Tag: Pagamentos do Bolsa Família

  • Novo Projeto quer dobrar valor do Bolsa Família no fim do ano: veja quem pode receber

    Novo Projeto quer dobrar valor do Bolsa Família no fim do ano: veja quem pode receber

    Você já imaginou o alívio de receber o valor do Bolsa Família em dobro no fim do ano? Pois essa possibilidade está sendo discutida em Brasília. Um novo projeto de lei propõe exatamente isso: garantir um abono natalino, todos os anos, para milhões de famílias que dependem desse benefício social.

    Embora ainda não esteja aprovado, o texto já chama atenção por sua proposta direta. Ele quer transformar dezembro em um mês de reforço financeiro para quem enfrenta o desafio diário de manter as contas em dia. Portanto, entender esse projeto pode fazer diferença para muitas pessoas.

    O que diz o projeto sobre o abono natalino do Bolsa Família

    De acordo com o Projeto de Lei 4156/24, todos os beneficiários do Bolsa Família receberiam uma parcela extra em dezembro. Esse valor seria equivalente à quantia regular que a família já recebe. Assim, o pagamento mensal se transformaria em dois, trazendo mais conforto financeiro para o fim do ano.

    Além disso, o projeto não se trata de uma medida temporária. A proposta pretende tornar esse pagamento um direito anual, assegurado por lei. Isso significa que, se aprovado, todos os anos as famílias poderão contar com esse reforço. Para quem vive com o orçamento apertado, isso faz toda a diferença.

    Novo Projeto quer dobrar valor do Bolsa Família
    Novo Projeto quer dobrar valor do Bolsa Família no fim do ano: veja quem pode receber

    Por que o projeto pode beneficiar tantas famílias

    Atualmente, o valor mínimo do Bolsa Família é de R$ 600. No entanto, esse valor pode aumentar dependendo do número de filhos ou da condição da família. Por isso, o pagamento em dobro não seria fixo, mas sim proporcional ao que cada grupo familiar já recebe mensalmente.

    Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o Bolsa Família atendeu mais de 20,5 milhões de famílias só em janeiro de 2025. Com isso, o impacto de um abono natalino seria significativo. Afinal, esse valor extra movimentaria a economia local e ajudaria pequenos comércios e mercados nas comunidades mais carentes.

    Qual é a justificativa para a criação do abono

    O autor do projeto, deputado Delegado Éder Mauro (PL-PA), apresentou argumentos sociais importantes. Para ele, o Bolsa Família já cumpre um papel fundamental no combate à pobreza. No entanto, esse reforço no fim do ano ajudaria ainda mais a garantir dignidade às famílias.

    Além disso, ele defende que o mês de dezembro sempre traz custos extras. Entre as festas, a compra de alimentos especiais e a renovação de roupas e materiais escolares, o orçamento das famílias fica apertado. Portanto, um valor dobrado nesse momento pode evitar dívidas e proporcionar mais tranquilidade.

    Como está o andamento do projeto na Câmara

    Atualmente, o texto ainda está em fase de análise na Câmara dos Deputados. Por isso, ele precisa passar por várias comissões antes de seguir para o Senado. Entre as comissões responsáveis estão a de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Como o projeto tramita em caráter conclusivo, ele pode ser aprovado diretamente pelas comissões, sem precisar passar pelo plenário da Câmara. No entanto, isso só acontece se não houver recurso pedindo a votação em plenário. Portanto, o avanço depende do interesse político e da pressão social.

    O que representa esse abono natalino do Bolsa Família para os beneficiários

    Para milhões de brasileiros, o Bolsa Família é a principal fonte de renda. Por isso, um valor extra em dezembro pode significar muito mais do que um simples benefício. Ele pode representar a chance de um fim de ano digno, com comida na mesa e menos preocupação com as contas.

    Além disso, o impacto psicológico de um benefício extra não deve ser subestimado. Afinal, quando a população sente que o Estado reconhece suas necessidades, há um fortalecimento do sentimento de cidadania. Isso também contribui para a autoestima e para o senso de pertencimento social.

    Considerações finais

    O abono natalino para o Bolsa Família ainda não é realidade, mas a proposta avança e ganha apoio. Com a possibilidade de dobrar o valor do benefício em dezembro, o projeto traz esperança para milhões de famílias. Mais do que um auxílio financeiro, a medida representa respeito à dignidade de quem vive em vulnerabilidade. Agora, tudo depende do ritmo das comissões e do apoio político necessário para transformar essa ideia em lei.

  • Bolsa Família autoriza pagamento extra para gestantes e adolescentes; veja calendário

    Bolsa Família autoriza pagamento extra para gestantes e adolescentes; veja calendário

    O programa Bolsa Família, conhecido por fornecer auxílio financeiro a famílias em situação de vulnerabilidade social, anunciou um novo benefício que será pago a partir deste mês. A partir do dia 19, será concedido um valor adicional de R$ 50, chamado de Benefício Variável Familiar (BVF), destinado a gestantes, adolescentes entre 12 e 18 anos e crianças a partir de 7 anos.

