Tag: Conta de Luz

  • Conta de luz deve ficar até 30% mais cara nesse inverno; veja como economizar

    Conta de luz deve ficar até 30% mais cara nesse inverno; veja como economizar

    Com a chegada do inverno, o aumento do consumo de energia elétrica se torna uma preocupação para muitas pessoas. Além do uso mais frequente do chuveiro em potência máxima, outros aparelhos como aquecedores, ferros de passar roupas, lava-louças, máquinas de secar roupa e torneiras elétricas são mais usados ​​nessa época do ano. De acordo com Wagner Carvalho, CEO e especialista em eficiência energética da W-Energy, o chuveiro elétrico sozinho consome em média 30% a mais de energia.

    Carvalho ressalta que é necessário redobrar os cuidados com o uso do chuveiro elétrico, pois além do alto consumo de energia, há também o desperdício de água devido ao aumento do tempo dos banhos. Além disso, outros aparelhos como torneiras aquecidas, máquinas de secar roupas e aquecedores contribuem para o aumento do consumo de energia.

    Segundo um ranking de gastos com energia, o ar-condicionado (na função quente ou fria) e a geladeira representam 40% do consumo total de uma residência. Em seguida, o chuveiro elétrico corresponde a 30%, a iluminação a 20%, o aparelho de televisão a 10%, o ferro elétrico a 6%, a máquina de lavar a 5% e os demais aparelhos, como micro-ondas e roteadores, um 4%.

    Chuveiro elétrico é o vilão da conta de luz

    A Enel São Paulo realizou cálculos que mostram que o uso do chuveiro elétrico na opção inverno, na potência máxima, durante 10 minutos por dia, pode custar em média R$ 28,93 por mês. Wagner Carvalho alerta que a média de consumo dos brasileiros é de 300 kW na conta (considerando uma família de quatro a cinco pessoas) e se todos tomam banhos demorados na potência máxima, o valor da conta pode ultrapassar R$ 100, sem contar os demais eletrodomésticos usados ​​durante o período.

    Um ponto frequentemente esquecido é a iluminação do ambiente. Lâmpadas decorativas podem consumir uma quantidade significativa de energia despercebida. A tecnologia LED (diodo emissor de luz) é uma das mais eficientes atualmente e contribui para a redução do consumo de energia. Para as famílias que viajam durante o inverno, é recomendado desligar o máximo de aparelhos possível e ajustar a geladeira para a potência baixa, pois mesmo no modo stand-by, eles continuam consumindo energia.

    Orientações do especialista para economizar energia no inverno

    • Evite tomar banhos demorados. Para as crianças, utilize um “timer” de 5 minutos como um desafio positivo. Priorize a água apenas para enxaguar o corpo.
    • Evite tomar banho nos horários de pico, que vão das 17h às 21h, pois nesse período a demanda de energia é maior devido ao uso intensivo de eletrodomésticos, o que pode sobrecarregar as linhas de transmissão e resultar em uma diferenciação nos preços cobrados.
    • Evite fazer a barba (homens) e lavar lingeries (mulheres) durante o banho.
    •  Não use a descarga para outros fins, como lixeira de papel.
    • Ao lavar a louça, enxágue-a toda de uma vez só; antes, limpe bem os restos de alimentos.
    • Lave as roupas na máquina quando estiver com o cesto cheio. No tanque, feche a torneira enquanto ensaboa as peças.
    • Não utilize a mangueira para lavar o carro e a casa. Priorize um balde com água de reúso e pano.

    Veja também: Minha Casa, Minha Vida vai permitir uso de energia solar e reduzir contas de beneficiários

     

  • ALERTA de ECONOMIA na conta de luz para o mês de junho

    ALERTA de ECONOMIA na conta de luz para o mês de junho | Uma boa notícia para os brasileiros: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) emitiu um comunicado recente informando que a bandeira tarifária da conta de luz para o mês de junho será mantida na cor verde, o que significa que não haverá cobrança adicional. Essa decisão reflete as condições de geração de energia no país.

