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  • Mais um banco adere ao DESENROLA e brasileiros poderão renegociar dívidas

    Mais um banco adere ao DESENROLA e brasileiros poderão renegociar dívidas

    Mais um banco adere ao DESENROLA e brasileiros poderão renegociar dívidas

    O Desenrola, programa do governo federal criado para ajudar a população a quitar suas dívidas, ganhou mais um banco participante. O Banco do Nordeste anunciou na última quinta-feira, dia 14, sua entrada no programa, com o objetivo de facilitar a renegociação de dívidas de microcréditos urbanos e rurais ofertados pela instituição financeira.

    Além disso, o Banco do Nordeste está em negociação com outros bancos públicos, como o BNDES, Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Caixa Econômica Federal, para criar parcerias em vários municípios onde operam. Essa união entre os bancos tem como finalidade trazer mais benefícios e aumentar a abrangência do programa.

    Importância do Desenrola Brasil para impulsionar a economia

    O presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, ressaltou a importância do Desenrola Brasil para impulsionar a economia diante da recuperação após a pandemia. Segundo ele, conceder oportunidades para que os brasileiros coloquem em ordem sua situação financeira é fundamental para que voltem a ter acesso ao crédito, especialmente diante dos impactos econômicos provocados pela crise sanitária.

    O programa Desenrola Brasil é direcionado para pessoas físicas que possuem uma renda de até dois salários mínimos por mês e dívidas de até R$5 mil. Os bancos participantes do programa devem perdoar todas as dívidas com valores de até R$100, a fim de aliviar a situação financeira de milhões de pessoas.

    A adesão dos bancos ao programa já era esperada, uma vez que a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) participou da criação do Desenrola em conjunto com o Ministério da Fazenda e manifestou apoio à medida.

    Quando começam as negociações?

    Prevê-se que as renegociações das dívidas comecem no próximo mês no âmbito do Desenrola. Após a publicação da medida provisória, o governo realizará um leilão para que ocorra a adesão dos credores. Segundo o Ministério da Fazenda, as instituições que oferecerem os maiores descontos serão contempladas.

    Com a entrada do Banco do Nordeste no Desenrola, os brasileiros têm mais uma alternativa para se livrarem de suas pendências financeiras. A adesão de outros bancos públicos também está em andamento, o que fortalece o programa e possibilita que mais pessoas se beneficiem dele. Espera-se que essa iniciativa contribua para a recuperação econômica do país e ajude os cidadãos a reconstruírem suas vidas financeiras.

    Veja também: Desenrola Brasil terá TRÊS opções de pagamentos para negativados

  • Desenrola Brasil terá TRÊS opções de pagamentos para negativados

    Desenrola Brasil terá TRÊS opções de pagamentos para negativados

    O governo federal anunciou no dia 5 de junho o lançamento do programa Desenrola Brasil, por meio de uma Medida Provisória. Desde o início do mandato como ministro da Fazenda, Fernando Haddad tem enfatizado a importância desse projeto, que visa proporcionar alívio financeiro aos brasileiros com dívidas de até R$ 5 mil.

    Estar com o nome restrito devido a dívidas é uma situação desconfortável, pois impede o acesso a créditos pessoais, cartões de crédito e afeta a pontuação do score. Além disso, em casos de emergência, torna-se praticamente impossível obter crédito no mercado. O Desenrola Brasil surge como uma solução para esse público.

    70 milhões de brasileiros  serão beneficiados

    A expectativa do governo federal é que cerca de 70 milhões de pessoas sejam diretamente beneficiadas e consigam quitar suas contas. O programa atenderá a dois grupos distintos. O primeiro grupo englobará aqueles com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no Cadastro Único, que possuíam dívidas registradas até 31 de dezembro do ano anterior. O segundo grupo será destinado a pessoas endividadas diretamente com os bancos.

    O sucesso do Desenrola Brasil dependerá da adesão dos credores e instituições financeiras. Algumas instituições importantes, como Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Itaú, já confirmaram a participação. O governo federal pretende oferecer incentivos financeiros aos credores para encorajá-los a negociar como dívidas.

    Como acontecerão as negociações

    O processo de negociação no Desenrola Brasil será  processado por meio de uma plataforma online, que ainda não possui dados de lançamento definidos. Estima-se que o sistema esteja disponível a partir de agosto, permitindo que os devedores acessem todas as suas pendências financeiras. O programa será aplicável a dívidas que totalizam até R$ 5 mil.

    Formas de pagamentos oferecidas pelo Desenrola

    De acordo com as informações divulgadas pelo governo federal através da Medida Provisória, o Desenrola Brasil oferece três opções de pagamento aos devedores:

    • À vista: Possibilidade de redução parcial do valor total da dívida original, com pagamento em parcela única.
    • Parcelamento: Nessa opção, o devedor poderá contratar crédito com um banco para quitar suas dívidas. O pagamento desse crédito poderá ser feito em até 60 meses, com taxa de juros de até 1,99% ao mês.
    • Pagamento direto com o agente bancário: Nesse caso, o banco oferecerá ao devedor as condições de pagamento.

