados e pensionistas do INSS
    Agora é oficial: INSS aumenta benefícios acima do mínimo em 5,93% | © Pixabay

    Valor do Teto do INSS

    Com a definição do índice de reajuste, o teto do INSS subirá R$ 420,27. Os benefícios de valor mais alto, o teto do INSS, passarão de R$ 7.087,22 no ano passado para R$ 7.507,49 em 2023.

    Além de corrigir os benefícios acima de um salário mínimo, o INPC é aplicado para o reajuste das contribuições para a Previdência Social. Essas contribuições sobem conforme o salário. Quanto mais o trabalhador na ativa recebe, mais está sujeito a alíquotas adicionais que elevam a contribuição.

    Benefícios que ganham um salário

    Os benefícios atrelados ao salário mínimo subirão 8,91%, de R$ 1.212 para R$ 1.320. No entanto, esse valor ainda precisa ser oficializado por meio de medida provisória. Até agora, vale oficialmente o salário mínimo de R$ 1.302, editado no fim do ano passado. Originalmente, a cerimônia de anúncio do novo salário mínimo estava prevista para ontem (9), mas foi adiada por causa dos atos terroristas em Brasília no último domingo (8).

    O INSS começará a pagar os benefícios de janeiro no fim do mês. Para quem ganha um salário mínimo, o pagamento da aposentadoria, pensão ou auxílio será feito entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Portanto, quem recebe além do mínimo terá o benefício depositado entre 1º e 7 de fevereiro.