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  • Já ouviu falar no Minha Casa Minha Vida Retrofit? Governo estuda implementar programa

    Já ouviu falar no Minha Casa Minha Vida Retrofit? Governo estuda implementar programa

    O governo federal está desenvolvendo uma versão atualizada do programa Minha Casa, Minha Vida, com foco em prédios abandonados nas grandes cidades. Sob o nome de Minha Casa, Minha Vida Retrofit, uma iniciativa visa transformar essas estruturas reformadas em habitações acessíveis. O objetivo é aproveitar o potencial dos edifícios já existentes e revitalizá-los para suprir a demanda por moradias.

    O Minha Casa, Minha Vida Retrofit busca solucionar dois problemas: a falta de moradias e o abandono de edifícios urbanos. Ao mudar de construir novos empreendimentos do zero, o programa propõe recuperar prédios abandonados, que muitas vezes se tornam focos de problemas sociais e de segurança.

    Como vai funcionar o Minha Casa, Minha Vida Retrofit

    Através de parcerias com o setor público e privado, o governo pretende financiar as reformas necessárias nos prédios, adaptando-os para se tornarem residências seguras e confortáveis. Além disso, serão implementadas medidas de sustentabilidade, como sistemas de captação de água da chuva e energia sustentável, visando a redução dos impactos ambientais.

    Ao revitalizar esses imóveis abandonados, o Minha Casa, Minha Vida Retrofit contribui para a requalificação urbana, facilitando a paisagem das cidades e evitando o crescimento desordenado. Além disso, a iniciativa tem o potencial de gerar empregos e sustentar a economia local durante o processo de reforma.

    Critérios de seleção para beneficiários

    O programa terá critérios de seleção para beneficiários, priorizando famílias de baixa renda que atualmente vivem em condições precárias ou em áreas de risco. A intenção é oferecer uma solução habitacional adequada e digna para essas famílias, proporcionando-lhes acesso a uma moradia segura e bem localizada.

    Embora ainda esteja em fase de desenvolvimento, o Minha Casa, Minha Vida Retrofit representa uma abordagem inovadora para enfrentar o desafio da falta de moradias nas grandes cidades. Ao aproveitar prédios abandonados e transformá-los em casas, o programa promete melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas, revitalizar áreas urbanas e promover a inclusão social.

    Veja também: Minha Casa Minha Vida: essas regras podem te levar a perder seu imóvel

  • Minha Casa, Minha Vida entrega apartamentos a famílias em Recife

    Minha Casa, Minha Vida entrega apartamentos a famílias em Recife

    O programa Minha Casa, Minha Vida entregará nesta terça-feira (4) 336 apartamentos em Recife, incluindo um apartamento para a pensionista Fabiana Carlos da Silva, de 44 anos, que esperou por 13 anos para realizar o sonho da casa própria. Ela é uma das 1.344 pessoas contempladas com a entrega dos apartamentos.

    O condomínio Ruy Frazão, onde estão localizados os apartamentos, é composto por 14 blocos de três andares, com oito apartamentos por andar. Destinado a famílias do Movimento de Lutas nos Bairros, Vidas e Favelas (MLB), o empreendimento atende à Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, que subsidia até 95% do valor do imóvel a famílias que recebem até R$ 2.640 por mês em áreas urbanas ou ganham até R$ 31.680 por ano em áreas rurais.

    O condomínio tem infraestrutura completa de água, esgoto, iluminação pública, energia elétrica, pavimentação e drenagem. O empreendimento está localizado em uma área com acesso a transporte público, creche, três escolas e um posto de saúde.

    Além de realizar o sonho da casa própria, Fabiana destaca a vantagem do programa em relação às prestações reduzidas. Em vez de pagar R$ 500 de aluguel por mês, a pensionista, que recebe um salário mínimo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pagará cerca de R$ 120 de prestação. “Vou ser beneficiária de uma casa, mas vou pagar de acordo com minha renda”, diz Fabiana.

    O desempregado Wandeberg da Silva Durval, de 33 anos, também será um dos moradores do condomínio. Ele trabalhou na construção do empreendimento durante um ano, com carteira assinada, e agora terá a chance de morar no apartamento que ajudou a construir. Beneficiário do Bolsa Família, Wandeberg pagará a prestação mínima, de R$ 80.

    Desde o início do ano, o programa Minha Casa, Minha Vida entregou 4.785 unidades habitacionais em 11 cidades de oito estados, com investimento de R$ 491,8 milhões do governo federal até agora. O cronograma prevê a conclusão de cerca de 7,4 mil unidades habitacionais do programa em abril e maio. O Ministério das Cidades tem como meta contratar 2 milhões de unidades habitacionais até 2026, incluindo as linhas de atendimento subsidiadas pelo Orçamento Geral da União e financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

  • Governo anuncia construção de 574 unidades habitacionais em Santos

    O governador Tarcísio de Freitas anunciou nesta quinta-feira (26), em Santos, o início das obras para construção de 574 unidades habitacionais no Conjunto Santos-AB Prainha II, destinado a famílias realocadas de palafitas e locais alagáveis. Com investimento de R$ 105 milhões, as obras serão realizadas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, por meio do Programa Vida Digna.

    Na ocasião, Tarcísio entregou ainda 189 títulos de propriedade a moradores de três loteamentos da cidade, pelo Programa Cidade Legal. Os imóveis regularizados fazem parte da Vila Pelé I, Vila Pelé II e Núcleo Santa Maria. O evento ocorreu no mesmo dia em que a cidade de Santos completou 477 anos.

    “Estamos aqui iniciando as obras de 574 moradias. Hoje, nós temos em construção no Estado mais de 40 mil unidades habitacionais. O programa de habitação é prioridade do Governo de São Paulo, disse Tarcísio de Freitas.

    O novo empreendimento Conjunto Santos-AB Prainha II será formado por prédios de quatro andares, com apartamentos de 44,15m² a 49,08m² de área útil. Cada unidade contará com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. O conjunto também terá área de lazer e estacionamento.

    “É um projeto integrado, que inclui a recuperação ambiental e a eliminação das áreas de risco, porque estamos tirando as pessoas das palafitas. O trecho todo atrás desse conjunto habitacional é uma área de recuperação ambiental, de extrema importância para a região e agora está alinhada com um grande projeto de construção de habitações populares. As pessoas terão onde morar de forma digna, fora de áreas de risco e em harmonia com a proteção do meio ambiente”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco.

    Títulos de propriedade

    Durante o evento, foram entregues 84 títulos de propriedade a famílias do Vila Pelé I. Os documentos garantem aos moradores os direitos legais sobre os imóveis. Foram entregues ainda oito títulos a moradores da Vila Pelé II e 97 títulos ao núcleo Santa Maria das glebas 1 e 2 – Pantanal de Cima, totalizando 189 documentos.

    O Programa Cidade Legal apoia tecnicamente todo o processo legal e burocrático para regularização fundiária, com abertura da matrícula dos imóveis e a emissão dos títulos de propriedade dos loteamentos, por meio de consultoria da equipe técnica especializada da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado de São Paulo