    De acordo com a Aneel, a sinalização de bandeira verde é válida para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN), que abrange quase todo o território brasileiro. A bandeira verde indica que o custo para produzir energia é baixo, o que é uma ótima notícia para os consumidores.

    Alívio para o bolso dos brasileiros

    Essa é a primeira vez que a bandeira verde é mantida durante todo o primeiro semestre do ano de 2023. Desde abril de 2022, a Aneel tem mantido a ausência de taxa adicional na conta de luz, o que representa um alívio para os brasileiros.

    Um dos fatores que influenciaram a manutenção da bandeira verde é o período de chuvas recentes no país, que beneficiou os reservatórios das hidrelétricas. Segundo a Aneel, a oferta suficiente de recursos hídricos tem condições garantidas para a produção de energia, e o nível de armazenamento dos reservatórios alimentados em média 87% no início do período seco.

    A expectativa da agência é que o patamar da bandeira verde seja mantido nos próximos meses. Com base nos dados disponíveis até o momento, a Aneel considera bastante provável o acionamento da bandeira verde durante todo o ano de 2023.

    Sistema de bandeira tarifária

    É importante lembrar que o sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 com o objetivo de indicar os custos da geração de energia no país aos consumidores e atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia. Em junho de 2022, a Aneel impôs um reajuste nos valores das bandeiras tarifárias, sendo um aumento de 59,5% para a bandeira amarela, 63,7% para o patamar vermelho 1 e 3,2% para o patamar vermelho 2. Os novos valores estão em vigor desde julho de 2022 junho de 2023 até.

    Os valores aprovados pela Aneel são os seguintes:

    • Bandeira amarela: R$ 2,99 a cada 100 kWh consumidos;
    • Bandeira vermelha patamar 1: R$ 6,50 a cada 100 kWh consumidos;
    • Bandeira vermelha patamar 2: R$ 9,79 a cada 100 kWh consumidos.

    Com a manutenção da bandeira verde, os consumidores terão um alívio no bolso e poderão desfrutar de contas de luz mais baixas durante o mês de junho. A situação é que essa condição favorável se manterá ao longo do ano, proporcionando um alívio financeiro para os brasileiros.

    Veja também: EXCELENTE NOTÍCIA para quem quer pagar mais barato na conta de luz acaba de sair

  • Tarifa social de energia vai beneficiar 1 milhão de novas famílias nesse estado

    Tarifa social de energia vai beneficiar 1 milhão de novas famílias nesse estado

    Tarifa social de energia vai beneficiar 1 milhão de novas famílias nesse estado | Cerca de 1 milhão de brasileiros estão deixando de economizar até 65% de descontos na conta de luz por uma simples falta de conhecimento. É isso mesmo! O estado de Minas Gerais busca cadastrar pelo menos 998 mil de pessoas no programa da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) da Cemig, que oferece descontos significantes na conta de energia.

    Atualmente, o benefício atinge 1,4 milhão de famílias em todo o estado, sendo que em 2022 foram cadastradas mais de 600 mil novas famílias. As cidades de Belo Horizonte, Uberlândia e Montes Claros concentram o maior número de famílias aptas, mas que ainda não usufruem do benefício.

    Quem tem direito ao benefício da Tarifa Social

    Para ser elegível à Tarifa Social, é necessário preencher alguns requisitos necessários. Os critérios incluem ser cliente domiciliar de renda reduzida, estar cadastrado no Cadastro Único (CadÚnico), ter renda familiar mensal por pessoa inferior à metade do salário mínimo e ter renda mensal de até três salários mínimos para famílias com membros com deficiência que dependam de aparelhos elétricos constantemente ligados.

    A obtenção do desconto ficou mais fácil a partir de 2022, graças a uma lei que estabeleceu um acordo entre a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o antigo Ministério da Cidadania, agora substituído pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). Com essa nova legislação, não é mais necessário solicitar o benefício separadamente. Basta estar inscrito no CadÚnico e cumprir os critérios de elegibilidade, aguardando a identificação e inclusão na Tarifa Social pelo Governo Federal.