    No caso da segunda opção, o financiamento poderá ser quitado por meio de PIX, débito em conta ou boleto bancário. O primeiro vencimento agendado para 30 dias após a negociação.

    O programa Desenrola Brasil representa uma importante iniciativa do governo federal para ajudar os brasileiros a regularizarem suas finanças, proporcionando oportunidades de pagamento acessíveis e flexíveis para dívidas.

    Veja também: Desenrola pode perdoar CONSIGNADO DO INSS dos aposentados brasileiros?

  • VITÓRIA! Brasileiros com dívidas de até R$ 5 mil poderão parcelar em 60 vezes; confira

    VITÓRIA! Brasileiros com dívidas de até R$ 5 mil poderão parcelar em 60 vezes; confira

    O Ministério da Fazenda anunciou o lançamento do programa “Desenrola Brasil” com o objetivo de promover a renegociação de dívidas de milhões de brasileiros. A medida provisória que cria o programa foi assinada nesta segunda-feira (5), com uma expectativa de benefício de cerca de 70 milhões de pessoas.

    O programa será dividido em duas faixas, de acordo com o valor da dívida. Para pessoas que devem até R$ 5 mil, será possível renegociar e parcelar o débito em até 60 vezes. A previsão é que as renegociações comecem a partir de julho. No entanto, antes disso, o governo precisará realizar um leilão para que os credores possam aderir ao programa. As instituições que oferecem maiores descontos serão contempladas no leilão.

    Faixa I do programa

    A Faixa I do programa é destinada a pessoas que recebem até dois salários mínimos ou estão inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Nessa faixa, o programa oferece uma garantia para a renegociação de dívidas de até R$ 5 mil. As regras para essa faixa incluem:

    • Serão renegociadas dívidas cadastradas até 31 de dezembro de 2022.
    • O pagamento poderá ser feito à vista ou por financiamento bancário em até 60 parcelas. O devedor deve escolher um banco
    • participante do programa para realizar uma renegociação.
    • Para aqueles que optarem pelo parcelamento, não será exigida entrada.
    • A primeira parcela vencerá após 30 dias.
    • Os juros do financiamento serão de 1,99% ao mês.
    • O pagamento das parcelas poderá ser realizado por débito em conta, PIX ou boleto bancário.
    • Em caso de inadimplência, o banco poderá efetuar uma cobrança e o nome do devedor poderá ser negativado novamente.

    Os beneficiários da Faixa I também terão a oportunidade de participar de um curso de Educação Financeira. No entanto, algumas dívidas específicas não poderão ser financiadas nessa faixa, como crédito rural, financiamento imobiliário, créditos com garantia real e operações com financiamento ou risco de terceiros.

    Faixa II  para pessoas com dívidas em bancos

    Já a Faixa II será direcionada exclusivamente para pessoas com dívidas em bancos. Nesse caso, o governo não oferecerá uma garantia, mas os bancos aprovados incentivos para aumentar a oferta de crédito e conceder descontos na renegociação.

    Ambas as faixas do programa estarão isentas do pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

    Além disso, o programa prevê que os bancos devem permitir e limpar imediatamente o nome de consumidores que possuem dívidas de até R$ 100. Cerca de 1,5 milhão de brasileiros se enquadram nessa situação. No entanto, vale ressaltar que essa medida se aplica somente aos bancos, não sendo exigido o perdão das dívidas para empresas como varejistas e companhias de água e luz.

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  • Governo bate o martelo e garante VITÓRIA para quem deseja negociar dívidas fiscais

    Governo bate o martelo e garante VITÓRIA para quem deseja negociar dívidas fiscais

    A Receita Federal anunciou recentemente a prorrogação do prazo para adesão ao programa Litígio Zero, permitindo que indivíduos e negócios de pequeno porte com dívidas inferiores a 60 seguro mínimos (R$ 78.120) tenham mais tempo para participar.

    Agora, os interessados ​​têm até o último dia de julho para se beneficiarem das reduções de 40% a 50% no valor total do débito e do período de até 12 meses para conversão o pagamento.

    Como funciona o programa?

    O programa permite a renegociação de obrigações fiscais, incluindo o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    Independentemente da modalidade de pagamento escolhida, as prestações mínimas serão de R$ 100 para pessoas físicas, R$ 300 para pequenas empresas e R$ 500 para pessoas jurídicas, considerando o valor total das dívidas.

