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  • Bolsa Família: mais de 2 milhões de famílias foram incluídas, e você pode estar na lista

    Bolsa Família: mais de 2 milhões de famílias foram incluídas, e você pode estar na lista

    Você já se perguntou se tem direito ao Bolsa Família? Se a resposta for sim, saiba que você não está sozinho. Milhões de brasileiros estão na mesma situação. Mas, afinal, como saber se você está na lista de beneficiários do Bolsa Família? Neste artigo, vamos explicar como você pode verificar se o seu nome está na lista.

    Já imaginou que você pode estar recebendo um benefício do governo federal sem saber? Isso mesmo! Mais de 2 milhões de famílias foram incluídas no Bolsa Família nos últimos meses, e você pode estar entre elas.

    Bolsa Família: mais de 2 milhões de famílias foram incluídas, e você pode estar na lista
    Bolsa Família: mais de 2 milhões de famílias foram incluídas, e você pode estar na lista

    O Programa Bolsa Família

    O Bolsa Família é um dos principais programas de assistência social do Brasil, criado para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade econômica. Ele oferece auxílio financeiro mensal, contribuindo para a alimentação, educação e saúde das famílias beneficiárias. Com o recente aumento no número de beneficiários, muitas pessoas estão ansiosas para saber se estão entre os contemplados.

    Bolsa Família: mais de 2 milhões de famílias foram incluídas, e você pode estar na lista

    Se você acredita que pode ter direito ao Bolsa Família, continue lendo este artigo para aprender como verificar se o seu nome está na lista.

    Como saber se você está na lista?

    Existem duas maneiras de verificar se você está na lista do Bolsa Família:

    1. Através do aplicativo do Bolsa Família

    • O aplicativo do Bolsa Família está disponível para download na App Store e Google Play.
    • Ao abrir o aplicativo, você precisará inserir seu NIS (Número de Identificação Social) e senha.
    • Após fazer login, você poderá verificar se o seu nome está na lista de beneficiários.

    Através do site do Bolsa Família

    • Você também pode verificar se o seu nome está na lista do Bolsa Família através do site do programa.
    • Para isso, acesse o site do Bolsa Família e clique na opção “Consultar situação do benefício”.
    • Em seguida, insira seu NIS e senha.
    • Após fazer login, você poderá verificar se o seu nome está na lista de beneficiários.

    Outras formas de verificar se seu nome está na lista do Bolsa Família

    • Verificar o aplicativo do Bolsa Família: O aplicativo está disponível para smartphones Android e iOS. Basta abrir o aplicativo e inserir seu CPF ou NIS.
    • Ligar para a Central de Atendimento da Caixa: Ligue para o número 111 ou 0800 726 02 07.
    • Acessar o site do Bolsa Família: Acesse o site do Bolsa Família e clique em “Consultar Situação do Benefício”.

    Conclusão

    Com mais de 2 milhões de famílias incluídas no Bolsa Família, é natural que muitas pessoas estejam curiosas para saber se estão entre os beneficiários. A melhor maneira de descobrir é seguindo os passos simples de consulta no site oficial do programa. Lembre-se de que o Bolsa Família é uma importante ferramenta de combate à pobreza no Brasil, proporcionando assistência às famílias que mais precisam. Se você atender aos critérios de elegibilidade, não deixe de verificar se seu nome está na lista e aproveite esse benefício para melhorar a qualidade de vida da sua família.

  • Proposta inovadora do governo garante VITÓRIA INÉDITA para famílias de baixa renda

    O governo federal está considerando uma proposta inovadora que visa devolver parte do imposto cobrado sobre a compra de alimentos e produtos da cesta básica para a população, adotando uma abordagem semelhante ao sistema de cashback.

    Durante uma entrevista ao programa A Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, revelou que a proposta está sendo desenvolvida com a intenção de beneficiar principalmente as famílias de baixa renda, incluindo aquelas que participam de programas sociais através do Cadúnico.

    Appy explicou que a ideia do cashback consiste em um mecanismo de devolução do imposto para os consumidores. Independentemente de como o cashback será garantido, ele terá como objetivo principal favorecer as famílias com menor renda em comparação às famílias de maior.

    Cashback direto no caixa para famílias de baixa renda

    Uma das possibilidades é a devolução do valor no momento da compra, no próprio caixa. Por exemplo, o consumidor receberia um desconto imediato no momento do pagamento pelo produto.

