Tag: Pesquisas

  • Cientistas têm cada vez mais certeza sobre como será o FIM DA TERRA

    Cientistas têm cada vez mais certeza sobre como será o fim da Terra, um destino cósmico que desafia a nossa compreensão e desperta a curiosidade sobre o inescapável desfecho do nosso planeta.

    Nos próximos parágrafos, exploraremos as fascinantes teorias e descobertas que revelam o futuro inevitável da Terra diante das mudanças estelares que aguardam o nosso Sol, oferecendo algo intrigante do que nos reserva o destino final de nosso lar planetário.

    Cientistas certeza como será o fim da Terra
    Cientistas têm cada vez mais certeza sobre como será o fim da Terra

    Cientistas têm cada vez mais certeza sobre como será o fim da Terra

    Segundo os cientistas, o Sol passará por uma metamorfose drástica. Seu tamanho se multiplicará por 1.000, e a Terra será devorada por esta gigante vermelha. Mas muito antes desse cataclismo, a Terra sentirá a devastação do aumento solar em tamanho.

    O aumento da gravidade do Sol alterará a órbita da Terra, aproximando-nos perigosamente. A radiação solar intensificada provocará um aquecimento global descontrolado, elevando o nível do mar e causando a extinção de inúmeras espécies.

    Quanto tempo nos resta?

    Hoje, o nosso Sol ainda está na fase da sequência principal, fundindo hidrogênio em hélio no seu núcleo. Contudo, daqui a cerca de 5 bilhões de anos, esgotará a sua reserva de hidrogênio, entrando na fase de expansão e tornando-se uma gigante vermelha.

    Durante esta fase, o Sol se expandirá monumentalmente, engolindo planetas próximos, incluindo a Terra. Mas, segundo estimativas, mesmo antes desta aniquilação final, o aumento gradual da luminosidade solar afetará significativamente as condições do nosso planeta.

    Reflexões sobre o fim da terra

    O fim da Terra é marcado pela evolução irremediável do Sol. Embora a extinção cósmica esteja a distâncias astronômicas em termos humanos, compreender este destino inevitável convida-nos a refletir sobre a nossa existência fugaz no vasto teatro do universo. A questão não é se isso irá acontecer, mas como iremos enfrentar o declínio inexorável do nosso lar planetário nas garras ardentes de uma estrela.

    Como é a morte de uma estrela?

    O processo de morte de uma estrela, semelhante ao destino que aguarda o nosso Sol, segue uma coreografia cósmica. Depois de esgotar o seu fornecimento de hidrogênio no núcleo, a estrela expande as suas camadas externas, tornando-se uma gigante vermelha.

    Esta última dança estelar envolve a fusão de hélio e outros elementos mais pesados em seu núcleo, gerando intensas explosões nucleares. O processo culmina numa espetacular expulsão das camadas exteriores, formando uma nebulosa planetária. O que resta do núcleo estelar torna-se uma anã branca, um remanescente quente e denso que brilha fracamente na vastidão do espaço.

    Em alguns casos, o destino de uma estrela não termina na anã branca. Se a estrela tiver massa suficiente, a gravidade pode superar as forças repulsivas entre elétrons e prótons no núcleo, desencadeando uma supernova. Este cataclismo cósmico ejeta as camadas externas da estrela numa explosão brilhante, deixando para trás uma estrela de nêutrons ou mesmo um buraco negro.

    Esta fascinante dança cósmica, desde a gigante vermelha até à possibilidade de uma supernova, ilustra a complexidade e a diversidade dos destinos estelares. À medida que o Sol se dirige inexoravelmente para o seu fim, ficamos maravilhados com a dança cósmica que molda o universo que habitamos.

  • Se você tem um desses primeiros NOMES, você tem um QI ALTO: O seu está na lista?

    Você já se perguntou se o seu nome poderia dizer algo sobre a sua inteligência? Um estudo surpreendente da Universidade de Stanford revelou que certos primeiros nomes podem estar associados a um QI mais elevado. Esta descoberta intrigante levanta uma questão fascinante: o seu nome está entre os listados?

    Continue lendo para descobrir se você faz parte deste seleto grupo e o que isso pode significar sobre suas habilidades cognitivas. Prepare-se para uma revelação surpreendente!

    tem um desses primeiros nomes QI alto:
    Se você tem um desses primeiros nomes, você tem um QI alto: O seu está na lista?