    Esse valor extra será somado à parcela mensal de R$ 600 já recebidos pelas famílias beneficiárias. Desde março, aqueles que possuem dependentes com menos de 7 anos já recebem o Benefício Primeira Infância (BPI), no valor de R$ 150 por criança. Agora, grávidas, adolescentes e crianças maiores também terão direito a um auxílio mensal de R$ 50.

    Benefício Variável Familiar

    Assim como o BPI, o Benefício Variável Familiar é pago de acordo com a composição da família e é dividido em três modalidades: Benefício Variável Familiar Criança (BVC), voltado para crianças entre 7 e 12 anos incompletos; Benefício Variável Familiar Adolescente (BVA), para dependentes entre 12 e 17 anos incompletos; e Benefício Variável Familiar Gestante (BVG), destinado a grávidas e nutrizes.

    A inclusão do benefício adicional estava prevista na Medida Provisória (MP) nº 1.164, apresentada pelo governo federal ao Congresso Nacional em março de 2023. No último dia 30/05, a MP foi aprovada na Câmara dos Deputados, e, posteriormente, na quinta-feira (1º), foi aprovada no Senado.

    Quem tem direito ao Bolsa Família

    O acesso ao Bolsa Família é destinado a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que a renda mensal per capita não ultrapasse R$ 218. Por exemplo, se em um grupo de sete pessoas apenas uma trabalha e recebe um salário mínimo, uma renda per capita seria de R$ 188, abaixo do limite definido. Portanto, essa família teria direito a ser beneficiada pelo programa.

    O valor a ser pago para cada família é calculado com base no número de membros através do Benefício de Renda da Cidadania (BRC), que atualmente é de R$ 142 por pessoa. Por exemplo, uma família com sete pessoas receberia um pagamento mensal de R$ 994. No entanto, em grupos menores em que a renda não alcance o valor mínimo de R$ 600, é pago o Benefício Complementar (BCO) para atingir esse patamar.

    Pagamentos do Bolsa Família em junho

    Veja o calendário dos pagamentos das parcelas de junho do Programa Bolsa Família:

    • NIS com final 1: pagamento no dia 19 de junho;
    • NIS com final 2: pagamento no dia 20 de junho;
    • NIS com final 3: pagamento no dia 21 de junho;
    • NIS com final 4: pagamento no dia 22 de junho;
    • NIS com final 5: pagamento no dia 23 de junho;
    • NIS com final 6: pagamento no dia 26 de junho;
    • NIS com final 7: pagamento no dia 27 de junho;
    • NIS com final 8: pagamento no dia 28 de junho;
    • NIS com final 9: pagamento no dia 29 de junho;
    • NIS com final 0: pagamento no dia 30 de junho.

    Veja também: Comunicado Geral sobre o Novo Cartão do Bolsa Família e quem vai receber?

  • Bolsa Família tem MAIOR valor médio da história para SURPRESA dos beneficiários

    Bolsa Família tem MAIOR valor médio da história para SURPRESA dos beneficiários

    Bolsa Família tem MAIOR valor médio da história para SURPRESA dos beneficiários | O Programa Bolsa Família marcou a histórica nesse mês de maio, com o valor médio pago aos beneficiários alcançando o recorde de R$ 672,45. Além disso, um milhão de pessoas foram incluídas no programa, elevando o total de famílias beneficiadas para 21,2 milhões. O governo federal anunciou que o investimento atinge um patamar inédito de R$ 14,1 bilhões.

    O pagamento do benefício teve início no dia 18 de maio para os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) finalizado em 1 e seguirá até o dia 31, quando será pago aos beneficiários com NIS finalizado em zero. Essas informações foram divulgadas pelo Planalto em nota, celebrando o feito como o mais alto de todos os tempos.

    O Bolsa Família garante um mínimo de R$ 600 às famílias beneficiárias. Além disso, aquelas que possuem crianças de até seis anos recebem um adicional de R$ 150 por criança. No mês de maio, mais de 9 milhões de crianças receberam esse benefício adicional.

    A partir de junho, está previsto um adicional de R$ 50 a ser pago para cada membro da família com idade entre 7 e 18 anos incompletos, além das gestantes.

    Programa presente em todo o país

    O programa de transferência de renda está presente nos 5.570 municípios do país. De acordo com o Planalto, a região Nordeste concentra o maior número de beneficiários, com mais de 9,7 milhões de famílias nos nove estados, totalizando um investimento federal de R$ 6,3 bilhões. Em segundo lugar está a região Sudeste, com 6,33 milhões de famílias beneficiárias e um montante de repasses superior a R$ 4,25 bilhões.

