Tag: Pix Cobrança

  • De fazer chorar: Caixa começa a cobrar por Pix e pega clientes de SURPRESA

    De fazer chorar: Caixa começa a cobrar por Pix e pega clientes de SURPRESA

    A partir de 19 de julho, as pessoas jurídicas clientes da Caixa Econômica Federal serão tarifadas para realizar transações através do sistema de transferências instantâneas, Pix. Essa autorização para cobrança de tarifas foi concedida pelo Banco Central (BC) e é uma prática adotada pela maioria dos bancos, porém, até então, a Caixa não cobrava por esse serviço.

    A instituição emitiu uma nota desmentindo informações falsas que circularam na segunda-feira, 18 de julho, de que a tarifação se estenderia a outros tipos de clientes. A Caixa enfatizou que pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEI) e beneficiários de programas sociais continuarão utilizando o Pix sem cobrança.

    A Caixa justificou a adoção da tarifação para pessoas jurídicas, alegando que essa prática já é realizada por outras instituições financeiras e foi autorizada pelo Arranjo Pix desde novembro de 2020, conforme a Resolução BCB nº 30/2020.

    O comunicado também informou que a tarifa a ser aplicada às empresas que realizam transações por meio do Pix será uma das menores do mercado. A Caixa reiterou o compromisso de oferecer aos clientes as melhores condições em seus produtos e serviços.

    A seguir, estão detalhadas as tarifas de envio e recebimento do Pix para pessoas jurídicas:

    Pix transferência

    • Envio de empresa para pessoa física por chave Pix, inserção de dados bancários ou iniciação de pagamento: 0,89% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 8,50.
    • Envio entre empresas por chave Pix ou inserção de dados bancários: 0,89% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 8,50.

    Pix compra

    • Empresa recebe Pix de pessoa física em operações de compra por chave Pix, inserção de dados bancários, iniciador de pagamento e Código QR estático: 0,89% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130.
    • Empresa recebe Pix de outra empresa por Código QR estático e iniciador de pagamento: 0,89% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130.

    Pix Checkout

    • Empresa recebe Pix de pessoa física ou de outra empresa por Código QR dinâmico: 1,20% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130.

    Com essa nova medida, a Caixa passa a seguir a tendência de tarifação do Pix para pessoas jurídicas, alinhando-se a outras instituições financeiras do mercado. É importante que as empresas considerem essas tarifas ao utilizar o sistema de transferências instantâneas e avaliem as melhores opções para suas necessidades financeiras.

    Veja também: Saiba quais são as 5 vantagens do Pix essenciais para a vida do MEI

  • Lula bate o martelo e obriga Caixa a voltar atrás em decisão POLÊMICA

    >O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, revelou hoje que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ordenou a suspensão temporária da cobrança de tarifa de Pix para clientes pessoa jurídica privada pela Caixa Econômica Federal. A medida foi tomada visando avaliar a situação em conjunto com o presidente, que retornará ao cargo na próxima semana.

    A Caixa Econômica Federal havia anunciado anteriormente o início da cobrança da tarifa a partir de 19 de julho. No entanto, a pedido do presidente Lula, a suspensão temporária foi determinada até que ele possa analisar a questão e definir as condições e prazos para sua aplicação.

    Rui Costa enfatizou a importância da Caixa Econômica Federal no Brasil, destacando sua popularidade incomparável em relação a outros bancos. Ele ressaltou que aguardará o retorno do presidente para discutir e avaliar a medida, levando em consideração diversos aspectos.

    Outros bancos já estão realizando a cobrança

    O ministro também informou que conversou com a presidente da Caixa, Rita Serrano, a respeito da tarifa de Pix. Segundo ele, Serrano explicou que todos os bancos, sem exceção, já cobram essa taxa de empresas e pessoas jurídicas. A Caixa era o único banco que não o fazia devido a uma questão técnica relacionada à tecnologia. No entanto, após resolver essa questão, a presidente da Caixa não esperava que a decisão de implementar a cobrança tivesse um impacto tão abrangente e repercussão significativa em comparação com as demais instituições financeiras.