    O estudo revelou que alguns nomes podem estar associados a um QI mais elevado. Embora não haja uma explicação clara sobre por que isso ocorre, essas informações podem ser intrigantes, especialmente para futuros pais na escolha do nome de seus bebês.

    Os pesquisadores da universidade americana aplicaram testes de QI a um vasto grupo de 70.000 pessoas para chegar a esses resultados curiosos. É importante lembrar que o QI médio na Europa gira em torno de 100 pontos, e valores abaixo de 85 são considerados baixos.

    Ainda que existam diversas formas de inteligência e que o teste de QI não seja um parâmetro definitivo, não deixa de ser incrível observar esses padrões.

    Se você tem um desses primeiros nomes, você tem um QI alto: O seu está na lista?

    A lista a seguir apresenta nomes que, segundo o estudo, estão associados a um QI médio mais elevado. Se seu nome estiver entre eles, talvez seja um motivo para uma pequena comemoração no seu próximo encontro com amigos.

    1. Camila – QI médio de 182
    2. Paulina – QI médio de 172
    3. Tomás – QI médio de 171
    4. Aurélia – QI médio de 165
    5. Guilherme – QI médio de 163
    6. Júlia – QI médio de 157
    7. Juliano – QI médio de 156
    8. Máximo – QI médio de 153
    9. Floriano – QI médio de 148
    10. Sara – QI médio de 142

    Conheça outros nomes femininos mais inteligentes segundo a ciência 

    • Maria
    • Elisabete
    • Helena
    • Susana
    • Há
    • Bárbara
    • Irene
    • Joana
    • Nádia

    Descubra outros nomes de meninos mais inteligentes segundo a ciência 

    • João / João
    • Roberto
    • Guilherme
    • James
    • Tomás
    • Jorge
    • Ricardo
    • Carlos
    • Carlos
    • Paulo
    • Mickael 

    Conclusão

    Embora estes resultados possam ser intrigantes, é crucial destacar que a inteligência de um indivíduo é influenciada por uma miríade de fatores, como ambiente, educação e experiências de vida. Portanto, é fundamental não levar essas informações como determinantes ou limitantes do potencial de uma pessoa.

  • O FIM do papel higiênico está MUITO PRÓXIMO e aqui está seu sucessor

    O FIM do papel higiênico está MUITO PRÓXIMO e aqui está seu sucessor

    O fim do papel higiênico está muito próximo e aqui está seu sucessor | O papel higiênico está vivenciando suas últimas horas? Essa é uma questão cada vez mais discutida. Ao longo dos últimos anos, diversas organizações ambientais ao redor do mundo vêm expressando sérias preocupações quanto ao impacto ambiental do papel higiênico, em especial o tipo extra macio.

    Produzido a partir de papel reciclado e celulose, o papel higiênico extra macio requer uma maior proporção de fibras novas para alcançar aquela suavidade adicional, tornando-o mais oneroso.

    O fim do papel higiênico está muito próximo
    O fim do papel higiênico está muito próximo e aqui está seu sucessor

    Ademais, o papel higiênico não é capaz de proporcionar uma limpeza completa, o que tem levado muitas pessoas a retomarem o método tradicional de higiene: água e sabão, o que também reduz potenciais irritações. Há quem acredite que o fim do papel higiênico está iminente.

    Cientistas revelam o fim do papel higiênico

    Cientistas da Universidade da Flórida realizaram um estudo no qual analisaram águas residuais e coletaram amostras de papel higiênico de diferentes locais do mundo. As descobertas são, no mínimo, alarmantes.

    Estes estudos revelam a presença dos chamados “contaminantes perenes” nos papéis higiênicos, substâncias que podem ser prejudiciais à saúde.

    Considerando essas informações, parece que o final do uso do papel higiênico pode estar mais próximo do que pensamos. Vale ressaltar que já existem países onde este produto não é comum. No Oriente Médio e no Sudeste Asiático, por exemplo, é mais usual higienizar-se com água. Na Jordânia, no Egito ou na Índia, é incomum encontrar sanitários em banheiros; geralmente há um buraco no chão e, após o uso, dispõe-se de um balde com água para enxague e uma mangueira para a limpeza pessoal.

    3 coisas que vão substituir o papel higiênico? 