    Na Região Norte, 2,59 milhões de famílias são beneficiadas em sete estados, enquanto no Sul são 1,43 milhão de famílias. Já nas quatro unidades federativas do Centro-Oeste, são beneficiadas 1,13 milhões de famílias.

    Quando considerado o corte estadual, São Paulo lidera a lista de beneficiários, com mais de 2.579 milhões de famílias recebem um benefício médio de R$ 678, o que representa um investimento federal de R$ 1,74 bilhão. Em seguida, estão sete estados com mais de um milhão de famílias contempladas: Bahia (2,5 milhões), Rio de Janeiro (1,82 milhão), Pernambuco (1,67 milhão), Minas Gerais (1,62 milhão), Ceará (1,49 milhão), Pará (1,35 milhão) e Maranhão (1,23 milhão), conforme informado pelo Planalto.

    Quem tem direito ao Bolsa Família

    Para ser elegível ao Bolsa Família, a renda mensal per capita da família deve ser de até R$ 218. Isso significa que a soma de todas as rendas das pessoas da família, dividida pelo número de pessoas, não pode ultrapassar esse valor. A inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) é um requisito para receber o benefício, além de atender os critérios já citados.

    A inscrição pode ser feita nos postos de cadastramentos ou no atendimento das assistências sociais nos municípios.

    Por meio do site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (na aba Serviços – Carta de Serviços), é possível encontrar o posto de atendimento mais próximo, bem como saber as documentações e informações necessárias.

  • Lula CONFIRMOU 13 pagamentos do Bolsa Família em 2023 para os beneficiários? Entenda

    Muitas notícias começaram a brotar na internet sobre a liberação de 13 pagamentos do Bolsa Família em 2023. Aliás, alguns portais afirmam que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já bateu o martelo sobre o assunto. Será que isso é verdade e haverá um pagamento extra neste ano para os milhões de inscritos?

    Vale a pena entender o assunto para não cair no “conto do vigário” e se planejar para receber o 13º do Bolsa Família em 2023 e acabar se frustrando no futuro. Aliás, boa parte da esperança se deposita nas novas regras que devem ser anunciadas ainda em março.

    Novo Bolsa Família trará novidades em março

    De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, a proposta do novo Bolsa Família deve ser entregue ao presidente Lula já na próxima semana. Isso porque o benefício que ainda vigora no país é o remanescente do Auxílio Brasil, mesmo que o nome popular seja outro.

    A expectativa é a de que o Bolsa Família, propriamente dito, entre em vigor a partir do próximo mês. Algumas mudanças são esperadas para o maior programa de redistribuição de renda e igualdade social do país; tais como:

    • 1 – Pagamento de até dois bônus extras de R$ 150 para famílias que tenham crianças de 0 a 6 anos de idade como dependentes;
    • 2 – Liberação de cursos de capacitação profissional com acesso a vagas de emprego para os beneficiários;
    • 3 – Revisão dos cadastros do CadÚnico (Cadastro Único) para eliminar as pessoas que não se enquadram nas regras; entre outras coisas.

    Contudo, a proposta não diz respeito ao pagamento do 13º salário do Bolsa Família. Ainda assim, a esperança de alguns analistas e também de vários beneficiário é esta.

    Benefício pode ter 13º pagamento em 2023?

    Por enquanto não existe nada que garanta o pagamento do 13º salário do Bolsa Família em 2023. Há sim uma proposta para analisar a possibilidade dessa parcela extra.

    Contudo, de acordo com as informações mais recentes, a medida pode levar até quatro meses para ser analisada.

    Esse é um tipo de proposta que depende de aprovação orçamentária, a qual deve passar pelo crivo do poder legislativo. Ou seja, Câmara e Senado Federal devem participar a alteração das regras para ativar esse tipo de pagamento.

    Sendo assim, até o segundo semestre de 2023 não deveremos ter uma resposta sobre o tema. Além disso, vale lembrar que historicamente não é comum o pagamento de uma parcela extra dentro do Bolsa Família, embora o tema tenha sido discutido desde os últimos anos por conta da pandemia.

    Consignado do Bolsa Família está liberado?

    Outro tema delicado a respeito do assunto é o que trata do empréstimo consignado do Bolsa Família. Da mesma forma que o 13º pagamento, muitas pessoas afirmam que a medida está aprovada.

    Contudo, não é bem assim. O que acontece é que novas regras foram determinadas pelo governo sobre a modalidade. Elas são as seguintes:

    • Empréstimo poderá comprometer apenas 5% dos R$ 600 do Bolsa Família, ou seja, R$ 30;
    • Juros devem ter máximo de 2,5% ao mês (1% a menos do que ocorreu no Auxílio Brasil);
    • Parcelas devem ser quitadas em, no máximo, 3 meses.

    Contudo, mesmo que existam novas regras sobre o consignado do Bolsa Família, a Caixa ainda não liberou e não tem certeza se irá fazer isso. Neste momento, é preciso esperar o pacote de mudanças que será anunciado em março.