    Para se inscrever no CadÚnico, é preciso procurar o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais próximo e apresentar documentos como identidade (RG), CPF, título de eleitor, certidão de nascimento, certidão de casamento (se aplicável), carteira de trabalho e comprovante de residência dos últimos três meses, como contas de água ou luz.

    Como é feito o controle

    Os controles na conta de luz são aplicados de forma acumulativa, mas variam de acordo com a faixa de consumo da residência, respeitando o limite máximo de 220 kWh. Quanto menor for o consumo mensal de energia, maior será o desconto aplicado. Por exemplo:

    Consumo mensal até 30 kWh: desconto de 65%;
    Consumo mensal de 31 kWh a 100 kWh: desconto de 40%;
    Consumo mensal de 101 kWh a 220 kWh: desconto de 10%;
    Consumo acima de 220 kWh: desconto de 0%.

    Uma vez que todos os critérios foram atendidos, o consumidor deve entrar em contato com a empresa responsável pela distribuição de energia elétrica em sua área de residência para solicitar a inclusão no programa e, assim, obter o desconto na fatura de eletricidade. A meta da Cemig é alcançar os quase 1 milhão de clientes aptos e que ainda não usufruem desse benefício.

    Veja também: EXCELENTE NOTÍCIA para quem quer pagar mais barato na conta de luz acaba de sair

  • EXCELENTE NOTÍCIA para quem quer pagar mais barato na conta de luz acaba de sair

    EXCELENTE NOTÍCIA para quem quer pagar mais barato na conta de luz acaba de sair

    O Ministério de Minas e Energia está analisando a possibilidade de aumentar os descontos na tarifa social de energia, levando em consideração a faixa de consumo e a situação de vulnerabilidade dos consumidores. Essa informação foi revelada pelo secretário de Energia Elétrica, Gentil Nogueira, durante uma apresentação na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

    Atualmente, os descontos na tarifa social variam de 10% a 65%. Além disso, indígenas e quilombolas têm isenção da tarifa de energia, dependendo do consumo. O governo federal tem cuidado sobre a possibilidade de ampliar o número de cidadãos que têm direito às tarifas sociais de energia elétrica. Esse mecanismo visa fornecer descontos nas contas de luz para as parcelas da população em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

    Ampliação da Tarifa Social de Energia

    Durante uma entrevista realizada no Congresso Mineiro de Municípios no Expominas, em Belo Horizonte, Silveira afirmou que o modelo de tarifa social atualmente em vigor é considerado “muito modesto”. Ele argumentou que o limite atual de economia é aplicado apenas para aqueles que consomem até 30 quilowatts (kW), o que representa o consumo de apenas um bico de lâmpada e um ferro de passar roupas.

    Silveira protestou contra a situação, afirmando que não é razoável que uma pessoa com quatro bicos de lâmpada, uma geladeira, uma televisão, um ventilador e tomadas para outros aparelhos ou um ferro de passar roupa tenham que pagar o preço total da energia.

    Embora o Ministério de Minas e Energia seja responsável por realizar simulações para avaliar o impacto financeiro do aumento no número de beneficiários da tarifa social, Silveira destacou que a ajuda está condicionada à “viabilidade econômica” da medida.

    Além disso, o ministro também apresentou ao Luiz Inácio Lula da Silva (PT) algumas “distorções” existentes no mercado livre de energia elétrica em comparação com o mercado regular, que é controlada por empresas como a Companhia Energética de Minas Gerais ( Cemig). A reunião entre Silveira e Lula ocorreu na segunda-feira (8).

    Veja também: Tarifa Social: conheça o benefício que deixa a conta de luz 65% mais barata

  • Conta de luz fica MAIS CARA em quatro estados brasileiros; Saiba quais são

    Conta de luz fica mais cara em quatro estados brasileiros; Saiba quais são | A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabeleceu, no dia 18 de abril, novos índices tarifários que irão impactar os consumidores de energia elétrica em quatro estados brasileiros. Cerca de 30 milhões de brasileiros e 12,5 milhões de unidades consumidoras serão atendidos pelos novos valores, que são superiores às propostas projetadas pela Aneel em março deste ano.