    1. Bidê tradicional

    1. Bidê tradicional

    • É um equipamento que utiliza água para a limpeza anal. Pode ser instalado na mesma louça do vaso sanitário ou em um equipamento separado.
    • Vantagens: Limpeza mais completa e higiênica, além de ser mais econômica que o papel higiênico.
    • Desvantagens: Pode ser difícil de instalar e não é tão portátil quanto o papel higiênico.

    2. Bidê elétrico

    2. Bidê elétrico

    • É um bidê tradicional que conta com um sistema de aquecimento da água e de jatos de água reguláveis.
    • Vantagens: Oferece uma limpeza ainda mais completa e higiênica, além de ser mais confortável que o bidê tradicional.
    • Desvantagens: É mais caro que o bidê tradicional e pode ser mais difícil de encontrar.

    3. Papel higiênico reutilizável

    Conheça o Papel higiênico lavável e reutilizável: você usaria a nova moda do momento?

    • É um tipo de papel higiênico feito de algodão ou outro material lavável.
    • Vantagens: É mais ecológico que o papel higiênico descartável, além de ser mais confortável para a pele.
    • Desvantagens: Pode ser mais caro que o papel higiênico descartável e requer mais manutenção.
  • 5 SINAIS de que você viverá ATÉ OS 100 anos, segundo a ciência

     5 sinais de que você viverá até os 100 anos, segundo a ciência | Quem não gostaria de desvendar o segredo para uma vida longa e próspera? Enquanto a fonte da juventude ainda é um mistério, a ciência nos oferece pistas intrigantes. Aqui estão 5 sinais reveladores, respaldados pela pesquisa científica, que podem indicar se você tem o potencial de comemorar seu centésimo aniversário! Acompanhe e descubra se você está no caminho para se tornar um centenário.

    Um estudo americano, o New England Centenarian Study, tem estudado pessoas idosas tentando descobrir por que algumas pessoas vivem tanto. Vamos explorar esses 5 sinais surpreendentes que, segundo a ciência, podem sinalizar que você está no caminho certo para desfrutar de uma vida plena e saudável até os 100 anos ou mais. Quem sabe você não possui alguns desses traços promissores?

    sinais você viverá até os 100 anos
    5 sinais de que você viverá até os 100 anos, segundo a ciência

     5 sinais de que você viverá até os 100 anos, segundo a ciência

    1. Pessoas que vivem até os 100 anos lidam bem com o estresse

    Pessoas com mais de 100 anos parecem ser capazes de lidar melhor com o estresse do que a maioria. Elas são capazes de manter a calma sob pressão e não se deixarem levar por emoções negativas.

    2. Você não é obeso

    Centenários geralmente não são obesos. Eles têm um peso saudável e uma boa composição corporal.

    3. Você não fuma

    Pessoas com mais de 100 anos raramente fumavam, ou nunca. O tabagismo é um dos principais fatores de risco para doenças cardíacas, câncer e outras doenças crônicas que podem levar à morte prematura.

    4. Você mantém suas habilidades cognitivas

    Ao contrário da sabedoria popular, pessoas com mais de 100 anos muitas vezes não percebem uma perda significativa nas habilidades mentais. Elas são capazes de pensar claramente e resolver problemas.

    5. Você teve filhos mais tarde na vida

    Mulheres que têm filhos com mais de 40 anos têm quatro vezes mais chances de viver até os 100 anos. Os pesquisadores acreditam que a capacidade de ter filhos mais tarde na vida pode mostrar que alguém está envelhecendo lentamente.

    O que você pode fazer para aumentar suas chances de viver até os 100 anos?

    Aqui estão algumas dicas:

    • Aprenda a lidar com o estresse de forma saudável.
    • Mantenha um peso saudável.
    • Não fume.
    • Exercite-se regularmente.
    • Alimente-se de forma saudável.
    • Cuide de sua saúde mental.
    • Mantenha-se ativo e conectado com outras pessoas.

    Claro, não há garantia de que você vai viver até os 100 anos, mesmo se seguir todas essas dicas. Mas, seguindo um estilo de vida saudável, você pode aumentar suas chances de viver uma vida longa e saudável.

