Tag: doenças

  • São Paulo inicia campanha de vacinação contra influenza

    A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo iniciou nesta segunda-feira (10) a campanha de vacinação contra o vírus influenza, responsável pela gripe. O município recebeu 1.489.000 doses destinadas pelo Ministério da Saúde (MS), que serão aplicadas inicialmente nos grupos prioritários.

    A partir de hoje, as pessoas com mais de 60 anos, crianças a partir de seis meses e menores de seis anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), imunossuprimidos e indígenas começarão a receber a vacina. Já no dia 17 de abril, serão incluídos no esquema vacinal profissionais de saúde, profissionais da educação, pessoas com deficiência permanente, pessoas com comorbidades, profissionais de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, profissionais portuários, profissionais das forças de segurança e salvamento, profissionais das forças armadas, profissionais do sistema prisional e população privada de liberdade, incluindo adolescentes em medidas socioeducativas.

    Os imunizantes estarão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas.

    Além disso, a vacinação contra a Covid-19 continua em todas as faixas etárias na cidade de São Paulo. Desde a última quarta-feira (5), a vacina Pfizer bivalente está disponível também para profissionais da saúde, pessoas com deficiência física permanente, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com comorbidades. Anteriormente, a vacina já estava liberada para grávidas e puérperas, pessoas com mais de 60 anos, residentes em instituições de longa permanência, funcionários destes estabelecimentos, pessoas com imunossupressão e indígenas com mais de 12 anos.

    As pessoas que completaram o esquema básico ou que já receberam doses de reforço podem receber a vacina, respeitando o intervalo de quatro meses da dose mais recente recebida. Com outros imunizantes (monovalentes), a vacinação contra Covid-19 segue disponível a partir dos seis meses de idade.

    A vacinação infantil também continua nas AMAs/UBSs Integradas e UBSs de São Paulo. Os imunizantes disponíveis são tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23.

    Além disso, a campanha de vacinação contra a poliomielite segue para crianças a partir de um ano até 4 anos e 11 meses de idade. O objetivo é imunizar com a vacina oral (VOP) as crianças que estejam com o esquema prioritário com a vacina inativada (VIP) completo, aumentando a cobertura vacinal. Afinal o Brasil, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), apresenta um alto risco de voltar a ter circulação do poliovírus e, consequentemente, a ocorrência da poliomielite, doença que pode provocar sequelas graves e permanentes.

  • Covid-19: pessoas com comorbidades podem tomar vacina bivalente

    Covid-19: pessoas com comorbidades podem tomar vacina bivalente

    Pessoas com comorbidades foram incluídas nos grupos considerados prioritários para receber a vacina bivalente contra a covid-19. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (31) pelo Ministério da Saúde. De acordo com a nota técnica, a inclusão foi feita por conta da disponibilidade de doses do imunizante e tem como base orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A lista de comorbidades inclui:

    • diabetes mellitus
    • pneumopatias crônicas graves
    • hipertensão arterial resistente
    • hipertensão arterial estágio 3
    • hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo
    • insuficiência cardíaca
    • cor-pulmonal e hipertensão pulmonar
    • cardiopatia hipertensiva
    • síndromes coronarianas
    • valvopatias
    • miocardiopatias e pericardiopatias
    • doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas
    • arritmias cardíacas
    • cardiopatia congênita no adulto
    • próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
    • doenças neurológicas crônicas e distrofias musculares
    • doença renal crônica
    • hemoglobinopatias e disfunções esplênicas graves
    • obesidade mórbida
    • síndrome de Down e outras síndromes genéticas
    • doença hepática crônica

    Qualquer pessoa com idade entre 12 e 59 anos que tenha alguma das condições de comorbidades listadas e que já tenha tomado os dois reforços contra a covid-19 pode receber a bivalente. Não é necessário comprovar a comorbidade.

    “Ressalta-se que, para este grupo, não haverá exigência quanto à comprovação da situação de comorbidade, sendo suficiente para a vacinação a comorbidade autodeclarada”, informa nota do Ministério da Saúde.

  • Vacinação em SP contra Covid -19 e outras doenças segue nesta terça

    Nesta terça-feira (14), a vacinação contra a Covid-19 segue para toda a população acima de 6 meses de idade na cidade de São Paulo. O serviço está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas e megapostos.

    Atualmente, todas as crianças com idade de 6 meses até 2 anos, 11 meses e 29 dias podem receber a primeira dose do imunizante contra a Covid-19. Para este público, o esquema vacinal é realizado em três doses, sendo a segunda dose quatro semanas (28 dias) após a primeira, e a terceira dose oito semanas (56 dias) após a segunda.

    Vale lembrar que Pfizer Baby contra a Covid-19 pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação para o público infantil, segundo o Ministério da Saúde.

    Esquema vacinal para outras faixas etárias

    A vacinação em SP contra a Covid-19 está disponível também para crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes e adultos. Para a primeira dose adicional (DA1), estão elegíveis crianças acima de 5 anos que tomaram a última dose do esquema vacinal há pelo menos quatro meses. Já a segunda dose adicional (DA2) da vacina está disponível para toda a população acima de 18 anos de idade, enquanto a terceira dose adicional (DA3) pode ser recebida por pessoas com alto grau de imunossupressão com mais de 18 anos, sempre respeitados quatro meses de intervalo.

