Tag: Financiamento habitacional

  • Tem que DEVOLVER DINHEIRO? Como vender um imóvel do Minha Casa Minha Vida

    Tem que DEVOLVER DINHEIRO? Como vender um imóvel do Minha Casa Minha Vida

    Vender um imóvel financiado pelo programa Minha Casa Minha Vida e transferir a titularidade do financiamento é uma preocupação comum entre os beneficiários desse programa habitacional.

    É importante entender que, embora seja possível realizar a venda, existem regras e procedimentos específicos que precisam ser seguidos, além de alguns riscos a serem considerados.

    Entenda o que é preciso para vender o imóvel financiado no MCMV

    Primeiramente, o Minha Casa Minha Vida (MCMV) é um programa do governo federal que visa facilitar o acesso à moradia, oferecendo subsídios e condições especiais de financiamento para famílias de baixa renda. A principal característica do programa é a concessão de subsídios que reduzem o valor do imóvel e as taxas de juros, tornando a aquisição mais acessível.

    Quando um beneficiário do MCMV decide vender o imóvel financiado, é importante ter em mente que existem restrições e regras específicas a serem seguidas. Isso é feito a fim de garantir que a transferência seja realizada de acordo com a legislação e as normas do programa.

    O que levar em conta?

    A primeira questão a ser analisada é a faixa de renda em que o beneficiário se encaixa. O programa possui diferentes faixas de renda, e as regras para venda variam de acordo com a faixa em que o beneficiário se encontra. É fundamental verificar em qual faixa de renda o imóvel foi adquirido, pois isso impactará os procedimentos necessários para a transferência.

    Em geral, nas faixas de renda mais baixa do programa, a venda do imóvel financiado é permitida, mas o beneficiário precisa cumprir algumas condições. Sendo assim, é necessário quitar pelo menos 120 parcelas do financiamento, o que corresponde a 10 anos de pagamento. Além disso, o imóvel não pode ser vendido por um valor superior ao limite estipulado para a faixa de renda em questão.

    Devolução do subsídio do imóvel do Minha Casa Minha Vida

    Em caso de venda, o valor do subsídio recebido deve ser devolvido ao programa. Isso significa que o valor do subsídio é descontado do preço de venda do imóvel, e o excedente é repassado ao beneficiário vendedor. É importante destacar que essa devolução do subsídio não se aplica aos valores pagos a título de financiamento, mas apenas ao subsídio governamental.

    Outro ponto relevante é que a venda do imóvel deve ser comunicada e autorizada pela instituição financeira que concedeu o financiamento, geralmente a Caixa Econômica Federal. Além disso, a transferência da titularidade do financiamento para o novo comprador também deve ser aprovada pela instituição financeira.

    Os riscos envolvidos na venda de um imóvel do Minha Casa Minha Vida estão principalmente relacionados ao cumprimento das regras estabelecidas pelo programa. Caso o beneficiário não siga as normas ou tente vender o imóvel por um valor superior ao limite estipulado, corre o risco de não conseguir concluir a transação ou de ter que devolver os subsídios recebidos.

    Nova análise de crédito para financiar o imóvel do Minha Casa Minha Vida

    Além disso, a transferência da titularidade do financiamento envolve uma análise de crédito do novo comprador, o que pode gerar atrasos ou até mesmo impedir a venda em casos de inadimplência ou restrições financeiras do novo adquirente.

    Portanto, antes de vender um imóvel financiado pelo Minha Casa Minha Vida, é essencial buscar orientação junto à instituição financeira responsável pelo financiamento e entender as regras específicas que se aplicam ao seu caso.

    Também é aconselhável contar com o auxílio de um profissional imobiliário para conduzir a negociação de forma adequada e garantir que todos os procedimentos sejam seguidos de acordo com a legislação. Com planejamento e cumprimento das regras, é possível vender um imóvel do programa MCMV de maneira segura e dentro dos parâmetros legais estabelecidos.

  • Novidade envolvendo FGTS no Minha Casa, Minha Vida SURPREENDE brasileiros

    A Caixa Econômica Federal está finalizando as configurações de sistema necessárias para permitir o uso do Fundo de Garantia pelo Tempo de Serviço (FGTS) “futuro” em financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A vice-presidente de habitação do banco, Inês Magalhães, afirmou que essa medida deve ser integrada no segundo semestre.