  • Você pode estar fazendo ERRADO sem saber: O SEGREDO que você não conhece sobre a cerveja sem álcool

    Você pode estar fazendo ERRADO sem saber: O SEGREDO que você não conhece sobre a cerveja sem álcool

    Você pode estar fazendo errado sem saber: o segredo que você não conhece sobre a cerveja sem álcool| Por gerações, nos reunimos em torno de copos gelados de cerveja, um símbolo de celebração, camaradagem e relaxamento. No entanto, na busca contínua por alternativas mais saudáveis, muitos de nós nos voltamos para a cerveja sem álcool, acreditando que estamos fazendo uma escolha consciente.

    Mas, e se eu lhe dissesse que, mesmo nessa opção aparentemente simples, há um detalhe surpreendente que muitos de nós temos ignorado? Um pequeno segredo que poderia mudar sua percepção daquela lata ou garrafa inocente. Prepare-se para ver a cerveja sem álcool sob uma nova luz!

    O Brasil e a Cerveja no cenário mundial

    Ao pensar em cerveja, talvez sua mente voe para países tradicionalmente cervejeiros, como Alemanha ou Bélgica. No entanto, o Brasil ocupa um posto de destaque. Somos o terceiro maior produtor dessa bebida tão amada, ficando atrás somente da China e dos Estados Unidos. Impressionante, não?

    De acordo com o relatório da Kirin Holdings Company, divulgado em dezembro de 2022, que avaliou o consumo mundial do ano de 2021, o Brasil figura como o terceiro maior consumidor de cerveja globalmente. Em números, isso significa que foram consumidos impressionantes 14.550 quilolitros de cerveja no país. Para dar uma perspectiva mais pessoal, isso representa uma média de 69,7 litros por habitante.

    segredo que você não conhece cerveja sem álcool
    Você pode estar fazendo errado sem saber: o segredo que você não conhece sobre a cerveja sem álcool

    A ascensão da Cerveja Sem Álcool

    Enquanto a cerveja tradicional sempre fez sucesso, há uma tendência crescente entre os apreciadores da cerveja sem álcool. Mas, por que esse crescimento? Será que é apenas por evitar os efeitos da bebida?

    O segredo que você não conhece sobre cerveja sem álcool

    Agora, segure sua caneca, porque aqui vai uma informação que talvez você não saiba. Muitos ainda desconhecem seu “segredo”. Contrariando a nomenclatura, ela não é completamente “livre de álcool”. Na verdade, contém uma quantidade baixa dessa substância, que pode variar de acordo com a marca e o método de produção.

    A legislação na Brasil, por exemplo, considera “cerveja sem álcool” aquelas com teor alcoólico inferior a 0,5%. Em outros países europeus, esse limite variam de 0,5% a 1%. Isso significa que se você consumir várias dessas cervejas, pode ultrapassar o nível permitido de álcool no sangue, especialmente se for dirigir.

    Mas, as surpresas não param por aí. Além de álcool, essa cerveja contém calorias. Uma pesquisa da Universidade Complutense de Madrid revela que uma lata de 33 centilitros tem aproximadamente 75 calorias. Ou seja, não é uma bebida “light” e deve ser consumida com moderação.

    E a 100% sem alcool?

    Mas, calma! Se você busca uma opção genuinamente livre de álcool, a cerveja 0,0% é a sua solução. Ela é, de fato, isenta de álcool, sendo uma opção segura para quem quer apreciar a bebida e depois pegar a estrada.

    Além disso, quase metade dos apreciadores opta por essa versão quando deseja saborear a cerveja sem preocupações com testes do bafômetro.

    Conclusão

    A cerveja é uma paixão mundial, e o Brasil tem sua relevância nesse cenário. Mas, como em tudo na vida, é importante estar informado. Seja para fazer boas escolhas ou simplesmente para apreciar com moderação, a informação é sempre sua melhor aliada. E agora, já sabe qual será sua próxima escolha? Seja qual for, brinde com responsabilidade!

  • Pesquisa identifica locais com maior risco de inundação

    Um estudo pioneiro realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em parceria com as universidades federais da Paraíba e do Rio Grande do Sul, desenvolveu uma metodologia capaz de identificar locais com maior risco de inundações em cidades, inclusive as provocadas por chuvas extremas. Para isso, foi combinado modelos de previsão de expansão urbana e mudança do uso do solo e hidrodinâmicos.