    Anteriormente, a Caixa havia comunicado que passaria a cobrar uma tarifa para transações de Pix de clientes pessoa jurídica privada a partir de 19 de julho. Essa cobrança foi autorizada pelo Banco Central desde novembro de 2020, conforme a resolução nº 30/2020. Outros bancos já aplicavam tarifas semelhantes para operações de Pix. Em comunicado, a Caixa ressaltou que não cobrará tarifas de clientes pessoa física, microempreendedores individuais (MEI) e beneficiários de programas sociais. A instituição destacou ainda que os valores a serem praticados estão entre os menores do mercado e podem ser consultados nos sites da Caixa e do Banco Central.c

    Equilíbrio entre os interesses da Caixa  e dos clientes

    A decisão do presidente Lula em suspender temporariamente a cobrança da tarifa de Pix para clientes pessoa jurídica privada reflete a preocupação em avaliar todos os aspectos da medida e buscar o equilíbrio entre os interesses do banco, dos clientes e do desenvolvimento econômico do país. A repercussão dessa decisão aguarda a análise e deliberação do presidente, que retornará ao cargo na próxima semana.

    Veja também:Caixa libera novo saque de até R$ 6.220 para esse grupo de trabalhadores

  • PIX terá importantes NOVIDADES em breve; saiba quais

    PIX terá importantes NOVIDADES em breve; saiba quais

    Desde o seu lançamento, o PIX revolucionou o sistema de pagamentos no Brasil, tornando-se um dos métodos mais utilizados em todo o país. Para aprimorar ainda mais essa solução inovadora, o Banco Central tem trabalhado constantemente no desenvolvimento de novas funcionalidades. Confira algumas das novidades que estão sendo preparadas para o PIX, visando facilitar ainda mais as transações financeiras e proporcionar uma experiência completa aos usuários.

    PIX automático: uma versão aprimorada do débito automático

    Uma das novidades em destaque é o PIX automático, que visa aprimorar a experiência de pagamento recorrente. Essa ferramenta funcionará de forma direta, eliminando a necessidade de convênios entre bancos e geração de serviços. Com o PIX automático, será possível realizar pagamentos automáticos de serviços de streaming, contas de telefone, contas de consumo e até mesmo compras parceladas. Isso representa mais praticidade e comodidade para os usuários, que poderão executar pagamentos recorrentes de forma ágil e segura.

    BolePIX: a solução do Banco Central para o boleto bancário

    Outra novidade que está sendo preparada é o BolePIX, uma solução que replica o boleto bancário através de um QR Code, permitindo o pagamento instantâneo via PIX. Com essa funcionalidade, será possível garantir pagamentos de boletos de forma rápida e segura, com a compensação ocorrendo de maneira instantânea. Isso eliminará a necessidade de aguardar prazos de processamento e mais agilidade nas transações envolvendo boletos bancários.

    PIX Garantido: uma opção de crédito para finalizar compras

    O PIX Garantido é uma funcionalidade em desenvolvimento que visa oferecer aos usuários a opção de crédito para finalizar suas compras por meio do PIX. Com essa nova solução, as instituições financeiras poderão disponibilizar opções de crédito no momento da finalização da compra, oferecendo aos usuários a praticidade de utilizar o PIX como forma de pagamento, mesmo que o saldo em conta não seja suficiente.

    Essa funcionalidade está sendo cuidadosamente desenvolvida pelo Banco Central, que está atento às oportunidades e ao avanço do modelo de negócios para oferecer uma opção viável e vantajosa aos usuários.

    O Banco Central está comprometido em aprimorar continuamente a solução PIX, buscando oferecer aos usuários um sistema de pagamentos completo, eficiente e seguro. Essas novidades em desenvolvimento refletem o compromisso do BC em proporcionar maior comodidade e praticidade nas transações financeiras, impulsionando ainda mais a popularidade do PIX como um dos principais métodos de pagamento do país.

    Veja também: Mudanças no Pix: nova tecnologia no sistema de pagamentos CHOCA brasileiros

  • Mudanças no Pix: nova tecnologia no sistema de pagamentos CHOCA brasileiros

    Mudanças no Pix: nova tecnologia no sistema de pagamentos CHOCA brasileiros

    Mudanças no Pix: nova tecnologia no sistema de pagamentos CHOCA brasileiros | O Pix se tornou um dos meios de pagamento mais populares entre os brasileiros. Atualmente, a solução de pagamento criada pelo Banco Central promete novas mudanças no sistema de pagamentos digitais.

    Otávio Damaso, Diretor de Regulação do Banco Central do Brasil, anunciou recentemente que está sendo planejada a integração do Pix com Open Finance e Real Digital, com o objetivo de desenvolver a economia digital brasileira e garantir mais segurança e eficiência nas transações.