    Uso das parcelas futuras do FGTS em financiamentos do MCMV

    A autorização para o uso das parcelas futuras do FGTS em financiamentos do MCMV foi concedida pelo Conselho Curador do fundo no ano passado, ainda durante o governo de Jair Bolsonaro. Essa medida tem como objetivo permitir que trabalhador de baixa renda, com renda familiar mensal de até R$ 2,4 mil, utilizem os depósitos futuros do fundo – ou seja, os valores que ainda serão depositados pelo empregador na conta do trabalhador – para amortizar ou quitar dívidas imobiliárias no âmbito do programa habitacional.

    Inês Magalhães afirmou que a regulamentação dessa medida é importante para melhorar as condições de acesso ao programa para famílias com entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Ela destacou que isso pode ser um fator determinante para permitir o acesso a recursos suficientes. Embora o valor não seja incorporado à margem de acesso ao crédito, ele reduzirá a parcela paga pelas famílias, o que pode ser um diferencial significativo.

    Riscos da medida para o trabalhador

    O vice-presidente da Caixa rebateu o argumento de que essa medida é arriscada devido à possibilidade de demissão do trabalhador, o que resultaria na interrupção dos depósitos futuros do empregador no FGTS. Ela afirmou que o saldo não será considerado na análise de crédito e não estará vinculado ao “futuro do FGTS”. A medida tem como objetivo diminuir a prestação paga pelas famílias, mas não será incorporada à avaliação de risco.

    O chamado “FGTS futuro” possibilita que o trabalhador com carteira assinada somem, à sua renda familiar, os valores do FGTS a receber, funcionando como uma espécie de cautela. Isso aumenta sua capacidade de pagamento e, teoricamente, reduz a taxa de juros cobrada pela instituição financeira contratada. A medida foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Curador do FGTS em outubro do ano passado e regulamentação o parágrafo 27 do artigo 20 da Lei nº 8.036/1990.

    Veja também: Minha Casa, Minha Vida anuncia VITÓRIA INÉDITA para faixas 1 e 2 do programa

  • Governo anuncia EXCELENTE NOTÍCIA para famílias de classe média

    Governo anuncia EXCELENTE NOTÍCIA para famílias de classe média

    Governo anuncia EXCELENTE NOTÍCIA para famílias de classe média | O governo Lula está se preparando para implementar um dos programas emblemáticos de suas primeiras gestões, o Minha Casa, Minha Vida. Após o sucesso do relançamento do programa Mais Médicos, o objetivo agora é oferecer habitação acessível não apenas para famílias de baixa renda, mas também para a classe média. O anúncio foi feito pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Paulo Pimenta, durante entrevista ao Grupo Diário, na última terça-feira (23).

    Durante uma entrevista, Paulo Pimenta destacou que a nova edição do programa habitacional tem como um dos objetivos conceder linhas de financiamento habitacional também para famílias com renda de até 8 salários mínimos e não somente para as famílias de baixa renda. Atualmente, essas famílias enfrentam dificuldades para obter empréstimos a juros baixos, o que limita seu acesso à casa própria.

    Governo planeja lançar três grandes programas

    O ministro enfatizou que o governo Lula planeja lançar três grandes programas, sendo um deles o Plano Safra, que envolve também o estado do Rio Grande do Sul. Além disso, a extensão do Minha Casa, Minha Vida para abranger faixas de renda de 3 a 5 e de 5 a 8 salários mínimos representa um avanço significativo, alcançando também o setor da classe média que atualmente não tem acesso a financiamentos habitacionais competitivos.

    Paulo Pimenta enfatizou que a responsabilidade desses grandes eventos será da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), já que o presidente Lula transferiu essas atribuições para a pasta. A expectativa é de que o relançamento do programa Minha Casa, Minha Vida seja parte de uma estratégia mais ampla para acolher a economia do país, gerar empregos e promover a inclusão social.

    Sobre o Minha Casa, Minha Vida

    O programa Minha Casa, Minha Vida foi criado durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva em 2009 e teve como objetivo principal facilitar o acesso à moradia digna para a população de baixa renda. Ao longo dos anos, o programa passou por diversas características e teve sua continuidade em governos posteriores. Agora, com o relançamento e extensão para beneficiar também a classe média, espera-se que um maior número de famílias possa realizar o sonho da casa própria e, ao mesmo tempo, levando o setor da construção civil e a economia como um todo.