    Os estados afetados pelo novo aumento são: Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe. Os reajustes, que entrarão em vigor a partir de 22 de abril, variaram de -3,77% a +8,66%.

    A distribuidora líder no Norte e Nordeste, Neoenergia Coelba, terá o maior aumento, de 8,66%, para os consumidores de baixa tensão. Já a Enel Ceará terá o maior desconto, de 3,77%, para os consumidores de alta tensão.

    Fatores que impactaram a revisão das tarifas

    De acordo com a Aneel, os principais fatores que impactaram na revisão tarifária foram os custos da compra e transporte da energia elétrica, além da retirada de componentes financeiros presentes no processo de revisão das tarifas acima. No caso da Energisa Sergipe, o impacto foi causado pela retirada dos componentes financeiros e dos custos de aquisição de energia.

    Os novos índices tarifários foram definidos após a Revisão Tarifária Periódica (RTP), que é feita a cada cinco anos pela Aneel. É importante destacar que esse processo é diferente do Reajuste Tarifário Anual (RTA), que ocorre periodicamente e é um processo menos complexo.

    Reajuste em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais

    Além desses quatro estados, em março deste ano, a Aneel já havia aprovado reajustes de até 12,67% nas contas de luz em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. A agência também estuda a possibilidade de aumentar até 12,52% nas tarifas de outras distribuidoras em São Paulo, Minas Gerais e parte do Rio Grande do Sul.

    Com os novos valores das tarifas de energia elétrica, os consumidores devem ficar atentos ao consumo e buscar maneiras de economizar energia, como desligar os aparelhos elétricos quando não estiverem em uso, utilizar lâmpadas LED e tomar banhos mais rápidos, por exemplo.

    Veja também: O SEGREDO para economizar energia com sua geladeira? Verifique isso!

  • Família de baixa renda com autista pode ter subsídio na conta de energia

    O Projeto de Lei 189/23 permite o enquadramento na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) com renda até três salários mínimos que possuam um membro com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta tramita na Câmara dos Deputados.

    Apresentado pelo deputado Celso Sabino (União-PA), o projeto altera a Lei 12.212/10, que instituiu a TSEE.

    “Trata-se de medida imprescindível, haja vista que muitas famílias que têm uma pessoa acometida com o TEA são forçadas a realizar a estimulação ou treino de habilidades desse indivíduo em casa”, disse Sabino.

    A tarifa social concede um desconto automático na conta de luz para os seus beneficiários – idosos de baixa renda, e famílias inscritas no CadÚnico ou com pessoas com deficiência que utilizam aparelhos médicos de uso continuado.

    Tramitação do projeto

    A proposta será despachada para análise pelas comissões permanentes da Câmara.

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Projeto propõe auxílio na conta de luz para família de baixa renda com autista

    O Projeto de Lei 189/23 permite o enquadramento na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) com renda até três salários mínimos que possuam um membro com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta tramita na Câmara dos Deputados.

    Apresentado pelo deputado Celso Sabino (União-PA), o projeto altera a Lei 12.212/10, que instituiu a TSEE.

    “Trata-se de medida imprescindível, haja vista que muitas famílias que têm uma pessoa acometida com o TEA são forçadas a realizar a estimulação ou treino de habilidades desse indivíduo em casa”, disse Sabino.

    A tarifa social concede um desconto automático na conta de luz para os seus beneficiários – idosos de baixa renda, e famílias inscritas no CadÚnico ou com pessoas com deficiência que utilizam aparelhos médicos de uso continuado.

    Tramitação do Projeto de Lei

    A proposta será despachada para análise pelas comissões permanentes da Câmara.

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Bandeira tarifária verde para conta de luz é mantida em fevereiro

    O consumidor não pagará cobrança extra sobre a conta de luz em fevereiro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

    A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril de 2022. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.

    Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado em junho de 2022 pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

    Bandeira Tarifária

    Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

    Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

    O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.