    Implantação da moeda digital no Brasil

    Segundo Damaso, a combinação desses três conceitos leva o Brasil a uma moeda digital que trará “simplificação, internacionalização e conversibilidade” ao país. A convergência do Pix, Open Finance e Real Digital faz parte da agenda de inovação que a atual equipe do Banco Central está trabalhando.

    Damaso afirmou que essas inovações contribuem para a democratização do acesso ao dinheiro. Ele citou o Pix como exemplo, destacando que o Banco Central tem proporcionado igualdade de oportunidades para as instituições do país, e todas participam nas mesmas condições.

    Integração do Pix com o Open Finance e o Real Digital

    A integração do Pix com o Open Finance e o Real Digital Open Finance, também conhecido como Open Banking, é uma iniciativa do Banco Central que funciona como um ecossistema de compartilhamento de dados bancários dos usuários.

    Por outro lado, o Real Digital é uma moeda digital emitida pelo Banco Central que terá o mesmo valor e legalidade da moeda real tradicional. Ele pode ser acessado por meio de uma carteira digital e funcionará como uma forma de pagamento semelhante ao Pix.

    O diretor de Regulação do Banco Central mencionou que o Open Finance permite que os clientes tenham acesso às informações de suas contas e transações, ao invés de restringir apenas à instituição financeira.

    Damaso reconheceu que o Banco Central tem uma agenda desafiadora para promover essas mudanças. No entanto, ele destacou que, desde fevereiro de 2021, 31 milhões de usuários do Open Finance permitiram o compartilhamento de seus dados.

    À medida que a integração do Pix com Open Finance e Real Digital avança, espera-se que traga mais desenvolvimento para a economia digital brasileira, promovendo inclusão financeira e comodidade para pessoas físicas e jurídicas. A combinação dessas tecnologias visa aumentar a segurança, a eficiência e a acessibilidade dos pagamentos digitais no Brasil, formando um ecossistema financeiro mais moderno e robusto.

  • CONFIRMADO: Bancos deixarão de oferecer antiga função por causa do Pix

    CONFIRMADO: Bancos deixarão de oferecer antiga função por causa do Pix

    CONFIRMADO: Bancos deixarão de oferecer antiga função por causa do PixVocê já parou para pensar que aquele antigo jeitinho que costumávamos utilizar para transferências bancárias está prestes a ser extinto? Pois é, as operações via DOC nas instituições associadas à Febraban têm os dias contados e até 2024 elas serão completamente eliminadas.

    Mas calma, não precisa entrar em pânico, porque essa é uma medida que visa modernizar o sistema financeiro do país e trazer mais eficiência e segurança nas transações financeiras. E aí, curioso para saber mais sobre essa mudança? Então continue lendo!

    As transferências via DOC (Documento de Ordem de Crédito) e as operações nas instituições associadas à Febraban (Federação Brasileira de Bancos) deixarão de acontecer até o dia 29 de fevereiro de 2024. A medida foi anunciada recentemente pelo Banco Central do Brasil.

    Criado em 1985 pelo Banco Central, o DOC foi uma forma revolucionária de transferência bancária, na época. No entanto, com o avanço da tecnologia, o DOC perdeu espaço para formas mais rápidas e mais baratas de download de recursos, como o Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central.

    Preferência pelo PIX

    Um levantamento feito pela própria Febraban sobre meios de pagamento com base em dados divulgados pelo Banco Central mostra que foram realizados 59 milhões de operações via DOC em 2022, apenas 3,7% do total de 63 bilhões de transferências feitas no ano. O DOC ficou bem atrás dos cheques (202,8 milhões), TED (1,01 bilhão), boleto (4 bilhões), cartão de débito (15,6 bilhões), cartão de crédito (18,2 bilhões) e do Pix , a escolha preferida dos brasileiros, com 24 bilhões.

    Além do DOC, ficou determinado o fim das operações de TEC (Transferência Especial de Crédito), feito exclusivamente por empresas para pagamento de benefícios a funcionários. A extensão das duas modalidades de meio de pagamento também foi motivada pela experiência e custo-benefício aos clientes. Outras modalidades de operação oferecem o mesmo serviço de maneira instantânea, a exemplo da TED, e sem custo, no caso do Pix, nas transações de menor valor.

    Benefícios das transações por Pix

    De acordo com o Banco Central, a substituição do DOC e do TEC pelo Pix assume diversos benefícios aos usuários, como a possibilidade de downloads 24 horas por dia, sete dias por semana, em poucos segundos e sem custos adicionais. Além disso, a operação será mais segura, já que as transações pelo Pix são autenticadas pelo próprio cliente através de sua chave Pix ou de sua senha, garantindo a segurança e proteção contra fraudes.