    Veja também: Minha Casa Minha Vida retoma a construção de 11 mil moradias; saiba como se inscrever

  • Já ouviu falar no Minha Casa Minha Vida Retrofit? Governo estuda implementar programa

    Já ouviu falar no Minha Casa Minha Vida Retrofit? Governo estuda implementar programa

    O governo federal está desenvolvendo uma versão atualizada do programa Minha Casa, Minha Vida, com foco em prédios abandonados nas grandes cidades. Sob o nome de Minha Casa, Minha Vida Retrofit, uma iniciativa visa transformar essas estruturas reformadas em habitações acessíveis. O objetivo é aproveitar o potencial dos edifícios já existentes e revitalizá-los para suprir a demanda por moradias.

    O Minha Casa, Minha Vida Retrofit busca solucionar dois problemas: a falta de moradias e o abandono de edifícios urbanos. Ao mudar de construir novos empreendimentos do zero, o programa propõe recuperar prédios abandonados, que muitas vezes se tornam focos de problemas sociais e de segurança.

    Como vai funcionar o Minha Casa, Minha Vida Retrofit

    Através de parcerias com o setor público e privado, o governo pretende financiar as reformas necessárias nos prédios, adaptando-os para se tornarem residências seguras e confortáveis. Além disso, serão implementadas medidas de sustentabilidade, como sistemas de captação de água da chuva e energia sustentável, visando a redução dos impactos ambientais.

    Ao revitalizar esses imóveis abandonados, o Minha Casa, Minha Vida Retrofit contribui para a requalificação urbana, facilitando a paisagem das cidades e evitando o crescimento desordenado. Além disso, a iniciativa tem o potencial de gerar empregos e sustentar a economia local durante o processo de reforma.

    Critérios de seleção para beneficiários

    O programa terá critérios de seleção para beneficiários, priorizando famílias de baixa renda que atualmente vivem em condições precárias ou em áreas de risco. A intenção é oferecer uma solução habitacional adequada e digna para essas famílias, proporcionando-lhes acesso a uma moradia segura e bem localizada.

    Embora ainda esteja em fase de desenvolvimento, o Minha Casa, Minha Vida Retrofit representa uma abordagem inovadora para enfrentar o desafio da falta de moradias nas grandes cidades. Ao aproveitar prédios abandonados e transformá-los em casas, o programa promete melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas, revitalizar áreas urbanas e promover a inclusão social.

    Veja também: Minha Casa Minha Vida: essas regras podem te levar a perder seu imóvel

  • Minha Casa Minha Vida: essas regras podem te levar a perder seu imóvel

    Minha Casa Minha Vida: essas regras podem te levar a perder seu imóvel

    O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, aprimorado pelo Governo Federal, surge como uma iniciativa importante para tentar reduzir o déficit habitacional, oferecendo títulos e financiamentos a juros abaixo do mercado para famílias carentes. As inscrições já estão sendo feitas e contemplando muitas famílias.

    No entanto, é importante lembrar que, mesmo o programa tendo uma função social, é preciso cumprir com algumas regras, sob pena de perder a residência. Neste artigo, você vai conhecer algumas dessas regras e as consequências de não cumpri-las, especialmente no que diz respeito à modificação irregular dos imóveis e ao atraso das parcelas. Vamos lá!

    Reformas e ampliações nos imóveis do Minha Casa, Minha Vida

    Ao adquirir um imóvel através do programa Minha Casa, Minha Vida, é importante ter em mente que tanto a Caixa Econômica Federal quanto a construtora não serão responsáveis ​​pelas alterações feitas em sua moradia. Portanto, é necessário analisar bem antes de realizar qualquer modificação, pois você pode perder a garantia do imóvel como um todo.

    A Caixa estabelece algumas diretrizes a serem seguidas para manter uma casa segura e dentro das normas. No que diz respeito a ampliações, é proibido realizar qualquer modificação nos apartamentos. Já nas casas, se desejar fazer uma reforma, é necessário procurar um profissional com registro no Conselho de Classe e ter uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART/RRT). Além disso,  o projeto deve ser aprovado na prefeitura antes de iniciar as obras.