    O secretário também destacou que estão sendo estudadas várias experiências internacionais relacionadas ao cashback, incluindo a possibilidade de implementar a devolução diretamente no momento da compra, no supermercado. Dessa forma, ao efetuar  o pagamento, o consumidor já receberia o valor do cashback correspondente.

    Essa iniciativa demonstra o compromisso do governo em promover medidas que podem aliviar a carga tributária sobre os produtos essenciais, beneficiando principalmente as famílias de baixa. A devolução do imposto por meio do cashback pode ter um impacto significativo na economia familiar, permitindo que essas famílias tenham acesso a uma alimentação básica de qualidade e possam direcionar seus recursos para outras necessidades essenciais.

    No entanto, é importante ressaltar que a proposta ainda está em fase de construção e estudo, e seu formato final dependerá de análises mais aprofundadas. O governo está empenhado em desenvolver um sistema eficiente que possa ser implementado de renda justa e equitativa, garantindo que as famílias de baixa renda sejam as principais beneficiárias desse mecanismo de devolução de impostos.

    Veja também: Famílias de baixa renda podem comemorar essa GRANDE NOVIDADE do Minha Casa Minha Vida

  • Ministro ALERTA sobre impacto que mudança no FGTS pode trazer a famílias de baixa renda

    Ministro ALERTA sobre impacto que mudança no FGTS pode trazer a famílias de baixa renda | O Ministro das Cidades, Jader Filho, expressou preocupação em relação ao voto do ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a aplicação da Taxa Referencial (TR) na correção dos saldos das contas vinculadas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

    O ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação que pede a correção do FGTS , já apresentou o voto e considera que a remuneração do Fundo de Garantia deve ser, no mínimo, igual à da poupança.

    De acordo com Jader Filho, isso afetará o financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que foi criado em 2009 durante o governo Lula e teve sua retomada assinada pelo presidente em fevereiro deste ano. Ele afirmou que, se a decisão do STF prevalecer, as famílias de renda mais baixa serão as mais impactadas.

    “Ele impacta fundamentalmente o financiamento que é tomado pelas pessoas para que elas possam alcançar as suas unidades habitacionais, enfim, a sua casa”, disse o ministro Jader.

    Programa Minha Casa, Minha Vida

    O programa Minha Casa, Minha Vida foi substituído pelo Casa Verde e Amarela em 2020, durante a gestão de Jair Bolsonaro, que alterou alguns pontos do programa original. No entanto, a medida provisória assinada pelo presidente Lula em fevereiro deste ano visou retomar o programa habitacional.

    Segundo Jader Filho, sem a PEC da Transição, não seria possível discutir o programa Minha Casa, Minha Vida. Ele afirmou que o orçamento do programa para este ano é de R$ 9 bilhões, dos quais cerca de R$ 9,5 bilhões são destinados a 2023. “Só é possível graças à sensibilidade que o Congresso teve, e obviamente a toda capacidade de articulação do presidente Lula que pode fazer com que o Minha Casa, Minha Vida aconteça e a gente esteja discutindo isso”, disse o ministro.

    Em resumo, a decisão do STF em relação à aplicação da TR na correção dos saldos das contas vinculadas do FGTS pode afetar o financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida e dificultar o acesso de quem mais precisa ao programa.

    Veja também: Liberado: Novo saque do FGTS paga até R$ 2.900 aos trabalhadores; veja quem tem direito

  • Inflação desacelera para todas as faixas de renda em março

    Inflação desacelera para todas as faixas de renda em março, mas as famílias de menor renda foram as que mais se beneficiaram, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A inflação para as famílias de renda muito baixa foi de 0,53%, enquanto a maior taxa ficou com as famílias de renda média-alta, com 0,81%.

    Na divisão por categorias de renda, o IPCA fechou março da seguinte forma:

    Faixa Índice em março
    Renda muito baixa 0,53%
    Renda baixa 0,65%
    Renda média-baixa 0,76%
    Renda média 0,80%
    Renda média-alta 0,81%
    Renda alta 0,69%
    IPCA total 0,71%
    Fonte: Ipea

    Comparação da inflação:

    Comparando com março de 2022, todas as classes sociais tiveram uma forte desaceleração, mas as famílias de menor poder aquisitivo tiveram a maior redução, principalmente devido à queda nos preços dos alimentos em domicílio. Com exceção dos segmentos de pescados e aves e ovos, todos os outros alimentos registraram variações de preços menores em março de 2023 em relação a março de 2022.

