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  • Dá para ganhar mais! 3 benefícios do INSS que poucos conhecem

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é uma autarquia do Estado, independente do governo em questão, responsável pela Previdência Social. Isso quer dizer que ele gerencia os pagamentos e as concessões de aposentadorias e seguros sociais.

    Pensão por morte, aposentadoria especial, aposentadoria comum e outros benefícios são bem conhecidos. Mas alguns ainda permanecem nas sombras e poucos brasileiros se atentam a eles.

    3 benefícios que poucos se lembram no INSS

    No Brasil, a Previdência Social oferece uma gama de benefícios aos trabalhadores formais, autônomos e microempreendedores individuais que contribuem regularmente. Entre os benefícios mais conhecidos estão a aposentadoria, o salário-maternidade e o auxílio-doença.

    No entanto, existem três benefícios do INSS que são pouco divulgados e que merecem destaque. Neste artigo, vamos explorar esses benefícios, mostrando como os contribuintes podem acessá-los.

    Adicional de 25% em aposentadorias por incapacidade permanente

    A aposentadoria por incapacidade permanente é concedida a indivíduos que se encontram em situação de invalidez, ou seja, que não têm condições de exercer suas atividades laborais. Para ter direito a esse benefício, o segurado deve comprovar sua incapacidade por meio de perícia médica e ter contribuído para o INSS por, no mínimo, 12 meses.

    O que muitas pessoas desconhecem é que os aposentados por incapacidade permanente têm direito a um adicional de 25% no valor de sua aposentadoria. No entanto, esse adicional é concedido apenas nos casos em que o beneficiário do INSS enfrenta graves problemas de saúde que o impedem de realizar atividades básicas, tornando necessária a assistência de terceiros. Esse adicional visa fornecer um suporte financeiro adicional para custear a assistência de um cuidador, auxiliando o beneficiário em suas tarefas diárias.

    Salário maternidade em caso de aborto

    Outro benefício pouco conhecido entre os direitos do INSS é o salário maternidade em caso de aborto. Este benefício é garantido por lei para permitir que as mulheres se afastem de suas atividades em situações de aborto espontâneo.

    Para solicitar esse benefício, basta apresentar um atestado médico que comprove a ocorrência do aborto. O salário maternidade em caso de aborto é válido por 14 dias, tanto em situações de aborto espontâneo quanto em casos previstos em lei, como nos casos de estupro, risco de vida para a mãe ou feto anencefálico, a critério médico.

    Auxílio-doença do INSS para cirurgia plástica

    Por último, temos o auxílio-doença para cirurgia plástica, também conhecido como “auxílio por incapacidade temporária”. Este benefício do INSS pode ser solicitado por segurados que estejam temporariamente incapacitados de realizar suas atividades laborais, por um período mínimo de 15 dias consecutivos.

    O que torna esse benefício interessante é que ele pode ser solicitado até mesmo em casos de cirurgias plásticas, como rinoplastia e implante de próteses de silicone. Diferentemente de outros benefícios do INSS, para ter acesso a esse auxílio, não é necessário que o segurado tenha uma doença que justifique a cirurgia plástica.

    Em resumo, a Previdência Social oferece uma variedade de benefícios que muitas vezes passam despercebidos pela população. Conhecer esses direitos pode fazer a diferença na vida de quem precisa de apoio financeiro durante momentos difíceis. Portanto, é fundamental estar ciente dos seus direitos e buscar as informações necessárias para garantir o acesso aos benefícios do INSS quando necessário.

  • Consignados do INSS: governo bate o martelo e garante importante VITÓRIA para beneficiários

    Você sabia que agora ficou mais fácil acompanhar as taxas e custos do empréstimo consignado, cartão de crédito e cartão consignado para beneficiários do INSS? Isso mesmo, novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (10) para garantir mais transparência nesse tipo de operação financeira.

    Agora, as instituições financeiras devem divulgar informações detalhadas sobre as taxas de juros. Quer saber mais sobre essas novas regras? Continue lendo!

    Medida importante para os beneficiários do INSS

    A Resolução CNPS/MTP nº 1352 determina que as instituições financeiras disponibilizem informações sobre  as taxas de juros mensal e anual, o Custo Efetivo Total, a data do primeiro desconto, os valores do imposto sobre operações e dos recursos pagos a título de dívida, quando a contratação for oriunda de portabilidade ou refinanciamento, e a informação diária das taxas ofertadas para novas operações, para facilitar o acompanhamento.

    Além disso, a Resolução sugere ao Banco Central do Brasil que divulgue na internet, com menor intervalo de apuração, as taxas médias ponderadas que estão sendo praticadas pelas instituições financeiras e o nível de dispersão das taxas mensais efetivas apuradas em operações individuais. O normativo também pede ao Banco Central que avalie a possibilidade de reduzir o Fator de Ponderação de Risco (FPR) de 50% para 20%, em razão do baixo percentual de risco observado nas operações.

    A medida é importante para os beneficiários do INSS, que têm acesso à modalidade de empréstimo consignado, oferecida a quem tem aposentadoria ou pensão creditada em conta-corrente. Pelo fato de o valor ser descontado diretamente na folha, trata-se de uma opção de empréstimo fácil e com juros baixos.

    Impasse na Taxa de juros

    No dia 13 de março, uma decisão do Conselho Nacional de Previdência Social baixou de 2,14% para 1,7% ao mês o limite de juros para o empréstimo consignado do INSS.

    Após a medida, os bancos, incluindo o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que são estatais, passaram a suspender a modalidade e deixaram aposentados e pensionistas sem acesso a essa linha de crédito. Os bancos alegaram que os patamares de juros fixados não suportam a estrutura de custos do produto e suspenderam a concessão temporariamente. O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, defendia uma redução mais forte do teto, mas encontrou a resistência dos bancos.

    A Febraban (Federação Brasileira de Bancos), que criticou a redução inicial, sugeriu que a taxa ficasse entre 1,99% e 2,01%, valor considerado suficiente para cobrir os custos das instituições bancárias nas operações dessa linha de crédito. O acordo, no fim de março, mediado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria sugerido o teto de 1,97% ao mês, pouco antes da decisão tomada na reunião extraordinária do Conselho de Previdência.

    Cerca de 14,5 milhões de aposentados do INSS têm empréstimo consignado, com valor médio de R$ 1.576,19.

    Veja também: Revisão do INSS: importante decisão pega beneficiários de SURPRESA