    Nos imóveis construídos com alvenaria estrutural ou paredes de concreto, é proibida a retirada ou mudança, mesmo que parcial, de qualquer parede ou laje para a abertura de vãos, portas, janelas ou escadas. Essas alterações podem comprometer a estrutura do imóvel, colocando em risco a segurança dos moradores. Portanto, é essencial consultar o projeto estrutural e contar com a presença de um engenheiro ou arquiteto responsável ao realizar qualquer modificação ou ampliação na casa.

    Cuidados com pisos, paredes externas e gases

    Além das restrições relacionadas às ampliações, existem algumas regras específicas para os pisos, paredes externas e instalações de gás nos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida.

    No que diz respeito aos pisos, é importante não cortar o piso ou a laje para encaixar as instalações e não tampar os ralos. Em vez de lavar o piso com mangueira ou jogar água com balde, recomenda-se limpar os pisos de cerâmica com um pano molhado ou úmido. Essa prática além de economizar água, evita vazamentos que podem causar danos ao imóvel.

    No caso das paredes externas, é proibido fazer aberturas para instalar portas ou janelas, bem como instalar cabeamento externo para antena de TV; não é permitido a instalação de antenas de TV nas fachadas dos prédios; nem o fechamento permanente dos vãos de portas e janelas, isso prejudica a iluminação e ventilação do seu imóvel.

    Atrasos nos pagamentos das parcelas

    Já no caso de atraso no pagamento das prestações, os valores serão acrescidos de multa e de juros. Se não houver pagamento das parcelas em atraso, a Caixa poderá leiloar seu imóvel. Por isso, quando tiver qualquer problema para pagar as prestações, procure a Caixa imediatamente.

    O atraso no pagamento das prestações permite à Caixa incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros.

    Veja também: Famílias de baixa renda podem comemorar essa GRANDE NOVIDADE do Minha Casa Minha Vida

  • Minha Casa Minha Vida ganha novo valor para financiamento; entenda

    Minha Casa Minha Vida ganha novo valor para financiamento; entenda

    Na última quinta-feira (13), foi oficialmente lançada a portaria com as diretrizes e metas da nova versão do programa Minha Casa Minha Vida. O financiamento popular foi relançado no último mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas faltava definir algumas regras sobre o seu funcionamento. Agora, as famílias unidas já podem saber mais sobre como o programa vai funcionar.

    Entre as novidades, o governo federal pretende atender pelo menos 2 milhões de famílias pelo Minha Casa Minha Vida até 2026, quando chegará ao fim o terceiro mandato do governo Lula.

    A primeira versão do programa foi criada em 2009, na época em que o presidente vivia seu segundo mandato. Ao assumir o comando do país, Jair Bolsonaro lançou o Casa Verde e Amarela para substituir o Minha Casa.

    145 mil novas moradias

    Nesse ano, porém, o atual chefe da União trouxe o programa habitacional de volta. Junto com ele uma série de novidades que pretendem beneficiar as famílias de diferentes faixas de renda. A intenção é de que apenas nesse ano sejam contratados cerca de 145 mil moradias com o Orçamento da União.

    Embora a prioridade do governo seja de que o Minha Casa Minha Vida beneficie famílias com renda familiar de até R$ 2.640, logo enquadradas na faixa 1, o presidente Lula afirmou que outros grupos também devem ser contemplados. Por isso, todas as faixas estão crescendo no teto de financiamento imobiliário.

    Novo valor de financiamento

    O novo valor de financiamento do Minha Casa Minha Vida também foi divulgado na portaria lançada na última quinta-feira. O programa voltou a funcionar no país por meio de uma Medida Provisória, que precisa ser votada em até 120 dias pelo Congresso Nacional. Os novos tetos são:

    • R$ 170 mil para compra ou aluguel de casas em áreas urbanas;
    • R$ 75 mil para unidades na zona rural;
    • R$ 40 para reformas em casas no campo.

    Com essas novas regras, o Minha Casa Minha Vida busca atender às necessidades das famílias brasileiras, oferecendo financiamento com juros baixos e prazos aposentados. O programa é uma iniciativa importante para reduzir o déficit habitacional do país e melhorar a qualidade de vida das pessoas, garantindo o acesso à moradia digna e segura.

    Veja também: EXCELENTE NOTÍCIA pra quem quer financiar pelo Minha Casa Minha Vida acaba de sair