    No acumulado em 12 meses terminados em março, as famílias de renda alta tiveram a inflação mais elevada (6,44%), enquanto a menor inflação foi registrada no segmento de renda média-baixa (4,38%). Entre as famílias de renda muito baixa, o indicador atingiu 4,60%.

    O grupo de transportes pressionou a inflação para todas as faixas de renda, influenciado pelas altas de 8,3% da gasolina e de 3,2% do etanol. No entanto, as famílias de maior renda sentiram menos o impacto, devido às quedas de 5,3% das passagens aéreas e de 1,6% do seguro veicular.

    Outros dois grupos também pressionaram a inflação em março, mas em menor intensidade. Na habitação, a alta de 2,3% nas tarifas de energia elétrica impactou principalmente as famílias de menor renda. No grupo saúde e cuidados pessoais, as famílias de menor poder aquisitivo sentiram a alta de 0,72% nos produtos de higiene pessoal, enquanto as de renda maior foram influenciadas pela alta de 1,2% nos planos de saúde.

    O segmento de renda mais elevada foi influenciado pelo grupo despesas pessoais, principalmente pelos reajustes de 0,32% dos serviços pessoais e de 0,55% dos serviços de recreação em março.

    O índice oficial de inflação, o IPCA, fechou março em 0,71%, inferior à taxa de fevereiro (0,84%). Em 12 meses, o indicador acumula 4,65%, abaixo de 5% pela primeira vez em dois anos. A desaceleração da inflação em março traz alívio para as famílias de menor poder aquisitivo, que são as mais impactadas pelo aumento dos preços. No entanto, é importante lembrar que a inflação ainda está acima da meta estabelecida pelo Banco Central, de 3,75% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

  • Minha Casa, Minha Vida entrega apartamentos a famílias em Recife

    Minha Casa, Minha Vida entrega apartamentos a famílias em Recife

    O programa Minha Casa, Minha Vida entregará nesta terça-feira (4) 336 apartamentos em Recife, incluindo um apartamento para a pensionista Fabiana Carlos da Silva, de 44 anos, que esperou por 13 anos para realizar o sonho da casa própria. Ela é uma das 1.344 pessoas contempladas com a entrega dos apartamentos.

    O condomínio Ruy Frazão, onde estão localizados os apartamentos, é composto por 14 blocos de três andares, com oito apartamentos por andar. Destinado a famílias do Movimento de Lutas nos Bairros, Vidas e Favelas (MLB), o empreendimento atende à Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, que subsidia até 95% do valor do imóvel a famílias que recebem até R$ 2.640 por mês em áreas urbanas ou ganham até R$ 31.680 por ano em áreas rurais.

    O condomínio tem infraestrutura completa de água, esgoto, iluminação pública, energia elétrica, pavimentação e drenagem. O empreendimento está localizado em uma área com acesso a transporte público, creche, três escolas e um posto de saúde.

    Além de realizar o sonho da casa própria, Fabiana destaca a vantagem do programa em relação às prestações reduzidas. Em vez de pagar R$ 500 de aluguel por mês, a pensionista, que recebe um salário mínimo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pagará cerca de R$ 120 de prestação. “Vou ser beneficiária de uma casa, mas vou pagar de acordo com minha renda”, diz Fabiana.

    O desempregado Wandeberg da Silva Durval, de 33 anos, também será um dos moradores do condomínio. Ele trabalhou na construção do empreendimento durante um ano, com carteira assinada, e agora terá a chance de morar no apartamento que ajudou a construir. Beneficiário do Bolsa Família, Wandeberg pagará a prestação mínima, de R$ 80.

    Desde o início do ano, o programa Minha Casa, Minha Vida entregou 4.785 unidades habitacionais em 11 cidades de oito estados, com investimento de R$ 491,8 milhões do governo federal até agora. O cronograma prevê a conclusão de cerca de 7,4 mil unidades habitacionais do programa em abril e maio. O Ministério das Cidades tem como meta contratar 2 milhões de unidades habitacionais até 2026, incluindo as linhas de atendimento subsidiadas pelo Orçamento Geral da União e financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).