    Os pesquisadores testaram o modelo com dados da Defesa Civil do município de São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, considerando a enchente de 10 de março de 2019, quando três pessoas morreram afogadas e diversas ruas da cidade ficaram com quase dois metros de altura de água. São Caetano do Sul foi escolhida por ter passado por eventos extremos de inundações e por ter dados hidrometeorológicos e documentações dos impactos de inundações recentes com acesso público.

    Para a modelagem hidrodinâmica, foi utilizado o software Hec-Ras (Hydrologic Engineering Center’s River Analysis System). Já na análise da extensão de áreas inundáveis foram adotados dois modelos digitais de terreno (DTM), com diferentes resoluções espaciais. Os melhores resultados foram obtidos com as simulações de resolução espacial de 5m, que mostraram os mapas de inundação com maior cobertura dos pontos alagados.

    “A nossa ideia foi criar uma metodologia de suporte para os tomadores de decisão. Simulamos como será a mudança do solo nos próximos anos e também o que isso impacta na rede de escoamento fluvial. A partir daí, é possível fazer simulações com cenários. Um exemplo é cruzar os milímetros de chuva em um determinado intervalo de tempo para projetar o que pode ocasionar em uma área do município. Com isso, os gestores poderiam tomar decisões visando evitar danos tanto econômicos quanto de vidas perdidas”, disse o pesquisador Elton Vicente Escobar Silva.

    Ligado com a capital e com os vizinhos Santo André e São Bernardo do Campo, o município de São Caetano do Sul tem um histórico de inundações – foram 29 ocorrências entre 2000 e 2022, segundo os pesquisadores. Por outro lado, é a cidade mais sustentável entre as 5.570 do Brasil, segundo o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC).

    A metodologia desenvolvida para saber o maior risco de inundação pode vir a ser usada por outros municípios na construção de políticas públicas e na tomada de decisões para enfrentar os impactos desses fenômenos, podendo evitar, além da destruição de edificações e de infraestrutura, a morte de moradores. Além disso, tem baixo custo.

    Para a pesquisadora Claudia Almeida, um diferencial do estudo é, além de aliar modelagem hidrodinâmica para área urbana à complexidade da rede de drenagem subterrânea pluvial, usar dados reais para parametrizar e validar o modelo. “Conjugamos imagens de altíssima resolução espacial e deep learning [aprendizado profundo].

  • Custo da cesta básica cai em 13 capitais brasileiras em março

    Em março deste ano, o custo da cesta básica de alimentos caiu em 13 das 17 capitais brasileiras que são analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, elaborada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com os dados divulgados pelo Dieese no último dia 10, as maiores quedas no custo da cesta básica ocorreram em Recife (-4,65%), Belo Horizonte (-3,72%), Brasília (-3,67%), Fortaleza (-3,49%) e João Pessoa (-3,42%). Por outro lado, houve aumento no preço das cestas de Porto Alegre (0,65%), São Paulo (0,37%), Belém (0,24%) e Curitiba (0,13%).

    Em março, a cesta mais cara do país era a de São Paulo, onde o preço médio dos produtos chegou a R$ 782,23. Em seguida estavam as cestas de Porto Alegre (R$ 746,12), Florianópolis (R$ 742,23), Rio de Janeiro (R$ 735,62) e Campo Grande (R$ 719,15). Por outro lado, no Norte e Nordeste do país, onde a composição da cesta é um pouco diferente, ela custava mais barato. Em Aracaju foi encontrada a cesta mais barata do país, onde o custo médio estava em R$ 546,14.

    Levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para cobrir despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário mínimo ideal deveria ser de R$ 6.571,52. Isso significa que ele deveria ser cinco vezes maior do que o salário mínimo atual, de R$ 1.302.

    Ainda segundo a pesquisa, os produtos que mais contribuíram para a queda no preço da cesta básica em março foram o açúcar, o tomate, a banana, o óleo de soja e a carne bovina de primeira. Já os produtos que apresentaram alta no preço foram o leite, o pão francês e o arroz.

    A pesquisa do Dieese tem como objetivo monitorar o valor da cesta básica de alimentos em diferentes regiões do país e avaliar o impacto do preço desses produtos no orçamento das famílias. A cesta básica é composta por produtos como arroz, feijão, açúcar, café, leite, carne, legumes, frutas, entre outros, e serve como uma referência para o cálculo do salário mínimo ideal.