    Multi vacinação infantil

    Também nas UBSs e AMAs/UBSs Integradas, a capital prossegue com a vacinação voltada ao público infantil, com a disponibilização de imunizantes como: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23.

    Campanha contra poliomielite

    A campanha de vacinação contra a poliomielite segue para crianças a partir de um ano até 4 anos e 11 meses de idade. O objetivo é imunizar com a vacina oral (VOP) as crianças que estejam com o esquema prioritário com a vacina inativada (VIP) completo, aumentando a cobertura vacinal. Afinal o Brasil, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), apresenta um alto risco de voltar a ter circulação do poliovírus e, consequentemente, a ocorrência da poliomielite, doença que pode provocar sequelas graves e permanentes.

    Na cidade de São Paulo, a vacinação acontece de segunda a sábado nas unidades de saúde da rede municipal. Acompanhe acessando o Vacina Sampa.

    Serviço – Vacinação em SP

    No dia 14 de fevereiro de 2023 (terça-feira)

    • Unidades Básicas de Saúde (UBSs): Vacinação crianças, adolescentes e adultos – Funcionamento das 7h às 19h.
    • AMAs/UBSs Integradas: Vacinação crianças, adolescentes e adultos – Funcionamento das 7h às 19h.
    • Megapostos: Vacinação adolescentes e adultos – Funcionamento das 8h às 17h.
  • São Paulo intensifica vacinação contra a febre amarela este mês

    São Paulo intensifica vacinação contra a febre amarela este mês

    Em razão de um caso confirmado de febre amarela no município de Vargem Grande do Sul, na região próxima a São João da Boa Vista, interior do Estado, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) deu início a ações de intensificação em vigilância e vacinação contra a doença na capital. A SMS recebeu alerta epidemiológico do Governo do Estado de São Paulo em 27 de janeiro, que informou sobre o diagnóstico da doença em um adulto de 73 anos, não vacinado, que evoluiu com internação hospitalar sendo curado em sua evolução clínica.

    Na primeira etapa, a vacinação contra a febre amarela será reforçada na zona norte, considerada importante área de risco caso o vírus realize migração pelos “corredores ecológicos” previamente estudados no surto de 2017 e 2018, local de áreas urbanas fronteiriças a matas. Será feita também nesta região a busca ativa do público elegível que ainda não recebeu as doses previstas, por meio dos agentes comunitários de saúde e Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

    O esquema vacinal inclui crianças menores de 5 anos de idade, com uma dose aos 9 meses e outra aos 4 anos, além de todos os indivíduos com mais de 5 anos, que recebem uma dose única, válida por toda a vida. No caso de crianças que não receberam a segunda dose até os quatro anos, a vacina pode ser aplicada em qualquer idade.

    A vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da doença, que é transmitida por vetores e tem ocasionado casos em distintas regiões do país em seu ciclo silvestre. É importante que pessoas que se deslocam para regiões de mata, considerando também o feriado de Carnaval, estejam vacinadas.

    As ações de vigilância e prevenção consistem ainda na emissão do alerta epidemiológico para sensibilizar e atualizar a rede de atendimento:

    https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/vigilancia_em_saude/Alerta_001_DVE_2023_FA_compressed.pdf

    Atualização das equipes de assistência para identificação precoce de sinais e sintomas sugestivos da doença e, na notificação de casos suspeitos, realização de ações importantes da vigilância ambiental, como busca ativa e combate aos mosquitos na região do caso.

    Sintomas e histórico da doença

    A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, imunoprevenível, de rápida evolução e elevada letalidade nas suas formas mais graves. Apresenta sintomas como febre súbita, calafrios, dor de cabeça, dor no corpo, náuseas, vômitos e fraqueza. Tem padrão sazonal, com a maior parte dos casos incidindo entre os meses de dezembro e maio.

    Após aproximadamente meio século de silêncio epidemiológico, o vírus da febre amarela voltou a ser detectado no ano 2000, no Estado de São Paulo. Desde a sua reintrodução, foram reportados quatro surtos, com mais de 600 casos confirmados. Eventos epidêmicos da doença também foram registrados, a partir de 2014, em Goiás e Tocantins, e seguiram no sentido dos Estados do Sudeste e Sul.

    No município de São Paulo, em 2018, foram confirmados 121 casos da doença, sendo que, destes, 107 foram casos importados e 14 autóctones. Já em 2019 e 2020, a cidade teve, respectivamente, três e um caso confirmados. Em 2021 e 2022, a cidade não registrou nenhum caso da doença.

    A SMS reforça a necessidade de atualizar a situação vacinal para o público elegível, a partir dos 6 meses até 59 anos, e alerta sobre a importância de procurar uma unidade assistencial do município para avaliação e tratamento se a pessoa apresentar alguns dos sintomas da doença.

    Os imunizantes contra a febre amarela estão disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e nas AMAs/UBSs Integradas aos sábados, também das 7h às 19h.