    Benefícios oferecidos pelo Litígio Zero

    O Programa Litígio Zero oferece uma série de benefícios para aqueles que optem por quitar suas dívidas por meio dele, tanto para empresas como para indivíduos. Uma das principais vantagens é a resolução extrajudicial, que economiza tempo e recursos financeiros que seriam gastos em um procedimento legal.

    A solução fora dos tribunais é geralmente mais rápida e econômica, permitindo que as partes envolvidas concentrem sua atenção em outras questões importantes. A litigância pode causar desgastes e rupturas nos relacionamentos, tanto comerciais quanto pessoais. Ao escolher a conciliação, as partes têm a chance de preservar seus vínculos, encontrando soluções satisfatórias para ambas as partes.

    Além disso, ao optar pelo processo judicial,  o desfecho é decidido por um terceiro imparcial, o juiz. Na conciliação, por outro lado, as partes possuem maior controle sobre o resultado, podendo negociar e buscar soluções inovadoras que atendam a seus interesses específicos.

    Como aderir ao programa?

    Para aderir ao programa, os contribuintes podem fazer a solicitação por meio do processo eletrônico disponível no Centro de Atendimento Virtual da Receita Federal (e-CAC) e realizar a solicitação. Ao aderir ao programa, as partes têm a opção de nomear um facilitador ou mediador para ajudar na negociação, buscando um acordo que atenda às suas necessidades.

    Esses especialistas possuem o treinamento adequado para conduzir imparcialmente o processo de conciliação, visando um equilíbrio e soluções satisfatórias para ambas as partes. A prorrogação do prazo de adesão até 31 de julho oferece uma excelente oportunidade para empresas e pessoas físicas se beneficiarem dessa iniciativa inovadora.

    Veja também: Novo programa do governo vai ajudar brasileiros a QUITAR dívidas e ficar com NOME LIMPO

  • Novo programa do governo vai ajudar brasileiros a QUITAR dívidas e ficar com NOME LIMPO

    Novo programa do governo vai ajudar brasileiros a QUITAR dívidas e ficar com NOME LIMPO

    Novo programa do governo vai ajudar brasileiros a QUITAR dívidas e ficar com NOME LIMPO | O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concedeu uma entrevista recente na qual abordou o programa do Governo Federal chamado Desenrola. O objetivo principal desse programa é auxiliar pessoas endividadas a quitarem seus débitos e recuperarem sua capacidade de crédito. Espera-se que os cidadãos de baixa renda sejam os maiores beneficiários dessa iniciativa.

    De acordo com Haddad, o programa Desenrola ainda não foi implementado para a população brasileira devido a algumas questões relacionadas ao setor privado da economia do país. São as empresas credoras que fornecem as informações dos CPFs dos inadimplentes para os órgãos de análise de crédito, como o Serasa e o SPC.

    No Brasil, há atualmente um alto número de pessoas endividadas, resultado de diversos fatores, incluindo o aumento dos juros e a redução da remuneração das famílias. Um levantamento realizado pelo Serasa revelou que o valor das dívidas tem crescido significativamente, com uma média de R$ 4.612,30 por pessoa.

    Quando o programa será implementado?

    O programa Desenrola ainda está em fase de desenvolvimento e não há uma data específica para sua implementação. No entanto, segundo o ministro Fernando Haddad, ele será um marco histórico no país. Ele ressalta que o Estado nunca ofereceu uma assistência efetiva aos cidadãos para o pagamento de suas dívidas.

    O programa Desenrola tem como objetivo principal criar condições aceitáveis ​​para que os cidadãos endividados possam negociar suas dívidas de forma acessível e justa. O programa buscará estabelecer parcerias com as empresas credoras, com o objetivo de oferecer descontos, prazos físicos e condições facilitadas de pagamento.

    Além disso, o Desenrola também prevê a implementação de medidas educativas e de educação financeira, visando prevenir novas situações de endividamento. A ideia é promover a educação financeira e orientar os cidadãos sobre a importância do planejamento e controle das finanças pessoais.

    Apoio público e privado

    O programa Desenrola conta com o apoio de diversos setores da sociedade, incluindo especialistas em economia e representantes de comunidades para a defesa dos direitos do consumidor. A expectativa é que, uma vez implementado, o programa Desenrola possa aliviar o fardo das dívidas para milhares de pessoas, permitindo uma recuperação econômica e social mais justa e equilibrada.

    Em resumo, o programa Desenrola, idealizado pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad, busca ajudar pessoas endividadas a quitarem seus débitos e recuperarem sua capacidade de crédito. A iniciativa está em fase de desenvolvimento e busca firmar parcerias com empresas credoras para oferecer condições facilitadas de pagamento. Além disso, o programa também visa promover a conscientização financeira e prevenir novas situações de endividamento. Espera-se que o Desenrola seja um marco histórico no auxílio aos cidadãos brasileiros em relação às suas dívidas.

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