  • Uma nova fonte de ouro foi descoberta no lugar menos esperado do universo

    Uma nova fonte de ouro foi descoberta no lugar menos esperado do universo

    O ouro é um dos metais mais valiosos do nosso planeta, e sua criação sempre foi um mistério para os cientistas. Tradicionalmente, acreditava-se que elementos pesados, como ouro, tório e urânio, fossem formados sob condições energéticas extremas, como explosões estelares ou colisões entre estrelas de nêutrons. No entanto, um novo estudo traz uma descoberta surpreendente: elementos pesados podem ser formados nos discos de acreção dos buracos negros.

    Os discos de acreção são estruturas caóticas que envolvem buracos negros recém-nascidos enquanto consomem poeira e gás do espaço circundante. Os ambientes extremos desses discos possuem uma alta taxa de emissão de neutrinos, facilitando a conversão de prótons em nêutrons, o que é necessário para a formação de elementos pesados.

    Uma nova fonte de ouro foi descoberta no lugar menos esperado do universo

    O Dr. Oliver Just, do grupo de Astrofísica Relativística na divisão de pesquisa teórica do GSI, liderou a pesquisa e afirmou: “Em nosso estudo, investigamos sistematicamente pela primeira vez as taxas de conversão de nêutrons e prótons para um grande número de configurações de disco usando simulações de computador elaboradas e descobrimos que os discos são muito ricos em nêutrons, desde que certas condições sejam atendidas”.

    A massa total do disco é o fator decisivo na formação de nêutrons. Discos mais massivos produzem mais nêutrons por meio da captura de elétrons sob emissão de neutrinos. Por outro lado, se a massa do disco for muito alta, os neutrinos são recapturados em maior medida pelos nêutrons, convertendo-os de volta em prótons e dificultando o processo de captura rápida de nêutrons, ou processo r.

    O estudo sugere que a massa ideal do disco para se tornar uma “fábrica” de ouro e outros elementos pesados está entre 0,01 e 0,1 massas solares. No entanto, ainda não está claro se e com que frequência esses discos de acreção ocorrem em sistemas de colapso, tornando a pesquisa inconclusiva.

    Andreas Bauswein, do Helmholtz Center for Heavy Ion Research, afirmou que os dados atuais são insuficientes, mas a próxima geração de aceleradores, como o Facility for Antiproton and Ion Research (FAIR), permitirá medições com precisão sem precedentes no futuro.

    Embora seja sabido que muitos elementos são produzidos dentro das estrelas, a formação de elementos mais pesados que o ferro requer eventos cósmicos catastróficos. A equipe de pesquisa está trabalhando arduamente, usando simulações para determinar se os buracos negros são realmente o local de formação desses elementos. Essa descoberta representa um momento histórico em que astrofísica e computação se unem para desvendar os segredos do universo e a origem de metais valiosos, como o ouro.

    A pesquisa de Dr. Oliver Just e sua equipe é um passo importante na compreensão da formação de elementos pesados no universo. Até agora, acreditava-se que eventos astrofísicos extremos, como explosões estelares e colisões de estrelas de nêutrons, fossem os únicos responsáveis pela criação desses elementos. A possibilidade de que buracos negros também possam desempenhar um papel na formação de elementos pesados abre um novo campo de investigação.

    Uma investigação futura no campo da astrofísica e da computação será crucial para aprofundar nossa compreensão da formação de elementos pesados. Com a ajuda de aceleradores avançados, como o FAIR, os pesquisadores poderão realizar medições mais precisas e obter uma imagem mais clara do papel dos buracos negros na criação desses elementos. Isso pode levar a novas descobertas e uma compreensão mais completa do universo e da matéria que o compõe.

    Em última análise, a pesquisa de Dr. Just e seus colegas lança uma nova luz sobre a complexa teia de processos cósmicos responsáveis pela formação de elementos pesados, como ouro, tório e urânio.

  • Estudo indica que vacinados com três doses tem mais proteção contra variante ômicron

    Estudo indica que vacinados com três doses tem mais proteção contra variante ômicron

    O trabalho, publicado no Journal of Medical Virology, mostra ainda que os vacinados com três doses possuíam mais anticorpos capazes de neutralizar o coronavírus do que os voluntários que não haviam completado o esquema vacinal ou mesmo os que já haviam tido a doença previamente. Mais de 80% dos infectados do estudo não tinham tomado a terceira dose.