    Por fim, é importante ressaltar que a mudança para o Pix não será obrigatória, mas a tendência é que os usuários optem cada vez mais pelo sistema de pagamentos instantâneos. Aos poucos, as instituições financeiras vão diminuindo a oferta de serviços como o DOC, incentivando os clientes a aderirem ao Pix. A modernização do sistema financeiro brasileiro é uma realidade e o Pix é apenas uma das várias iniciativas do Banco Central para tornar as transações financeiras mais eficientes, seguras e acessíveis a todos.

    Veja também: ALERTA GERAL para quem usa o PIX acaba de sair HOJE (02/05)

  • Nova tecnologia testa PIX por aproximação e sem conexão com a internet; entenda

    Nova tecnologia testa PIX por aproximação e sem conexão com a internet; entenda

    Nova tecnologia testa PIX por aproximação e sem conexão com a internet; entenda | Um tecnologia está sendo testada para possibilitar uma nova forma de efetuar pagamentos por Pix sem a necessidade de conexão com a internet. Esta solução envolve o pagamento por proximidade através de um telefone móvel previamente habilitado pelo utilizador.

    A inovação visa atender principalmente cerca de 20% da população que enfrenta problemas de conexão e, por isso, tem dificuldade em realizar transações de Pix no dia a dia. O projeto utiliza a tecnologia NFC (near field communication), que está presente na maioria dos smartphones atuais e permite pagamentos sem contato.

    “Nosso objetivo é alavancar o uso do Pix por meio de NFC e garantir maior alcance por meio de pagamentos offline para novos públicos ou determinadas regiões”, disse Bianca de Oliveira Santos, Coordenadora de Relações Regulatórias e Inovação do Banco Itaú, durante o evento Lift Day promovido pela Banco Central nesta terça-feira (25).

    Transações via PIX com dispositivo off-line

    Pela proposta, o cliente do banco poderia realizar transações simplesmente aproximando seu celular do terminal de pagamento, mesmo que o dispositivo esteja off-line.

    Atualmente, não há previsão de quando o pagamento Pix offline por proximidade será disponibilizado ao usuário final. Como vai funcionar? Para funcionar, o recurso exige que o destinatário tenha um aparelho conectado à internet.

    O procedimento seria feito pelo aplicativo, que também não precisaria de conexão para liberar o pagamento: basta tocar no celular do destinatário e usar a biometria do próprio celular do usuário para autenticar a operação.

    Caso o destinatário não tivesse um celular com NFC, o pagador teria a opção de criar um QR Code offline para concluir a transação – nesse caso, o estabelecimento precisaria ler o QR Code para receber o pagamento.

    Expectativa do Banco Central

    Embora desenvolvida pelo Itaú, a funcionalidade pode ser absorvida pelo Banco Central e futuramente disponibilizada para outras instituições. Porém, ainda é preciso discutir a padronização da criptografia a ser utilizada na comunicação para garantir a segurança dos dados, bem como eventuais ajustes regulatórios para acomodar a novidade. Assim, levará algum tempo para que esse recurso faça parte do dia a dia dos consumidores.

    Veja Também: É possível cancelar um Pix? Saiba o que fazer para evitar fraudes

  • Adeus cartões: Conheça a nova tendência que pode mudar a vida dos brasileiros

    Adeus cartões: Conheça a nova tendência que pode mudar a vida dos brasileiros

    Você sabia que existe uma forma de fazer transferências e pagamentos instantâneos que se tornou um verdadeiro sucesso no Brasil? Esse sistema que conquistou a confiança de aproximadamente 150 milhões de brasileiros em pouco tempo revolucionou o mercado de pagamentos e vem ganhando cada vez mais apoiado. Se você ainda não conhece essa tecnologia, prepare-se para descobrir tudo o que ela pode fazer por você!

    O Pix, sistema de transferências e pagamentos instantâneos lançado pelo Banco Central em 2020, já se tornou uma das maiores revoluções no mercado de pagamentos dos últimos anos. Com a capacidade de movimentar cerca de R$ 1 trilhão por mês, a plataforma vem ganhando cada vez mais garantida, e o Banco Central está trabalhando em outras funcionalidades para ampliar o alcance da solução, como o Pix Parcelado.

    Mas como a nova função impactará as instituições financeiras brasileiras?

    O banco UBS BB estimou que a adição do Pix Parcelado pode trazer um saldo bastante positivo para os bancos, contrariando as previsões iniciais de que a ferramenta gratuita do BC substituiria transações tarifadas, como DOC e TED, ocorreu em uma queda de receita para as instituições .