    “Ainda que alguns dos testados previamente infectados pudessem apresentar uma maior quantidade de anticorpos que reconheciam o vírus, os vacinados com três doses possuíam uma melhor qualidade de anticorpos, ou seja, que não apenas reconheciam como efetivamente neutralizavam o SARS-CoV-2”, conta à Agência FAPESP Jaime Henrique Amorim, professor da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), que coordenou o estudo junto com Luiz Mário Ramos Janini, professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) apoiado pela FAPESP.

    As amostras foram coletadas na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia, durante um surto da ômicron ocorrido entre janeiro e março de 2022. Pacientes que chegavam a uma unidade de saúde com sintomas gripais tinham coletadas amostras de swab nasal. A maior parte teve colhidas ainda amostras de sangue.

    Os vírus presentes nas amostras foram isolados e sequenciados, confirmando que eram da cepa ômicron. Os pesquisadores então separaram amostras do soro do sangue dos pacientes para testar a ação dos anticorpos sobre essa variante e sobre a cepa original de Wuhan, que deu origem à pandemia.

    “Os anticorpos presentes nas amostras dos vacinados com três doses se mostraram capazes de neutralizar não apenas a cepa original de Wuhan, como também a variante ômicron. Isso não ocorreu com os não vacinados ou que tomaram uma ou duas doses”, comenta Robert Andreata-Santos, que realiza estágio de pós-doutorado na EPM-Unifesp com bolsa da FAPESP e é um dos primeiros autores do artigo, junto com Jéssica Pires Farias e Josilene Pinheiro, da UFOB.

    Proteção

    Entre os vacinados que se infectaram durante o estudo, apenas 16 haviam tomado a terceira dose. Os 189 que testaram negativo contaram com uma proporção menor de não vacinados (23) do que de vacinados (166), sendo 51 com as três doses.

    O estudo ocorreu num momento em que poucas pessoas haviam tomado a terceira dose dos imunizantes desenvolvidos contra a COVID-19. Os vacinados haviam sido imunizados, em sua maioria, com as vacinas CoronaVac ou AstraZeneca nas duas primeiras doses e o chamado boost com o imunizante da Pfizer, como a maior parte dos brasileiros.

    “Como esperado, vimos que a vacina não impede necessariamente a infecção. O que trazemos de novo é que os vacinados com três doses possuem anticorpos que neutralizam mesmo a ômicron, que surgiu quando as vacinas usadas atualmente já existiam”, explica Luís Carlos de Souza Ferreira, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e coordenador da Plataforma Científica Pasteur-USP, outro coautor do estudo apoiado pela FAPESP.

    Segundo Ferreira, o resultado tem repercussão para o mundo todo, pois mostra a importância de se administrar doses adicionais dos imunizantes atualmente disponíveis para a população. Além disso, os resultados indicam que as diferentes combinações de vacinas aplicadas no país funcionam e são capazes de conferir proteção contra a infecção mesmo por variantes recentes como a ômicron.

    “Os dados que se tinha sobre a terceira dose eram na maioria de países do hemisfério Norte, que foram mais homogêneos nas marcas de vacina usadas. O que temos agora é mais relevante para a realidade brasileira”, destaca Amorim.

    Resultados preliminares de uma nova análise, realizada recentemente pelo grupo no mesmo município, mostram que a administração da quarta dose surtiu efeito também interessante. Os pesquisadores observaram uma ocorrência ainda menor de quadros da doença, mesmo entre os infectados.

    “Aparentemente, a quarta dose é tão importante quanto a terceira. Enquanto novas vacinas feitas especialmente para as novas variantes não estão disponíveis, é fundamental manter altos os níveis de anticorpos neutralizantes na população, o que só se consegue com as doses adicionais”, encerra Andreata-Santos.

    A pesquisa teve apoio da FAPESP ainda por meio de Bolsa de Pós-Doutorado para Maria Fernanda de Castro Amarante. O estudo contou também com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Instituto Serrapilheira.

    O artigo The third vaccine dose significantly reduces susceptibility to the B.1.1.529 (Omicron) SARS-CoV-2 variant pode ser lido em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/jmv.28481.

    Pela Agência FAPESP