    Para evitar essa queda, os bancos passaram a oferecer produtos novos relacionados ao Pix, como uma espécie de Pix em parcelas. No caso do Itaú, por exemplo, o Pix é uma forma de originar um crédito pessoal. Já no Nubank e PicPay, as parcelas do Pix são embutidas na fatura do cartão, com o acréscimo de juros.

    Taxas mais baratas no Pix

    Com o lançamento oficial do Pix Parcelado, os bancos esperam reduzir a dependência do segmento de cartões, cujas receitas ficam principalmente nas mãos dos adquirentes e das bandeiras. Para incentivar os clientes a usar o Pix Parcelado, os bancos devem oferecer aos comerciantes taxas mais baratas do que as cobradas pelos operadores de cartões em transações parceladas.

    De acordo com o BC, mais da metade dos pagamentos com cartões são feitos em duas ou mais parcelas. Nas contas do UBS, uma operação em cartão de crédito de R$ 1 mil em 4 parcelas rende, atualmente, aos bancos cerca de R$ 19. Já no Pix Parcelado, um pagamento de R$ 1 mil parcelado em 4 vezes pode render aos bancos R$ 37 – quase o dobro.

    Mais benefício para os comerciantes

    Para os comerciantes, o Pix Parcelado deve sair mais barato que um pagamento tradicional com cartões, principalmente quando há o pedido de antecipação dos recebíveis (quando o comerciante pede para receber o valor integral, ao invés de parcelado, e paga um percentual ao banco para isso).

    Assim, o Pix Parcelado surge como uma nova oportunidade de negócio para os bancos, e pode representar um ganho de receita significativo. Para os consumidores, a funcionalidade deve oferecer mais opções de pagamento, com taxas mais atraentes, trazendo ainda mais conveniência para o uso do Pix.

    Veja também: Nova mudança no PIX pega brasileiros de surpresa

  • Nova mudança no PIX pega brasileiros de surpresa

    Nova mudança no PIX pega brasileiros de surpresa

    Nova mudança no PIX pega brasileiros de surpresa | Atenção, brasileiros! Uma nova mudança no sistema de pagamentos PIX está mexendo com a curiosidade de todos. Isso mesmo, uma nova função está para ser liberada no sistema de pagamento e promete facilitar a vida de muita gente.

    A nova mudança no sistema de pagamentos PIX está sendo estudada pelo Governo Federal e Banco Central do Brasil e pode ser integrada a qualquer momento. A mudança visa permitir o PIX Parcelado, uma opção de pagamento que já é disponibilizada por algumas fintechs, mas ainda não é padronizada.

    De acordo com o Ministério da Fazenda, ainda existem alguns pontos a serem esclarecidos antes da implementação da nova função. O ministro Fernando Haddad participou de uma reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para discutir o assunto e afirmou que a mudança pode trazer benefícios para o país.

    Ao utilizar o PIX Parcelado, o cliente efetua o pagamento de suas compras parceladas diretamente da sua conta, assim como em um cartão de crédito, mas com a cobrança de taxas de juros. É importante que se utilize essa ferramenta com cautela para evitar possíveis endividamentos.

    Como utilizar o parcelamento

    Para realizar o parcelamento de pagamentos utilizando o PIX, é necessário seguir este passo a passo:

    • Acessar o aplicativo do banco que oferece esse recurso;
    • Buscar pela opção “Pagar com Pix”;
    • Em seguida, deve-se escolher o tipo de chave, que pode ser o e-mail, telefone, CPF ou uma chave aleatória;
    • Selecionar a opção “Parcelamento”;

    Para finalizar, o usuário deve confirmar a transação caso esteja satisfeito com as informações garantidas.

    Hoje já é viável controlar um PIX parcelado para qualquer produto ou serviço, desde que o estabelecimento aceite essa forma de pagamento. No entanto, o valor estará sujeito às taxas estipuladas pela instituição financeira que oferece o recurso.

    Veja também EXCELENTE notícia para quem usa o PIX acaba de sair e CHOCA brasileiros

    Embora ainda não haja uma data prevista para o lançamento do PIX Parcelado de maneira padronizada, a expectativa é que a nova mudança traga mais praticidade e facilidade aos usuários do sistema de pagamentos. É importante que os brasileiros estejam atentos às novidades e informações sobre a nova função, para que possam utilizá-la de maneira consciente e segura.